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Ivana de Avila Bastos
2 críticas
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1,0
Enviada em 22 de junho de 2025
Gal não parecia a protagonista do filme. História rasa. Interpretação aquém do esperado. Assisti muitos filmes biografias ultimamente e esse foi realmente monótono e decepcionante.
Filme gostoso de assistir com bom enredo, boas atuações, boa contextualização histórica e cenas memoráveis. Fiquei pensando durante e depois do filme que clima bom deveria ser estar no mesmo espaço que Gal, Caetano, Gil, Betânia, João Gilberto, Tom Zé...muito talento e criatividade em um pequeno espaço (vivendo o auge das suas juventudes). Além de abordar bem a história em primeira pessoa de Gal (com ótima atuação de Sophie Charlotte), com a narrativa da Gracinha que saiu do casulo pra se tornar a sublime Gal, o filme cria um pano de fundo simultâneo relatando a ditadura militar e o desenvolvimento do tropicalismo nesse contexto. Tudo simplesmente muito impactante, porém tudo conectado. Mais um filme para entrar no rol dos bons filmes brasileiros autobiográficos junto a Tim Maia, Cazuza etc. Por último, gostaria de ressaltar dois pontos: Primeiro, o nascimento e a estreia das músicas de Gal (inclusive, com Caetano) sendo contextualizados, segundo o posicionamento dos tropicalistas com relação a Jovem Guarda durante o filme (particularmente, gosto mais dos primeiros). Por mais filmes assim. Recomendo!
Explica de forma simples, e muitos espectadores esquecem que Gal Costa uma artista excepcional, não tem como retratar de forma mais estrutura. Se quiserem saber sobre a história estude a biografia é um retratação voltada para ela e sua jornada apenas.
Boa atuação e direção, mas falta maior profundidade emocional e histórica. "Meu Nome é Gal" (2023), dirigido por Dandara Ferreira e Lô Politi, retrata os primeiros anos de Gal Costa, desde sua chegada ao Rio de Janeiro em 1966 até 1971. Sophie Charlotte interpreta a cantora, acompanhada por jovens atores baianos como Rodrigo Lélis (Caetano Veloso) e Dan Ferreira (Gilberto Gil), além de veteranos como George Sauma (Wally Salomão).
A atuação de Charlotte se destaca, transmitindo a evolução de Gal Costa, e a fotografia de Pedro Sotero, inspirada em Pablo Larrain, intensifica a carga emocional do filme. No entanto, a narrativa não consegue captar completamente o espírito da época, deixando a sensação de que falta profundidade no retrato do auge artístico da cantora. Apesar de algumas limitações, "Meu Nome é Gal" é uma homenagem respeitosa a uma das maiores artistas da música brasileira.
Meu Nome é Gal mostra uma cantora perdida dentro um grupo de baianos alienados. Diálogos vazios e trama mambembe. A qualidade da produção é pobre assim como as atuações. O filme demora a começar e termina de repente. Um musical sem canções, um drama sem lágrimas e um romance sem beijos.
Ao fim uma certeza: Gal Costa não cabe nos escassos 87 minutos do filme. Não é um filme didático. O desconhecimento de personagens, além dos óbvios, que orbitavam o universo tropicalista, resultará em uma experiência menos completa. Detalhes que beiram o insuportável: o pseudo envelhecimento de cenas, que parece produzido com o filtro de algum celular infantil e o descompasso entre a música, quando dublada, e os movimentos da boca. Impossível, para quem viveu a época, não ser tomado pela nostalgia e não participar cantando dos números musicais. Viva Gal. Para sempre.
O filme é bom. Sim, poderia ter sido melhor mas não tira o mérito de contar a história dessa cantora lendária e falar um pouco sobre o ativismo e movimentos que marcam época. Vale a pena assistir. As atuações são medianas, a atriz principal está muito bem. Faltou uma estrelinha porque merece um filme mais digno da cantora.
Meu Nome é Gal é um filme que mostra a trajetória de uma das maiores cantoras Brasileiras, o filme se passa no final dos anos 60 e também retrata a ditadura onde Caetano, Gil e Maria Bethânia acompanham a Maria da Graça se tornar Gal Costa, o Filme e uma afirmação de o quanto o cinema Nacional esta mais vivo do que nunca.
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