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Cristina Auresco
1 crítica
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2,0
Enviada em 20 de outubro de 2023
FILME MONOTONO. VC FICA AGUARDANDO O MOMENTO QUE ELA VAI EXPLODIR COM SUA VOZ BONITA, MAS ISSO NAO ACONTECE. A DUBLAGEM É MAL FEITA E EM ALGUNS MOMENTOS, PARECE QUE CAETANO E GIL SAO OS PROTAGONISTAS DO FILME. NAO RECOMENDO.
Filme decepcionante, raso, simplório, sem graça, a Gal foi uma grande cantora, deveria ter muito mais, o filme deveria ser grandioso, como ela era. Horrível.
O que vi foi Gal Costa sendo coadjuvante do Caetano. Em nenhum momento mostrou uma mulher forte, ao contrário, dependente de Caetano e Gil. Sai do cinema sem saber a história dela e pra falar a verdade... ainda bem que ela não viu o filme... ficou parecendo uma pessoa que não viveu... e qd ela se libertou do Caetano e filme acabou... DECEPCIONADA a imagem que vou ter agora dela é triste... personagens sem nomes, pedaços de história sem conexão e que se contradiziam em vários momentos.... NÃO RECOMENDO
Meu Nome é Gal mostra uma cantora perdida dentro um grupo de baianos alienados. Diálogos vazios e trama mambembe. A qualidade da produção é pobre assim como as atuações. O filme demora a começar e termina de repente. Um musical sem canções, um drama sem lágrimas e um romance sem beijos.
O filme é bom. Sim, poderia ter sido melhor mas não tira o mérito de contar a história dessa cantora lendária e falar um pouco sobre o ativismo e movimentos que marcam época. Vale a pena assistir. As atuações são medianas, a atriz principal está muito bem. Faltou uma estrelinha porque merece um filme mais digno da cantora.
Filme gostoso de assistir com bom enredo, boas atuações, boa contextualização histórica e cenas memoráveis. Fiquei pensando durante e depois do filme que clima bom deveria ser estar no mesmo espaço que Gal, Caetano, Gil, Betânia, João Gilberto, Tom Zé...muito talento e criatividade em um pequeno espaço (vivendo o auge das suas juventudes). Além de abordar bem a história em primeira pessoa de Gal (com ótima atuação de Sophie Charlotte), com a narrativa da Gracinha que saiu do casulo pra se tornar a sublime Gal, o filme cria um pano de fundo simultâneo relatando a ditadura militar e o desenvolvimento do tropicalismo nesse contexto. Tudo simplesmente muito impactante, porém tudo conectado. Mais um filme para entrar no rol dos bons filmes brasileiros autobiográficos junto a Tim Maia, Cazuza etc. Por último, gostaria de ressaltar dois pontos: Primeiro, o nascimento e a estreia das músicas de Gal (inclusive, com Caetano) sendo contextualizados, segundo o posicionamento dos tropicalistas com relação a Jovem Guarda durante o filme (particularmente, gosto mais dos primeiros). Por mais filmes assim. Recomendo!
Explica de forma simples, e muitos espectadores esquecem que Gal Costa uma artista excepcional, não tem como retratar de forma mais estrutura. Se quiserem saber sobre a história estude a biografia é um retratação voltada para ela e sua jornada apenas.
Gal não parecia a protagonista do filme. História rasa. Interpretação aquém do esperado. Assisti muitos filmes biografias ultimamente e esse foi realmente monótono e decepcionante.
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