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Samy
1 crítica
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1,5
Enviada em 17 de janeiro de 2021
Filme altamente superestimado. As mortes deixam de ser pesadas e dramáticas quando eles colocam isso de forma adoidada e com absolutamente nenhuma nuance para deixar as mortes com mais impacto. Enredo fraco, preguiçoso e conveniente. Definitivamente não funciona. Nota 1.5 pelos atores e por mínimas cenas decentes.
Bom filme, com uma narrativa que te prende do início ao fim. Com pontos que estão interligados... Um dos melhores filmes de 2020, principalmente para aqueles qur gostam do gênero.
(CANAL RECOMENDA FILMES - YOUTUBE) - (Inscreva-se p/ mais críticas). O filme o Diabo de cada dia se passa numa cidadezinha muito pequena no interior dos Eua entre a 2 guerra mundial e a guerra do Vietnã. É muito interessante saber que é nesse background que se dá a trama, e o filme nos narra a história alguns personagens completamente bizarros, mas que muito bem escritos e bem plausíveis para aquele contexto. O filme é bem forte em nos mostrar algumas realidades cruéis que de fato acontecem até hoje na nossa realidade mesmo, como a frieza de um casal de serial killer atuando para satisfazerem suas loucuras. A influência que líderes religiosos podem exercer e quando mal-intencionados podem tirar proveito disso. Mostra também os problemas que o extremo fanatismo religioso pode causar a ponto de tirar vidas. E tb o mal exemplo que os pais agressivos podem dar a uma criança que ao crescer perpetua, mesmo que inconscientemente as ações ora apresentadas pelo pai. O Diabo de cada dia não é terror, mas é um filme bem pesado, é um filme que afeta muito mais o psicológico pois expoe as facetas mais terríveis do ser humano. O clima pesado ainda é mais acentuado pela ótima produção, com uma paleta de cores mais escura, trilha sonora envolvente, background muito bem desenvolvido tanto dos personagens como da época dos fatos, além das interpretações de primeiríssima qualidade dos atores.
Ótima fotografia, direção, roteiro aonde trás uma história pertinente principalmente para os dias atuais. O diabo de cada dia, esse nome é perfeito para esse enredo que prende do começo ao fim.
O filme se arrasta entre cenas de violência gráficas e ideológicas, criando limbos entre uma e outra, com personagens fracos, postos em situações pouco fluídas, viajando de um passado desequilibrado para um futuro inconsequênte, e incapaz de propor com isso, a validade ou a invalidade de suas ações. A sociedade machista e religiosa é menos que um plano de fundo no desenvolvimento da história e na construção dos personagens, tendo como base, a tendência à violência, sendo este o farol do filme. Resumindo, a obra é um "mero filme de elenco", e nada mais.
Comecei a assistir na mais boas das intenções por indicação de uma amiga. A primeira cena que me chocou e muito foi que um cachorro é assassinado propositalmente pelo dono esperando um milagre de Deus para salvar a esposa do retardado de um câncer. Horrível. Depois de ver que não deu certo ele se mata em frente à uma criz de madeira que usava para rezar e nela colocou o cachorro que matou de forma crucificada. Depois, um psicopata mata a própria esposa achando que tem o poder de fazê-la voltar à vida. Esse mesmo psicopata depois é assassinado a sangue frio por outro idiota que queria que ele transasse com a esposa dele enquanto ele tirava fotos, como ele não aceitou, tomou dois cocos direto na testa e foi se encontrar com a esposa que matou.
Outros absurdos acontecem, paro por aqui para "não dar spoiler", duvido que publicarão isso.
Elenco ótimo, atuações fantásticas e um enredo pesado, mas muito interessante. Não achei lento, o filme explora bastante as sub tramas pra evitar o sentimento de conveniências e consegue conectar muito bem a história. Uma história essencialmente sobre violência, abuso e maldade, tendo como pano de fundo de tudo o tema da religião. Longe de ser uma crítica a ela em si, enxerguei muito mais direcionada a quem pratica, interpreta, deturpa e tira vantagens.
O Diabo de Cada Dia é um thriller psicológico intenso e envolvente, que se destaca pela atmosfera sombria, atuações marcantes (especialmente de Tom Holland e Robert Pattinson) e uma narrativa que entrelaça violência, fé e corrupção de forma impactante. A direção de Antonio Campos cria um clima tenso e perturbador, tornando o filme uma experiência imersiva e reflexiva sobre os extremos da natureza humana.
Assisti por falta de opção, mas foi uma grata surpresa. Boas atuações, cenas fortes como a do sacrificio do cão, sem a necessidade do explicito brutal. A palavra de Deus na boca dos homens torna-se a palavra de deus e pode ser interpretada de diversas maneiras, inclusive da maneira inversa a que deveria. Infelizmente o mundo está aí para provar que isso ocorre com frequencia. Eu recomendo a assistir.
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