"Não Fale o Mal" é um thriller psicológico que se destaca pela construção impecável de suspense e tensão. O filme mantém o público na ponta da cadeira, explorando os limites da cordialidade e do desconforto social de forma perturbadora. Com atuações marcantes e uma atmosfera sombria, ele entrega uma experiência intensa e envolvente, que prende a atenção do início ao fim.
Filme muito ruim , entediante , personagens burros , fazem coisas que um ser humano normal não faria , o final é pior ainda , filme sem pé nem cabeça , o pai e a mãe da menina são atores medianos , perca de tempo , um filme que dá raiva de assistir, e por final o bandido quase mata a família dele e o cara não dá um tiro no bandido , fraquíssimo .
Um ótimo filme, porém algumas decisões dos protagonistas (necessárias para a trama acontecer) são irritantes, beiram a burrice. Poderiam ter manejado o enredo de forma que não fizesse o telespectador duvidar da inteligência da família. Por fim, o final é agradável e o suspense se mantém durante o longa.
Não Fale o Mal é um thriller tenso que prende do início ao fim. James McAvoy brilha com uma atuação impecável, e a atmosfera de suspense é bem construída. O ponto fraco é o final, que segue a fórmula de ação previsível, sem grandes surpresas. Mesmo assim, é um ótimo filme, envolvente e cheio de tensão, que vale a pena assistir!
Não fale o mal é um remake hollywoodiano de um filme dinamarquês lançado em 2022. O filme contou com a direção e o roteiro de James Watkins. A história gira em torno de uma família norte-americana composta pelo casal Louise (Mackenzie Davis) e Bem (Scoot McNairy) e sua filha Agnes (Alix West Lefler) que conhecem uma família dinamarquesa composta pelo casal Paddy (James McAvoy) e Ciara (Aisling Franciosi) e seu filho que possui uma deficiência na língua que impede de falar, Ant (Dan Hough). A família norte-americana que mora em Paris, é convidada pelos dinamarqueses a visitar a sua casa localizada numa área rural. Após aceitar o convite e ir até onde a família mora, começa a problemática do filme. Percebe-se a diferença entre as famílias. O filme segue as mesmas premissas do original, modificando apenas que no lugar da família norte-americana era a dinamarquesa, e no lugar da família dinamarquesa (neste filme) era uma holandesa. Além disso, o terceiro ato foi modificado. Podemos dizer que a grande diferença, na qual deixou essa versão melhor do que a original foi a conversão da passividade vista no original, usada como desculpa da boa educação da família que era a vítima, para um suspense com algumas importantes reviravoltas. Em outras palavras, a versão do remake reconstruiu uma história que o público gostaria de ter visto no original (um suspense mais pipoca, mas melhor do que o original). Se paramos para pensar da necessidade de realiza um remake de um filme após 2 anos, é apenas aproveitar o hype. Neste filme também encontramos um tipo de terapia de casais, na qual as ações e decisões eram feitas mais em dupla do que individual.
Num bonito hotel à beira mar, na Itália, com um visual deslumbrante, um casal inglês muito simpático, engraçado, espirituoso, com um filho com problemas de fala, atraí e se aproxima de outro casal, norte-americano, de férias, com uma filha adolescente. O casal inglês desenha uma falsa amizade, convidando o casal americano a visitá-lo em sua fazenda, num remoto lugarejo de Londres. E, após hesitação e questionamentos da mulher do casal americano, decidem aceitar o convite. São recebidos com hospitalidade, porém, depois de algumas horas, são coagidos, ficam constrangidos e assustados, e tem início este suspense psicológico, que é um pesadelo sinistro e aterrorizante. O filme é “Não Fae o Mal” (Speak no Evil), lançado em 2024, roteirizado e dirigido por James Watkins, que é uma repaginação do filme dinamarquês do mesmo nome. Imperdível! É classificado como drama e terror, porém, entendo que terror não é uma classificação tão adequada.
Então.. se vc não viu o original, esse é ok. Bacana. Mas se vc viu o original percebe claramente que virou uma cópia levinha daquele que é um dos filmes com a moral mais escancarada possível. Nesse aqui não houve consequências pra tanto politicamente correto, pra tantos "sims" ditos sem querer, pra tantas concessões. Essa versão foi feita justamente pro norte americano que acha que se safa de tudo. A versão nórdica é uma paulada. Termina mal, muito mal, para os "mocinhos". Mostra sem firulas as consequências da falta de colocarmos limites em qualquer coisa na vida. Enfim. Se vc quer final água com açúcar, veja essa versão. Agora, se vc quer aprender uma loção de vida, pra nunca mais esquecer, veja o original.
Quando assisti a versão dinamarquesa confesso que fiquei puto com a reação ou a falta dela, no tocante aos personagens centrais, por mais que digam e tentem relativizar dizendo que é coisa cultural e tals, é impossível não ficar extremamente nervoso no decorrer do filme e principalmente em seu final. Por conta disso, prorroguei um bom tempo para ver esse remake agora com um toque Hollywoodiano para não correr o risco de passar outro stress novamente. Para quem não conhece a história, nesta versão, um casal americano com uma filha pequena conhecem na Toscana, um casal britânico que tem um filho com problemas de fala (dinamarqueses e holandeses na película original) que após as férias, recebem o convite para passar uns dias em um local bucólico, que é a residência dos britânicos. Porém com a chegada desses, situações deveras incovenientes por parte dos anfitriões começam a ocorrer, e a tensão e o suspense psicológico começam a desenrolar e segue aumentando na medida em que o filme avança. Dito isso, o roteiro vai seguindo fiel à versão dinamarquesa até diríamos, uns 3/4 do filme, porém o final é totalmente diferente e digamos, mais otimista em relação ao original, porém sem perder em nenhum momento a eletrizante tensão na eficiente direção de James Watkins. Mas ao contrário da obra original, está versão acaba sendo um entretenimento mais esquecível, quem já assistiu aos dois saberá do que estou falando. Então minhas considerações finais é de que: essa versão é um BOM filme e a versão dinamarquesa é um filme MUITO BOM ! Recomendo assistir aos dois, começando pela versão dinamarquesa.
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