Yesterday
Média
3,9
561 notas

55 Críticas do usuário

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8 críticas
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5 críticas
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Claudio K
Claudio K

4 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 16 de setembro de 2019
Filme bacaninha pra se ver, do tipo "sessão da tarde"!
Só não concordo muito com a mensagem. The Beatles foi um fenômeno que aconteceu na época certa, com as pessoas certas e no lugar certo. Foi um acontecimento único, similar ao alinhamento dos planetas. Mas como tudo evoluiu, (ou involuiu) conforme o que escutamos hoje em dia, tenho certeza que se as músicas dos Beatles surgissem hoje, seriam um total fracasso!
Lilian M
Lilian M

11 seguidores 76 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de setembro de 2019
para um filme comercial, é muito bom, divertido, pra cima, e fala sobre ética e decisões na vida, na verdade é bem bonitinho. recomendo!
Bkoury
Bkoury

2 seguidores 8 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 12 de setembro de 2019
Ideia surreal mas, poderia ter sido melhor explorada.
Falta total de "quimica" entre o par romântico do filme.
Roteiro fraco.
Só as músicas dos Beatles ainda permitem perder o tempo com esse filme. Veja se for fã ardoroso dos Beatles ou não ter nenhum outro filme para assistir.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de setembro de 2019
Após sofrer um acidente, um cantor-compositor (Himesh Patel) acorda numa estranha realidade, onde ele é a única pessoa que lembra dos Beatles. Com as músicas de seus ídolos, o protagonista se torna um sucesso gigante, mas a fama tem seu preço.

Estava muito ansioso para assistir esse filme desde a primeira vez que fiquei sabendo dele primeiramente por ser muito fã dos Beatles e saber que teria trilha sonora deles mas o filme foi muito legal só de imaginar o mundo sem os Beatles seria surreal mas o filme vale muito a pena fora que a trilha sonora é fantástica e ainda com a participação do Ed Sheeran⭐⭐⭐⭐
Bruno S
Bruno S

2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 11 de setembro de 2019
Confira a crítica de Yesterday
Existem os marcos históricos em vários lugares, momentos que mudaram o rumo, não só eventos como guerras e invenções, por exemplo, entram nas linhas históricas; na música também há seu marco histórico e na linha temporal do arco do rock and roll é o quarteto de Liverpool, com Paul, John, George e Ringo.
E se eles nunca tivessem fundado os “The Beatles”? E apenas uma pessoa na Terra tivesse lembrança das músicas feitas pelos 4? Essa é a premissa de ‘Yesterday’, onde após sofrer um acidente o cantor endividado Jack Malik (Himesh Patel), apenas ele sabe as canções. E ele decide gravá-las após uma ligação de Ed Sheeran (Ele faz ‘ele mesmo’ no filme) saber das canções.
O longa trabalha bem a moralidade (Mesmo que rasa) envolvida neste sentido, afinal, o protagonista está certo ou errado ao fazer isso? Mesmo não se aprofundando muito neste aspecto é interessante o longa ter isso inserido este termo e demorar um pouco para encher a narrativa com canções como Let it be, Yesterday e Eleanor Rigby.
Os roteiristas Jack Barth (Operação Invasão) e Richard Curtis (Mama Mia 2) escrevem uma boa história e ainda usa as músicas certas nos momentos corretos, além de fazer algumas mudanças nas letras para contar melhor a história. A única liberdade fora da curva, é que o mundo musical é bem parecido do que é hoje, muitos artistas com certeza não teriam surgido se os quatro garotos não tivessem tocado juntos, isso não atrapalha a narrativa, mas é bom lembrar disso antes de ver o filme.
O casal formado por Jack e Ellie (Lily James) é o típico casal de comédias romântica, e o filme além de abraçar as músicas dos Beatles, abraça este gênero, temos neste filme nenhuma novidade neste sentido, até por isso é complicado avaliar com profundidade a atuação de ambos, eles entregam o que se espera neste sentido. O único ponto a ser lembrado que é o primeiro filme para o grande público de Himesh.
O saldo final é positivo, mesmo sendo um filme que não se aprofunda em alguns momentos sendo basicamente uma comédia romântica com músicas dos Beatles, ficando dentro dos materiais de divulgação.
DUDU SILVA
DUDU SILVA

