A Dama e o Vagabundo
Média
4,2
155 notas

20 Críticas do usuário

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Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 502 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de dezembro de 2024
Sinopse:
Dama, uma cadela elegante de raça fina, e Vagabundo, um vira-lata durão, embarcam em uma aventura inesperada e, apesar de suas diferenças, se aproximam e compreendem o valor do lar.

Crítica:
"A Dama e o Vagabundo" de 2019, dirigido por Charlie Bean, é uma nova interpretação do clássico da Disney que, embora tenha seus altos e baixos, encanta de diversas maneiras. A narrativa da sofisticada Dama e do destemido Vagabundo é uma celebração das diferenças e da verdadeira essência do amor, enfatizando que laços significativos podem surgir nas circunstâncias mais inesperadas.

Um dos pontos fortes do filme é sua abordagem visual deslumbrante. A produção combina cenários cativantes com uma cinematografia que retrata a beleza da cidade e a vida canina de forma vibrante. Cada cena reflete um cuidado estético, trazendo à vida tanto a elegância da Dama quanto o charme rústico do Vagabundo. Essa atenção aos detalhes oferece um cenário rico que agrada tanto aos olhos quanto ao coração.

Além disso, a trilha sonora, que remete ao clássico original, é uma construção emocional, levando o espectador a revisitar suas memórias afetivas. As vozes dos protagonistas, com sua entrega sincera, trazem profundidade aos personagens. Ambos, Dama e Vagabundo, são interpretados de forma a transmitir suas personalidades distintas, tornando a conexão entre eles palpável e envolvente.

O filme também atualiza algumas questões contemporâneas, abordando temas como classe social e aceitação. A interação entre os dois cães, que vêm de mundos opostos, é uma metáfora poderosa que ressoa na sociedade atual, lembrando-nos da importância da empatia e do entendimento mútuo. A forma como eles superam preconceitos é uma mensagem relevante que pode tocar tanto crianças quanto adultos.

No entanto, o filme pode ser criticado por sua narrativa que, em certos momentos, parece seguir fórmulas previsíveis. Embora os elementos clássicos sejam agradáveis, há momentos em que a trama poderia explorar mais profundamente as complexidades dos personagens e suas histórias.

Em suma, "A Dama e o Vagabundo" de 2019 é uma obra encantadora que combina nostalgia com uma abordagem moderna. É uma celebração do amor, da amizade e da compreensão, mostrando que, independentemente de nossas diferenças, todos podemos encontrar um lar e um lugar especial no coração uns dos outros. Uma experiência cinematográfica que vale a pena ser vivida!
Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de agosto de 2021
O live-action foi extremamente fiél ao seu clássico, exceto pelo carisma, mas acredito ser muito difícil conseguir fazer isso então podemos dar um desconto, é um bom filme, vale a pena conferir.
Sunça - Felipe Assumpção Soares
Sunça - Felipe Assumpção Soares

1 seguidor 17 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de maio de 2021
Em 2019 “A Dama e o Vagabundo”, uma das animações clássicas da Disney, ganhou a sua versão live-action. O longa faz parte das produções originais do novo serviço de streaming do estúdio. O Disney Plus chegou ao mercado brasileiro em novembro de 2020. A refilmagem é uma produção mais singela e com orçamento menor do que as re-visitas aos clássicos destinados ao cinema. O que não compromete o resultado, uma vez que o diretor Charlie Bean não se mostra interessado em um uso excessivo de computação gráfica. Utiliza os efeitos visuais pontualmente e sempre em prol da narrativa, quando pode, coloca os verdadeiros astros em cena. O elenco canino.

O encanto da animação se mostra também presente na versão “carne e osso” que não altera muitos elementos do original. As mudanças propostas são bem vindas, novas sequências são adicionadas e erros do passado são apagados. Um exemplo é a nova sequência dos gatos siameses da Tia Sarah (Yvette Nicole Brown), que corrige a representação racista e estereotipada de asiáticos. Temos uma breve sequência sobre o passado do Vira-lata, que diz muito sobre a sua maneira de ver a vida e melhora seu arco narrativo. O filme apresenta um elenco diverso, em seu núcleo humano o casal principal é uma mulher negra casada com um homem branco. Algo que o racismo da época não permitiria e portanto um esforço importante e bem vindo da produção.

Dama (Tessa Thompson) é uma cocker spaniel de uma família rica, ela é o centro do universo para o casal. Com a chegada do bebê Dama sente perder importância e teme por seu lugar na família. Ela acaba conhecendo um vira-lata sem nome, malandro acostumado a viver nas ruas apelidado pelos amigos de Vagabundo (Justin Theroux). Após um incidente, Dama e o Vagabundo acabam passando um dia juntos e se conhecendo melhor. Assim como no original, a obra apresenta a vida confortável, pacata e segura da alta sociedade. As contrapondo com as dificuldades de quem precisa se valer da malandragem para sobreviver. A denúncia e crítica da diferença de classes sociais está presente e funciona. Ainda que o filme amenize todo o discurso e mensagem sobre a dicotomia de classes.

