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Legado513
1 crítica
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5,0
Enviada em 9 de dezembro de 2020
Barbara Demerov sua crítica é uma completa merda, o filme é completamente perfeito, não é qualquer pessoa que consegue compreender uma história tão profunda e o que o filme quis passar.
Filme impressionante e muito triste, o quanto chorei não ta escrito, achei as histórias dos personagens muito bem desenvolvidas com criticas bem colocadas a religião e seu fanatismo. É um daqueles filmes que vc fica desconfortável e muito triste, nossa que filme triste,spoiler: quando o pai mata o cachorro do filho, putz, que interpretação do ator mirim, fico mal até hoje quando lembro . No mais um filme emocionante cheio de reviravoltas.
O filme se arrasta entre cenas de violência gráficas e ideológicas, criando limbos entre uma e outra, com personagens fracos, postos em situações pouco fluídas, viajando de um passado desequilibrado para um futuro inconsequênte, e incapaz de propor com isso, a validade ou a invalidade de suas ações. A sociedade machista e religiosa é menos que um plano de fundo no desenvolvimento da história e na construção dos personagens, tendo como base, a tendência à violência, sendo este o farol do filme. Resumindo, a obra é um "mero filme de elenco", e nada mais.
Nunca assisti um filme que me causace tanto desconforto. Porém, não foi um desconforto positivo. Achei um filme pesado e até apelativo demais, aborda temas pertinentes como alienação religiosa e assassinatos em série, sadismo, enfim. O filme é muito longo.Os atores estão bem nos papéis, o que é um destaque bacana no filme.
(CANAL RECOMENDA FILMES - YOUTUBE) - (Inscreva-se p/ mais críticas). O filme o Diabo de cada dia se passa numa cidadezinha muito pequena no interior dos Eua entre a 2 guerra mundial e a guerra do Vietnã. É muito interessante saber que é nesse background que se dá a trama, e o filme nos narra a história alguns personagens completamente bizarros, mas que muito bem escritos e bem plausíveis para aquele contexto. O filme é bem forte em nos mostrar algumas realidades cruéis que de fato acontecem até hoje na nossa realidade mesmo, como a frieza de um casal de serial killer atuando para satisfazerem suas loucuras. A influência que líderes religiosos podem exercer e quando mal-intencionados podem tirar proveito disso. Mostra também os problemas que o extremo fanatismo religioso pode causar a ponto de tirar vidas. E tb o mal exemplo que os pais agressivos podem dar a uma criança que ao crescer perpetua, mesmo que inconscientemente as ações ora apresentadas pelo pai. O Diabo de cada dia não é terror, mas é um filme bem pesado, é um filme que afeta muito mais o psicológico pois expoe as facetas mais terríveis do ser humano. O clima pesado ainda é mais acentuado pela ótima produção, com uma paleta de cores mais escura, trilha sonora envolvente, background muito bem desenvolvido tanto dos personagens como da época dos fatos, além das interpretações de primeiríssima qualidade dos atores.
Muito bom, as atuações estão impecáveis. Por mais que seja um filme parado consegue prender quem assiste por ter um roteiro extremamente entrelaçado entre os personagens.
Por um momento tinha achado que era um filme do Tarantino. Muito sangue, tudo ao extremo e essa narrativa que vai ligando uma história na outra, fez o filme render muito bem. Tom Holland está ótimo no papel. Uma crítica certeira ao fanatismo religioso. Preciso e pertinente.
Baseado no livro escrito por Donald Ray Pollock (que atua como narrador do filme), “O Diabo de Cada Dia”, longa dirigido e co-escrito por Antonio Campos, aborda diversos personagens que lutam, cada um à sua maneira, com as suas imperfeições - ou, como preferir, com o lado negativo de sua existência que cada um deles tem que enfrentar a cada dia.
São várias linhas narrativas, que, em um momento (ou em múltiplos) de “O Diabo de Cada Dia”, irão se entrecruzar. O filme enfoca a história de pessoas que têm em comum entre si, além daquilo que destacamos no início da nossa resenha crítica, o aspecto trágico em suas vidas - seja ele na forma de perdas, da presença da violência (em todos os seus sentidos), ou da corrupção (também em todos os sentidos que essa palavra há de ter).
Querendo quebrar essa sina, temos Arvin (Tom Holland), um jovem órfão bem intencionado, que vive com a avó e o tio numa pequena cidade, e que ama a jovem (Eliza Scanlen) que foi criada com ele - e que também é órfã - como a uma irmã. Assim como o seu pai (Bill Skarsgård), ele tem um instinto de proteção muito grande com aqueles a quem ama - e é isso que o moverá no decorrer do filme.
“O Diabo de Cada Dia” é um filme que tem elementos muito interessantes, porém que falha na forma como o roteiro está estruturado. Como, por boa parte do tempo, as diversas histórias que compõem a trama não dialogam entre si, o filme só começa a fazer sentido quando essas tramas se cruzam. Os momentos finais do longa também são muito positivos. Por um momento, queremos que a realidade imaginada por Arvin seja verdadeira. Ele merecia isso, depois de tudo o que passou.
Tem uma abordagem interessante e uma boa condução dos atos. A maneira como as histórias vão se cruzando através da "religiosidade" de que cada personagem carrega é muito bem explorada, ficando um pouco longo o filme, mas vale a pena assistir.
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