Yesterday
Média
3,9
561 notas

55 Críticas do usuário

5
8 críticas
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Beatriz A
Beatriz A

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0,5
Enviada em 6 de outubro de 2019
Filme péssimo, sem um enredo, com relacionamentos distorcidos e coloca a imprensa e a empresária do artista em posições extremamente caricatas. Pontos positivos: as músicas - mas não perca seu tempo, coloque um disco pra tocar.
André F.
André F.

1 seguidor 7 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de outubro de 2019
É um filme, por assim dizer, bonzinho.

Pontos altos: a direção (traz o conhecido estilo de Danny Boyle: dinamismo “pop”, com um toque de videoclipe); a montagem; a trilha sonora; e, muito importante no filme, a edição e mixagem de som.

Decepciona: o roteiro. É uma homenagem bonita aos Beatles. E o filme consegue até acabar bem. A verdade, porém, é que tudo é tratado de modo muito superficial, desde a relação amorosa do personagem até seu dilema entre o sucesso na fraude e o anonimato na honestidade. Outro ponto: o filme parte da ideia de que as músicas dos Beatles, se nascessem hoje, teriam o mesmo sucesso de antanho. Um equívoco retumbante que incomodará qualquer espectador mais crítico que fã.

E os atores? O elenco está bem, mas quem se sai melhor acaba por ser uma atriz secundária: Kate McKinnon (como Debra, a empresária americana do novo astro).

Os Beatles agradecem a homenagem.
edumkono
edumkono

9 seguidores 56 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de outubro de 2019
A gente sabe que é um filme com uma idéia legal, mas que não dá para fazer um filmaço em relação a isso. É uma idéia criativa e isolada. Gostoso é pensar que você tem um material bom, mas será que ele fará sucesso nas suas mãos? Será que ele fará sucesso neste século? Esses "se" são muito legais, além da questão da consciência e culpa em ser um pseudo-plágio. Filminho de sessão da tarde. Tem que ser encarado como "perdi 2h sabendo que ia ser água-com-açúcar", mesmo.
Alexandre M.
Alexandre M.

9 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de setembro de 2019
"Um mundo sem os Beatles seria um lugar infinitamente pior" é o que diz uma das personagens do filme. E isso é uma grande verdade. O filme tem o poder de fazer com que saiamos do cinema mais felizes. Ponto alto para a participação de Ed Sheeran que, com muito bom humor, se vê ofuscado pelo jovem músico, que é a única pessoa que se lembra das música dos Beatles.
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 30 de setembro de 2019
Yesterday é aquele tipo de filme que tem como principal conceito uma ideia interessante, criativa, e (quase) original, em um set up que deixa aberto infinitas possibilidades para se fantasiar, mas que na maior parte do tempo fica refém da própria ambição de sua ideia e não consegue ir muito além da premissa divertida. É um filme naturalmente leve e cativante dado à sua temática, tem um elenco carismático que funciona bem junto na maior parte do tempo. O problema é que o romance pano de fundo da trama central é muito pouco ou quase nada convincente, os personagens nunca conseguem de fato convencer o público do que eles sentem um pelo outro, e outra coisa que distrai bastante é o humor pra lá de fraquinho, apenas uma personagem no filme tem piadas que funcionam. No lugar de explorar com mais profundidade a sua ideia conceitual, como as variadas implicações da inexistência do maior fenômeno popular do século passado, Yesterday opta por fazer uma jornada esquemática de auto descoberta de um aspirante a músico, coisa que já vimos várias vezes no cinema. O filme parece não querer ir além do "Ah olha só aconteceu uma magia muito louca que fez com que os Beatles sumissem e esse cantor fracassado é o único que sabe as letras das músicas e agora ele vai passar por loucas aventuras", ao mesmo tempo em que passa mais da metade de sua duração tentando nos fazer simpatizar por um casal sem a menor química. Lily James está ótima como sempre, mas o seu talento não é bastante para preencher o vácuo de expressão Himesh Patel, que como ator é um ótimo cantor...Enfim, apesar de falhar na maioria das suas pretensões criativas, Yesterday ainda sim é um filme leve e cativante que apresenta um conceito surpreendentemente pouco explorado no cinema. E Beatles faz qualquer coisa valer apena mesmo. NOTA : 6.5 / 10
Lucas G.
Lucas G.