78 seguidores 335 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de setembro de 2019
Fui assistir so pelas musicas dos beathes, que continuam excelentes, mas um ponto negativo nesse filme é o romance, que pra mim desviou totalmente o foco que era as musicas dos beathes, e o final nenhuma surpresa, mas vale a pena pelas musicas dos beathes e pelas piadas/alivio comico que estam bem engraçadas.
Augusto H
Augusto H

2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de setembro de 2019
Filme com uma história diferente. Sem ser mais do mesmo. Achei divertido. Equipe de atores muito justos para os papéis.
Felipetaiar
Felipetaiar

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de setembro de 2019
Filme muito bom. Com boa interpretação por parte dos atores, roteiro muito bem escrito e com muito mais comédia do que eu esperava o filme ganhou meu coração e trouxe grandes versões na voz do protagonista.
Filipe N.
Filipe N.

28 seguidores 52 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de setembro de 2019
Filme bem feitinho, atores carismáticos, história autêntica e original. Vale a pena ver com a namorada (o). Mas é muuuito clichê e um pouco bestinha, e deixa algumas coisas soltas. Tipo, onde estava Paul Mccartney? (tudo bem que não precisa explicar tudo). As músicas não ficaram legais na voz do cara e achei que faltaram alguns clássicos. A trilha sonora acabou não ficando tão cativante como deveria. Enfim, eu gostei, mas achei que faltou detalhes sutis que poderiam tornar o filme mto mais marcante.
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de setembro de 2019
Partindo de uma premissa bastante curiosa, o diretor Danny Boyle (Trainsporting, Quem Quer ser um Milionário?) imagina um mundo onde fatores culturais e populares estabelecidos em nossas vidas não existem – e, consequentemente, o choque que isso causa ao redor das pessoas. Pois não deixa de ser inusitado, para quem conhece um mínimo de história da música dos últimos 50, idealizar o cotidiano da população sem a existência dos Beatles – a banda que mais vendeu discos na história, vinda da cidade de Liverpool, Inglaterra, com seus quatro lendários artistas – que revolucionaram a música com sua sonoridade, letras e um “algo mais” que só eles conseguiam – o encanto que causaram no mundo todo, através de todas as suas canções, mensagens e uma poesia musical que nunca o mundo tinha escutado – e sentido. Mais do que merecido, um filme que aponte sua importância cultural no planeta é facilmente bem-vindo – mas, infelizmente, este novo trabalho de Boyle acaba sendo recheado de clichês e personagens vazios, que soam terrivelmente ingênuos, em comparação com o legado da banda que mudou a música para sempre.

Yesterday conta a história do funcionário de um supermercado de uma pequena cidade inglesa, o cantor e compositor Jack Malik (Patel), que almeja o sucesso de suas músicas; tendo apenas o suporte de sua melhor amiga Ellie (James) e alguns poucos amigos, ele se sente frustrado pela falta de reconhecimento como artista. Até que um dia ele é atropelado por um ônibus, após um enorme apagão (com proporções mundiais) acontecer. Quando acorda, nota que todas as pessoas ao seu redor (e no resto do mundo) simplesmente não conhecem os Beatles e suas músicas – assustado com isso a principio, ele logo tem a ideia de utilizar as músicas da banda mais famosa de todas como se fossem suas próprias composições – e, rapidamente, atinge um sucesso enorme – mas o peso na consciência por se achar um farsante e a distância que acaba tendo de Ellie, por causa dos constantes shows ao redor do mundo, faz com que Jack olhe sua vida de outra maneira – notando como não aproveitou a companhia de sua amiga da melhor forma – além de perceber o lado perigoso do sucesso musical.

Se por um lado Danny Boyle e o roteirista Richard Curtis sabem impor facilmente o impacto cultural dos Beatles, é lamentável notar que tudo é comparado a uma história de amor simplista, envolta de personagens com atitudes infantis e situações infundadas – mesclados com mensagens obvias sobre o desgaste e oportunismo dos produtores musicais de hoje – além de criar estereótipos para cada individuo da trama – existe aquele para ser alivio cômico ou aquela para ser um tipo de vilã para a história – ambos irritantes e desnecessários – e, sim, eu estou falando do amigo ajudante de Jack, vivido por Joel Fry, e da empresária Debra de Kate McKinnon, que parece uma criação tão enfadonha e simplificada, que só está ali para expor os defeitos de Jack e humilha-lo, como se isso fosse algo engraçado – acaba sendo uma composição que apenas irrita por ser fraca, e não pela ainda forçada intensão de transforma-la em inimiga de tudo e todos – mesmo que represente o lado inescrupuloso e manipulador dos empresários musicais. Tal enfoque raso também pode ser visto na inexpressiva participação do cantor pop Ed Sheeran, interpretando ele mesmo – de maneira bastante unidimensional, onde o roteiro o mostra como um cara bondoso demais – difícil engolir que um artista tão famoso como ele queira ajudar de livre e espontânea vontade (sem querer lucro) um anônimo que ele viu na TV – algo que soa forçado, mesmo que a natureza da trama seja concebida com uma certa “licença poética” – afinal, o tal “apagão” que tirou da memória da população as músicas dos Beatles não tem nenhuma explicação – e, creio eu, deixar isso sem explicar é uma boa decisão, a fim de cair em razões forçadas que não ajudariam em nada na intenção final do longa.

