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Cineweb
Há visivelmente uma procura de leveza, tal como nos filmes do sul-coreano Hang Song-soo, mas Hamaguchi parece não ter dado conta – ou talvez tenha confiado demais em sua protagonista, uma atriz iniciante cuja sutileza parece, muitas vezes, indiferença.
Folha de São Paulo
A escolha de Hamaguchi é filmar a trama de vaivém sem sobressaltos. O formato de crônica, gênero com longa tradição no cinema japonês, traduz com precisão o aspecto quase imperceptível da passagem do tempo.
O Globo
Ao ator Masahiro Higashide [...] coube interpretar Baku e Ryohei — e ele o faz com habilidade, definindo bem para além da aparência física, um mistério inerente. O final é inesperado e um tanto frustrante, mediante a atmosfera fantástica que o roteiro insiste em sugerir ao longo da projeção.
Papo de Cinema
"Asako I & II" tem passagens belíssimas, como o do sol que alcança amantes num dia nublado, mas acaba marcado por uma trama em que a uniformidade ocasionalmente é temperada por algo de pungência visível, como o carisma dos personagens e a demonstração de seus medos.
The Guardian
É de fato é um ótimo trabalho de Higashide."Asako I & II" é sobre o olhar feminino e a beleza masculina.
Screen International
Hamaguchi nunca infunde o drama com estranheza evidente, deixando claro que o que está em questão aqui é realmente uma simples história da dificuldade de escolher entre fantasia reluzente e realidade tangível, às vezes monótona.
The Hollywood Reporter
"Asako I & II" é um filme muito convencional em todos os sentidos, uma representação estranhamente antiquada do romance conturbado cuja premissa levemente incomum e não leva a lugar nenhum muito interessante.
Variety
Adaptando um romance de Tomoka Shibasaki, Hamaguchi enaltece sua fonte para uma representação convincente do amor como uma experiência mística. No entanto, o que é transferido para a tela se torna uma indecisão banal. [...] A atuação do elenco é o que tira o filme dos clichês melodramáticos.