O Diabo de Cada Dia
Média
4,1
606 notas

70 Críticas do usuário

5
22 críticas
4
24 críticas
3
10 críticas
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6 críticas
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Fernando Cesar Mossato
Fernando Cesar Mossato

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 27 de agosto de 2021
Não gostei, assisti pelo ator, mas a trama não agradou, desenvolvimento lento, muito sofrível, não recomendo.
Ruz
Ruz

6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de setembro de 2020
Gostei, excelentes atores, muito bem construída a trama, são várias histórias que se conectam, recomendo .
Bruna Cheble
Bruna Cheble

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 27 de setembro de 2020
Nunca vi um filme tão ruim. Um enredo sem graça , zero emoção e zero perspectiva. Odeio perder tempo da minha vida assistindo filme ruim.
Marie
Marie

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de setembro de 2020
Ótima obra, remete bastante as do diretor Quentin Tarantino, principalmente a chamada "era uma vez em Hollywood"
Giovanni Vegas
Giovanni Vegas

2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de setembro de 2020
Elevado pelas ótimas atuações, O Diabo de cada dia segue com um roteiro mediano e uma boa direção do Antonio campos, Poderia ser melhor mesmo assim é um acerto da netflix e serve como pipoca.
Gabriel T.
Gabriel T.

6 seguidores 29 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de setembro de 2020
Mesmo com uma corda, talvez não fosse possível amarrar tão bem os núcleos da história dessa adaptação da Netflix quanto o roteiro é capaz de fazer.

Baseado em um livro homônimo de Donald Ray Pollock, dirigido pelo diretor meio-brasileiro, Antonio Campos, e com grandes nomes no elenco, O Diabo de Cada Dia nos impressiona com o equilíbrio entre a linearidade e o fluxo cíclico de seu sórdido suspense.

Com a mistura do fanatismo religioso e do hedonismo no centro da obra, a história se desenlaça com uma série perturbadora de terríveis escolhas e suas consequências com característica superiores.

Envolvendo guerras travadas entre os homens e com o próprio Deus, independentemente da religião ou da falta dela, como visto em um os personagens do filme, o prazer luxurioso ou o sentimento de satisfação pela rigidez dogmática de uma crença superior formam paralelos nitidamente contrários, mas com um encontro inevitável.

No roteiro, um soldado volta para casa, atormentado pelos terrores da guerra. Em determinado restaurante, encontra o amor de sua vida em uma garçonete que é solicita aos apelos dos necessitados. No mesmo local, um fotógrafo aventureiro e perfeccionista se depara com outra apaixonante e sedutora garçonete atraindo-a com sua harmonia.

Um perderá a esposa para um câncer após súplicas brutais a Deus, com direito à sacrifícios e abusos rogando que o fizesse desaparecer, e o outro iniciará uma onda de voyeurismo atrelado à assassinatos brutais por muitos e muitos anos.

Fruto de um desses encontros temos a figura do jovem rapaz abusado pela religiosidade falha, fervorosa e de pouca duração de seu pai.

Paralelamente, temos a órfã moça que se entrega à adoração de um pastor exagerado e temente a Deus. Em mais um encontro despretensioso entre religiosos, temos a insanidade e a descrença surgindo do excesso de crença levando à um assassinato e à outra garotinha órfã, como no ciclo de sua própria mãe.

De encontro a essas duas crianças, ocorre o crescimento de uma relação pura entre irmãos de criação, logo afetada fatidicamente por mais um pastor que emerge à frente de sua falsidade e sedução.

Na produção, a todo o momento, somos apresentados à acasos do destino e a escolhas ativas sobre suas ações e acontecimentos. De qualquer maneira, decidindo agir ou sendo coagido a tal ato, não há um único “santo” ou inocente que não seja vítima de suas próprias ações em nenhuma região de encontro das duas cidades americanas ambientadas na obra.

Nem mesmo a pobre vítima de um suicídio que não era para ter ocorrido pode manter esse título por muito tempo. As ações que levaram a esse fim foram não só aceitas como a própria corda foi literalmente suspensa e amarrada em seu pescoço por suas próprias mãos.

