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Ravi Oliveira
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519 críticas
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3,0
Enviada em 3 de dezembro de 2024
Sinopse: Dama, uma cadela elegante de raça fina, e Vagabundo, um vira-lata durão, embarcam em uma aventura inesperada e, apesar de suas diferenças, se aproximam e compreendem o valor do lar.
Crítica: "A Dama e o Vagabundo" de 2019, dirigido por Charlie Bean, é uma nova interpretação do clássico da Disney que, embora tenha seus altos e baixos, encanta de diversas maneiras. A narrativa da sofisticada Dama e do destemido Vagabundo é uma celebração das diferenças e da verdadeira essência do amor, enfatizando que laços significativos podem surgir nas circunstâncias mais inesperadas.
Um dos pontos fortes do filme é sua abordagem visual deslumbrante. A produção combina cenários cativantes com uma cinematografia que retrata a beleza da cidade e a vida canina de forma vibrante. Cada cena reflete um cuidado estético, trazendo à vida tanto a elegância da Dama quanto o charme rústico do Vagabundo. Essa atenção aos detalhes oferece um cenário rico que agrada tanto aos olhos quanto ao coração.
Além disso, a trilha sonora, que remete ao clássico original, é uma construção emocional, levando o espectador a revisitar suas memórias afetivas. As vozes dos protagonistas, com sua entrega sincera, trazem profundidade aos personagens. Ambos, Dama e Vagabundo, são interpretados de forma a transmitir suas personalidades distintas, tornando a conexão entre eles palpável e envolvente.
O filme também atualiza algumas questões contemporâneas, abordando temas como classe social e aceitação. A interação entre os dois cães, que vêm de mundos opostos, é uma metáfora poderosa que ressoa na sociedade atual, lembrando-nos da importância da empatia e do entendimento mútuo. A forma como eles superam preconceitos é uma mensagem relevante que pode tocar tanto crianças quanto adultos.
No entanto, o filme pode ser criticado por sua narrativa que, em certos momentos, parece seguir fórmulas previsíveis. Embora os elementos clássicos sejam agradáveis, há momentos em que a trama poderia explorar mais profundamente as complexidades dos personagens e suas histórias.
Em suma, "A Dama e o Vagabundo" de 2019 é uma obra encantadora que combina nostalgia com uma abordagem moderna. É uma celebração do amor, da amizade e da compreensão, mostrando que, independentemente de nossas diferenças, todos podemos encontrar um lar e um lugar especial no coração uns dos outros. Uma experiência cinematográfica que vale a pena ser vivida!
pior live action da disney que eu vi até hoje, os personagens não tem carisma nenhum! não sou o tipo de pessoa que compara com a animação original, mas esse ficou muuuuuuito inferior
É Simplesmente emocionante e encantador! Sua fotografia é incrível, cenas memoráveis e que fazem muito jus ao clássico desenho, a Disney sempre nos faz ficar emocionaodo, com um final incrível e apaixonante, que nos faz aquecer o coração, o filme é totalmente dedicado à família, diferentemente de outros live-action, não tem muitas músicas o tempo todo, parabéns Disney, que venham mais adaptações dos clássicos desenhos.
O live-action foi extremamente fiél ao seu clássico, exceto pelo carisma, mas acredito ser muito difícil conseguir fazer isso então podemos dar um desconto, é um bom filme, vale a pena conferir.
Em 2019 “A Dama e o Vagabundo”, uma das animações clássicas da Disney, ganhou a sua versão live-action. O longa faz parte das produções originais do novo serviço de streaming do estúdio. O Disney Plus chegou ao mercado brasileiro em novembro de 2020. A refilmagem é uma produção mais singela e com orçamento menor do que as re-visitas aos clássicos destinados ao cinema. O que não compromete o resultado, uma vez que o diretor Charlie Bean não se mostra interessado em um uso excessivo de computação gráfica. Utiliza os efeitos visuais pontualmente e sempre em prol da narrativa, quando pode, coloca os verdadeiros astros em cena. O elenco canino.
O encanto da animação se mostra também presente na versão “carne e osso” que não altera muitos elementos do original. As mudanças propostas são bem vindas, novas sequências são adicionadas e erros do passado são apagados. Um exemplo é a nova sequência dos gatos siameses da Tia Sarah (Yvette Nicole Brown), que corrige a representação racista e estereotipada de asiáticos. Temos uma breve sequência sobre o passado do Vira-lata, que diz muito sobre a sua maneira de ver a vida e melhora seu arco narrativo. O filme apresenta um elenco diverso, em seu núcleo humano o casal principal é uma mulher negra casada com um homem branco. Algo que o racismo da época não permitiria e portanto um esforço importante e bem vindo da produção.