2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 29 de setembro de 2019
Ideia do filme era ótima, mas não souberam passar a realidade, roteiro fraquíssimo e final decepcionante.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de setembro de 2019
Yesterday, filme dirigido por Danny Boyle, se vale de um recurso narrativo já utilizado pelo cinema em obras como Sexta-Feira Muito Louca, dirigido por Mark Waters: quando temos um fenômeno raro sendo responsável por alterações significativas na vida das personagens. No caso do longa de Boyle, uma queda de energia a nível mundial faz com que Jack Malik (Himesh Patel) seja atropelado por um ônibus. Ao acordar, ele descobre que está vivendo em um mundo que não conhece os Beatles, nem as suas músicas e nem como eles revolucionaram a história do rock ‘n roll.

O lado musical é importante para Yesterday, pois Jack é um músico amador, que, no momento anterior ao do acidente, tinha acabado por decidir pela desistência de sua carreira, pois não via possibilidades de sair da rotina de apresentações em locais pequenos. Quando ele se depara com um mundo sem Beatles, ele toma para si a missão de apresentar essas canções para as pessoas, de forma a que elas se tornassem conhecidas e pudessem ocasionar as transformações vistas no mundo “normal”.

Em meio ao turbilhão em que se transforma a vida de Jack Malik, o roteiro escrito por Richard Curtis encontra tempo também para trabalhar as questões éticas que envolvem a apropriação de uma obra tão consolidada quanto a dos Beatles por uma outra pessoa (e se alguém descobrisse que Jack é uma farsa?), bem como os conflitos pessoais da personagem, que envolvem principalmente uma relação mal resolvida com sua melhor amiga e ex-empresária, Ellie Appleton (Lily James).

Se pudéssemos definir Yesterday com uma expressão, diríamos que este é o chamado feel good movie, aquela obra leve, descompromissada e que tem o simples objetivo de entreter e de fazer com que, durante aqueles minutos e horas, você se abstraia um pouco da realidade em que vive. O filme tem um senso de humor muito agradável, cenas deliciosas e se apoia, acertadamente, no carisma de Himesh Patel, que está perfeito em toda a montanha russa emocional pela qual Jack Malik passa no decorrer da obra.
Carlos Castro
Carlos Castro

989 seguidores 343 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de setembro de 2019
É oficial: depois de Mamma Mia, Bohemian Rhapsody e The Rocketman, filmes sobre artistas musicais ou suas músicas inseridas na trilha sonora é a nova formula de sucesso de Hollywood. Aqui a premissa é bem original e o filme tem todas as qualidades como os outros citados: é muito empolgante, emocionante e também engraçado.
Os pontos baixos ficam por conta da inserção de personagens caricatos demais que destoam dos outros personagens e o tom de comédia romântica, que por contar com uma historinha bem ralé de amor, não permite que o filme entregue tudo aquilo que poderia.
Juan M
Juan M

64 seguidores 28 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de setembro de 2019
Se for um fã dos Beatles (como é meu caso), vá sem esperar muito. Vai gostar. A ideia é original. O único ponto que me incomodou, e já li críticos falando isso, é que muita coisa, mas muita coisa mesmo, no mundo da música/arte seria diferente sem os Beatles. Isso o filme não conseguiu trazer. Seria muito complicado, lógico, mas renderia muita fantasia boa. Fui assistir já pensando na responsabilidade que deveria ser fazer um filme com um roteiro tão ousado, pelo menos na premissa. É como imaginar um mundo sem algum personagem que influenciou profundamente a sociedade. Caramba, é barra pesada. Mas, fora isso, diverte. Essa é a ideia. Veja de mãos dadas. Vale o ingresso. Como classificou a crítica de cinema Bárbara Demerov: "legal". É isso.
Renan T
Renan T

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de setembro de 2019
Genial a ideia, a mensagem central é nítida, música não tem rosto, não tem dono, o compositor é apenas um instrumento nesse universo!
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