O que nos traz ao alicerce principal do filme, que, mesmo sendo ingênuo, como disse lá no começo, ainda é capaz de fazer Yesterday ser um filme assistível e minimamente divertido: a relação entre Ellie e Jack, mostrando a transformação de uma grande amizade em paixão – sustentado aqui pelas atuações corretas dos dois atores – tirando o fato de conviverem juntos tão próximos e nada ter rolado, é convincente o sentimento que se cria entre os dois – a composição de Lily James para sua Ellie é adequada porque foge bem de caras de “perdidamente apaixonados” – o olhar da atriz, quando vê Jack, por exemplo, é de alguém que reprime seu sentimento – e, nesse aspecto, o Jack de Himesh Patel também acerta, ao não apelar para choros ou expressões exageradas – mesmo que o roteiro não saiba demonstrar vários traços da personalidade de Jack, como sua vontade ou paixão pela música, antes da fama; mas acerte em demonstrar sua frustração por ser taxado apenas de “funcionário do mercado” – ainda assim, o ator merece elogios pela maioria das músicas que canta – sim, ele cantou, não foi dublado – creio que apenas desliza quando interpreta a clássica “Help”, em um tom bem exagerado e querendo exprimir um óbvio sentimento de pedido de “socorro”, pela situação em que vai ficando.

Mas, em contra partida, o diretor se sai muito bem em usar outras canções com funções especificas para a narrativa; o uso de “Back in the U.S.S.R” quando ele faz uma apresentação na Rússia; a forma como apresenta “Let It Be” para sua família; o modo como Ed Sheeran pensa em deixar mais pop o refrão de “Hey Jude” – representando a mudança cultural das gerações atuais; e, talvez o melhor momento do filme, quando Jack apresenta para seus amigos a canção que dá titulo ao filme – a emoção que Boyle transmite à cena é evidente na condução exata dos atores, onde eles transparecem a emoção pelo impacto da letra da canção – e, para o espectador, não deixa de ser curioso imaginar como se fosse a primeira vez que estivesse escutando esta obra-prima em formato de música – a letra da canção se encaixa de forma natural a história dos dois personagens principais – e a forma como Jack tenta se inspirar para continuar lembrando das letras das músicas (afinal, ele não tem nenhum lugar para ouvi-las, na realidade em que se encontra) é curiosa, especialmente para quem conhece a história da banda – como quando ele precisa ir até a rua “Penny Lane” ou quando visita o tumulo de Eleanor Rigby – o diretor também faz discretas amostras de como o mundo da música é diferente hoje, principalmente, nos bastidores – como quando os marqueteiros da gravadora de Jack consideram o álbum “White Album” como algo que induziria ao racismo – embora apresente falhas em sua construção, o roteiro se mostra respeitoso quando introduz mais três personagens no terceiro ato, para ressaltar o vazio cultural que sentiríamos sem os Beatles – sendo que em um deles, o resultado lembra um pouco a abordagem de Quentin Tarantino em Era Uma Vez... em Hollywood – em uma cena especifica que surpreende e pode emocionar os fãs.

Enfim, Yesterday é um filme divertido e respeitoso ao legado da banda mais famosa de todos os tempos – mas, infelizmente, está bem longe da complexidade de pensamentos e sentimentos que Paul, John, George e Ringo transmitiram para o nosso mundo. Os Beatles, ao contrário do filme, tinham grandes ideias e sabiam transmiti-las da melhor forma possível – infelizmente, Danny Boyle expõe uma boa ideia com pouco brilho, se comparado com os garotos de Liverpool.
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