Dama (Tessa Thompson) é uma cocker spaniel de uma família rica, ela é o centro do universo para o casal. Com a chegada do bebê Dama sente perder importância e teme por seu lugar na família. Ela acaba conhecendo um vira-lata sem nome, malandro acostumado a viver nas ruas apelidado pelos amigos de Vagabundo (Justin Theroux). Após um incidente, Dama e o Vagabundo acabam passando um dia juntos e se conhecendo melhor. Assim como no original, a obra apresenta a vida confortável, pacata e segura da alta sociedade. As contrapondo com as dificuldades de quem precisa se valer da malandragem para sobreviver. A denúncia e crítica da diferença de classes sociais está presente e funciona. Ainda que o filme amenize todo o discurso e mensagem sobre a dicotomia de classes.
A dupla de animais protagonista é carismática e cativante. As vozes de Tessa Thompson e Justin Theroux funcionam muito bem. Os cachorros coadjuvantes também foram escolhas certeiras e finalizam o acerto desse elenco canino. Sam Elliott como Trusty está perfeito parece ter nascido para esse papel. Ashley Jensen como Jock, Janelle Monaé como Peg e Benedict Wong como Bull são ótimos. Vale um destaque para a nova versão da canção “He’s a Tramp” que ficou a cargo de Janelle Monaé. Os cachorros são bem treinados e participam ao longo de todo o filme, nas sequências em que efeitos especiais foram necessários por serem perigosas e/ou inviáveis para os caninos a computação gráfica funciona. O longa opta por uma estética mais cartunesca possibilitando mais expressividade, emoção e simpatia. Já o elenco humano, não é tão atraente. O casal composto pelo personagem Querido Jim (Thomas Mann) e Querida (Kiersey Clemons) são rasos e unidimensionais. Assim como o vilão dono da carrocinha (Adrian Martinez) que apesar de uma interpretação mais caricata e divertida é o vilão malvado tradicional que nutre um ódio sem explicação pelo Vagabundo. O destaque dos seres humanos é a dupla F. Murray Abraham e Arturo Castro. Eles são responsáveis por trazer na nova versão a cena mais icônica da animação, e são muito bem sucedidos. É perceptível o cuidado que a produção teve com essa sequência que funcionou tão bem quanto na original. É uma ótima performance da canção clássica “Bella Notte”.
Algo se perde nas adaptações de clássicos animados para suas versões live-action, principalmente nas sequências musicais. A tentativa de deixar os acontecimentos mais reais nos rouba de algo mágico e único que apenas as animações podem trazem. O novo “A Dama e o Vagabundo” é uma obra despretensiosa que refaz o original mantendo o importante e corrigindo erros e injustiças históricas. Evoca um sentimento de nostalgia, mas certamente pode e deve cativar e conquistar novos espectadores.
Não chega próximo ao clássico da animação que é excelente. Aqui temos um roteiro que difere do original, pois há acréscimo na história e isso atrapalha muito no desenvolvimento, fora o CGI que dar uma sensação de mentira com o casal de animal protagonista, fora isso os efeitos são bons e direção de arte idem. Um filme que poderia ter sido evitado
Remake da famosa história de dois cães apaixonados, uma rica e outro vira-lata sem dono. Após perceber que foi deixada de lado quando nasce o bebê de seus donos, Lady se perde e parte em uma aventura com Vagabundo. Uma história romântica, leve, visual Disney bem próximo do original. Um pouco lento e parado demais, por vezes sem sal, mas um bom filme. Para se ver numa tarde pra relaxar. Não espere muitas mudanças nem novidades. Legal.
A Disney continua lançando suas animações clássicas em “live-action”, e o primeiro exclusivo da Disney + foi A Dama e o Vagabundo. Relançamento do clássico de 1955 conta a história de amor entre a Dama, uma cocker spaniel mimada, e um vira-lata chamado Vagabundo, que salva a cadelinha do perigo de vagar sozinha perdida pelas ruas. A história de amor dos cachorrinhos é conhecida desde seu lançamento nos anos 50, e o filme consegue trazer os principais elementos da versão original com momentos novos e uma roupagem que apenas a Disney conseguiria nos apresentar. O CGI dos animais consegue fazer com que esqueçamos em alguns momentos que são feitos de computação gráfica, acredito que por ter alguns efeitos práticos. O filme é mais dinâmico do que o original e vai agradar toda a família, já que a historia é bem leve e sua mensagem é muito linda e importante para os dias de hoje. A Dama e o Vagabundo é um acerto da Disney, a única coisa que não agrada muito são as feições e expressões dos animais, que se comparado com a animação ficou muito abaixo, mas isso não atrapalha em nada a experiência e se você não assistiu o original, corre e assiste, porque é visível a qualidade das animações do Senhor Wall Disney. NAOSEINADA
Mais uma produção muito bem feita da Disney, realmente impressionante. É bem dublado e atuando na minha opinião, os efeitos visuais são muito bem feitos. A história é a mesma, então acho que quem gostou da animação deve gostar dessa versão live-action também, não vi nada que tenha decaído, mas também nada que tenha inovado
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