A dupla de animais protagonista é carismática e cativante. As vozes de Tessa Thompson e Justin Theroux funcionam muito bem. Os cachorros coadjuvantes também foram escolhas certeiras e finalizam o acerto desse elenco canino. Sam Elliott como Trusty está perfeito parece ter nascido para esse papel. Ashley Jensen como Jock, Janelle Monaé como Peg e Benedict Wong como Bull são ótimos. Vale um destaque para a nova versão da canção “He’s a Tramp” que ficou a cargo de Janelle Monaé. Os cachorros são bem treinados e participam ao longo de todo o filme, nas sequências em que efeitos especiais foram necessários por serem perigosas e/ou inviáveis para os caninos a computação gráfica funciona. O longa opta por uma estética mais cartunesca possibilitando mais expressividade, emoção e simpatia. Já o elenco humano, não é tão atraente. O casal composto pelo personagem Querido Jim (Thomas Mann) e Querida (Kiersey Clemons) são rasos e unidimensionais. Assim como o vilão dono da carrocinha (Adrian Martinez) que apesar de uma interpretação mais caricata e divertida é o vilão malvado tradicional que nutre um ódio sem explicação pelo Vagabundo. O destaque dos seres humanos é a dupla F. Murray Abraham e Arturo Castro. Eles são responsáveis por trazer na nova versão a cena mais icônica da animação, e são muito bem sucedidos. É perceptível o cuidado que a produção teve com essa sequência que funcionou tão bem quanto na original. É uma ótima performance da canção clássica “Bella Notte”.

Algo se perde nas adaptações de clássicos animados para suas versões live-action, principalmente nas sequências musicais. A tentativa de deixar os acontecimentos mais reais nos rouba de algo mágico e único que apenas as animações podem trazem. O novo “A Dama e o Vagabundo” é uma obra despretensiosa que refaz o original mantendo o importante e corrigindo erros e injustiças históricas. Evoca um sentimento de nostalgia, mas certamente pode e deve cativar e conquistar novos espectadores.
Jamanto Burro
Jamanto Burro

3 seguidores 20 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de março de 2021
È um filme legal, mas não tem nada demais. E confesso que senti que o filme tava meio arrastado (prologando sem motivo).
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 25 de janeiro de 2021
Remake da famosa história de dois cães apaixonados, uma rica e outro vira-lata sem dono. Após perceber que foi deixada de lado quando nasce o bebê de seus donos, Lady se perde e parte em uma aventura com Vagabundo. Uma história romântica, leve, visual Disney bem próximo do original. Um pouco lento e parado demais, por vezes sem sal, mas um bom filme. Para se ver numa tarde pra relaxar. Não espere muitas mudanças nem novidades. Legal.
Phelipe A.
Phelipe A.

63 seguidores 135 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de maio de 2022
A Disney continua lançando suas animações clássicas em “live-action”, e o primeiro exclusivo da Disney + foi A Dama e o Vagabundo. Relançamento do clássico de 1955 conta a história de amor entre a Dama, uma cocker spaniel mimada, e um vira-lata chamado Vagabundo, que salva a cadelinha do perigo de vagar sozinha perdida pelas ruas.
A história de amor dos cachorrinhos é conhecida desde seu lançamento nos anos 50, e o filme consegue trazer os principais elementos da versão original com momentos novos e uma roupagem que apenas a Disney conseguiria nos apresentar.
O CGI dos animais consegue fazer com que esqueçamos em alguns momentos que são feitos de computação gráfica, acredito que por ter alguns efeitos práticos. O filme é mais dinâmico do que o original e vai agradar toda a família, já que a historia é bem leve e sua mensagem é muito linda e importante para os dias de hoje.
A Dama e o Vagabundo é um acerto da Disney, a única coisa que não agrada muito são as feições e expressões dos animais, que se comparado com a animação ficou muito abaixo, mas isso não atrapalha em nada a experiência e se você não assistiu o original, corre e assiste, porque é visível a qualidade das animações do Senhor Wall Disney.
NAOSEINADA
Pela
Pela

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de dezembro de 2020
mto foda mto bom nota 10 cachorrinhos bunitinhos musiquinhaa bunitinha disney eh dosney né pai kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk assistam mt foda
Carol Silva
Carol Silva

1 seguidor 10 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de novembro de 2020
O filme é bem fofo, o início é meio entediante mas depois fica bem legal. Há uma relção importante, pois muitas famílias abandonam seus cães ou da menos carinho por conta de seus filhos.
Anthonio Motta
Anthonio Motta

5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de agosto de 2020
Realmente a Disney consegue se surpreender, que filme mágico, doce e lindo. Os cachorros são maravilhosos. Algumas cenas foram gravadas digitalmente e outras com os cachorros reais, porém a cenas de falas deixou um pouco a desejar. Este filme atual, contem cerca de 30 minutos a mais que o original de 1955. Vale muito a pena ver.
Thales H.
Thales H.

34 seguidores 100 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de julho de 2020
Filme bem família que modifica um pouco o roteiro da animação, mas ainda assim a essência é mantida.
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