Com alegrias passageiras e perturbações extensas durante toda a trama, praticamente sem descanso para tamanha aflição infligida a seus protagonistas e coadjuvantes, as atuações de seu elenco podem realmente te fazer acreditar que tanto sofrimento ou apatia a ele esteja realmente sendo sentido por todos. - Talvez nem tanto para a atuação de Robert Pattinson que não parece saber muito bem o papel a que está interpretando até os últimos momentos.

Ao final da obra, mais um encontro entre os extremos cíclicos da obra. Dois homens amargurados pela perda de suas respectivas irmãs. Nenhum inocente, mas um mais mal intencionado do que o outro, se reencontram no primeiro lugar onde foram conectados em suas vidas. Dessa vez, pela mesma motivação, mas com propósitos intensamente distintos.

Com um chegando para matar e o outro tentando apenas viver, fazendo tudo a seu alcance para isso, mais um conjunto falho de escolhas e atitudes pessoais é conectado nesse conjunto de histórias em que, aparentemente, não há nenhuma ligação, e com certeza, não há nenhum benefício.

Uma energia crescente que não se desenha uma linha reta, o filme amarra as peças de um quebra-cabeça em uma única linha formando um círculo muito bem montado, conectando cada peça da maneira a se encontrarem da forma mais feroz e imperceptível possível.

Assassinando o maniqueísmo e nos apresentando uma visão puramente baseada no prazer e nas falhas de seu fanatismo, seja ele mundano ou religioso, em nenhum deles na trama de O Diabo de Cada Dia, qualquer um de seus personagens pode ter um selo de “boa pessoa” atribuído a si em nenhum de seus dias.
Interligado #.
Interligado #.

6 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de setembro de 2020
O filme é bom. Deixa uma necessidade de pensar além, por causa do final aberto. No longa, o mal sempre está a espreita. Ele chega de várias formas e tenta corromper o "homem" (aqui utilizado no sentido de ser humano). Na busca inalcançável pelo bem, muitas vezes se busca a fé, no filme representada de várias formas. Mas o paradoxo fica por conta dessa fonte de bem também carregar o mal. Enxergamos a força do determinismo nas escolhas e como fica arraigada nossas experiência com o mal naqueles que nos são próximos. Até a força dá má sorte se destaca na película. Não adianta ser bom, ingênuo, forte, crédulo: não há como escapar. Na busca do bem, o protagonista se afunda no lado escuro. Contudo, quem pode julgar que suas escolhas são más? Ele é mais forte que o pai. Enfrenta seus medos por acreditar naqueles que são família para ele. O final, aberto: nos deixa a sensação de que algo bom pode acontecer? Claro que não, o próprio personagem tem devanios com uma vida em que seus atos são perdoados. Ele sabe que é delírio. Dança com o determinismo ao pensar em ir a guerra como seu pai. Declina. Não tem rumo. A partir dali será página em branco. Não sabe se será morto pelo estranho que lhe oferece carona. Ele descansa, pois sabe que foi além do pai, mesmo moldado por seus ensinamentos. Se virá algo bom ou ruim. Não importa mais.
Ryan
Ryan

474 seguidores 337 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de setembro de 2020
Atuações impressionantes, narração que cativa e cenários bem construídos. O filme consegue conectar todas as histórias envolvidas, mesmo sendo longo, termina entregando muito e faz valer cada segundo assistido. Críticas muito bem construídas e que jogam com os sentimentos de quem assiste. Trágico e infelizmente, real ao mostrar as múltiplas faces do mal.
William Ruiz
William Ruiz

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de setembro de 2020
Filme excelente. há tempos que não via uma trama tão bem elaborada... excelente trilha sonora, fotografia, enredo e atuações impecáveis. Trás a toxidade do fanatismo e intolerância religiosa, muito presente nos dias atuais, os extintos mais obscuros da humanidade: vingança, fúria, suicídio, psicopatia, muito sangue rsrs... em fim, uma das melhores produções da Netflix.
Nelson J
Nelson J

51.035 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de setembro de 2020
Daria o nome de Kill Bill ou Django livre religioso. Filme coloca a religião e seus excessos no centro da trama. Boas interpretações e roteiro lento.
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