O Diabo de Cada Dia
Média
4,1
606 notas

70 Críticas do usuário

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jaime filho
jaime filho

10 seguidores 86 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de março de 2021
Filmaço. Várias histórias distintas, aparentemente difusas que se entrelaçam numa única história. Genial.
Clarissa F.
Clarissa F.

4 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 18 de setembro de 2020
Uau, não acredito que perdi 2h14 da minha vida pra assistir esse filme. História parada que dá muito sono, cochilei e tive que voltar várias vezes pra conseguir terminar. Fora que o desenvolvimento dos personagens é muito raso e você não consegue sentir empatia pelo personagem principal: gosto muito da atuação do Tom Holland mas nesse filme ele ficou com a mesma expressão o filme inteiro. Na verdade não dá pra sentir empatia por nenhum dos personagens e eles chegam até a serem irritantes. A única parte que me animei pra assistir foi quando spoiler: ele finalmente mata o pastor pedófilo,
mas de resto, é um filme raso e desconfortável, um desperdício de atrizes e atores muito bons. A 0,5 estrela da avaliação vai pro elenco e a caracterização de época do filme que estavam impecáveis, assim como a ótima crítica sobre seguir uma religião cegamente e os perigos disso, de resto só lamento.
Bruna Cheble
Bruna Cheble

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 27 de setembro de 2020
Nunca vi um filme tão ruim. Um enredo sem graça , zero emoção e zero perspectiva. Odeio perder tempo da minha vida assistindo filme ruim.
Fernando Cesar Mossato
Fernando Cesar Mossato

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 27 de agosto de 2021
Não gostei, assisti pelo ator, mas a trama não agradou, desenvolvimento lento, muito sofrível, não recomendo.
Dulci B
Dulci B

7 seguidores 55 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de setembro de 2020
Filmaço!! Atuações incríveis, e assuntos como o fanatismo religioso, de um jeito que eu nunca vi em outro filme!!
gabriel.dsanchez
gabriel.dsanchez

9 seguidores 127 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de abril de 2023
Um filme poderoso! Ótimo enredo, ótimas atuações!

Todo ator chave rouba o show quando é hora de brilhar. A atuação é soberba e merece atenção.

O enredo é muito profundo, forte e emocional. Isso também pode afastar pessoas desavisadas, já que o filme pode parecer um pouco arrastado. E meio que faz. Você precisa estar pronto para uma longa viagem se assistir a isso e, se você gosta de dramas pesados, este é um dos quais você vai gostar.

A pontuação é boa, mas nada exagerado. Acho que poderia ser outra coisa, mas provavelmente é ofuscado pela atuação e pelo poder que esse filme tem.
Gabriel T.
Gabriel T.

6 seguidores 29 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de setembro de 2020
Mesmo com uma corda, talvez não fosse possível amarrar tão bem os núcleos da história dessa adaptação da Netflix quanto o roteiro é capaz de fazer.

Baseado em um livro homônimo de Donald Ray Pollock, dirigido pelo diretor meio-brasileiro, Antonio Campos, e com grandes nomes no elenco, O Diabo de Cada Dia nos impressiona com o equilíbrio entre a linearidade e o fluxo cíclico de seu sórdido suspense.

Com a mistura do fanatismo religioso e do hedonismo no centro da obra, a história se desenlaça com uma série perturbadora de terríveis escolhas e suas consequências com característica superiores.

Envolvendo guerras travadas entre os homens e com o próprio Deus, independentemente da religião ou da falta dela, como visto em um os personagens do filme, o prazer luxurioso ou o sentimento de satisfação pela rigidez dogmática de uma crença superior formam paralelos nitidamente contrários, mas com um encontro inevitável.

No roteiro, um soldado volta para casa, atormentado pelos terrores da guerra. Em determinado restaurante, encontra o amor de sua vida em uma garçonete que é solicita aos apelos dos necessitados. No mesmo local, um fotógrafo aventureiro e perfeccionista se depara com outra apaixonante e sedutora garçonete atraindo-a com sua harmonia.

Um perderá a esposa para um câncer após súplicas brutais a Deus, com direito à sacrifícios e abusos rogando que o fizesse desaparecer, e o outro iniciará uma onda de voyeurismo atrelado à assassinatos brutais por muitos e muitos anos.

Fruto de um desses encontros temos a figura do jovem rapaz abusado pela religiosidade falha, fervorosa e de pouca duração de seu pai.

Paralelamente, temos a órfã moça que se entrega à adoração de um pastor exagerado e temente a Deus. Em mais um encontro despretensioso entre religiosos, temos a insanidade e a descrença surgindo do excesso de crença levando à um assassinato e à outra garotinha órfã, como no ciclo de sua própria mãe.

De encontro a essas duas crianças, ocorre o crescimento de uma relação pura entre irmãos de criação, logo afetada fatidicamente por mais um pastor que emerge à frente de sua falsidade e sedução.

Na produção, a todo o momento, somos apresentados à acasos do destino e a escolhas ativas sobre suas ações e acontecimentos. De qualquer maneira, decidindo agir ou sendo coagido a tal ato, não há um único “santo” ou inocente que não seja vítima de suas próprias ações em nenhuma região de encontro das duas cidades americanas ambientadas na obra.

Nem mesmo a pobre vítima de um suicídio que não era para ter ocorrido pode manter esse título por muito tempo. As ações que levaram a esse fim foram não só aceitas como a própria corda foi literalmente suspensa e amarrada em seu pescoço por suas próprias mãos.

Com alegrias passageiras e perturbações extensas durante toda a trama, praticamente sem descanso para tamanha aflição infligida a seus protagonistas e coadjuvantes, as atuações de seu elenco podem realmente te fazer acreditar que tanto sofrimento ou apatia a ele esteja realmente sendo sentido por todos. - Talvez nem tanto para a atuação de Robert Pattinson que não parece saber muito bem o papel a que está interpretando até os últimos momentos.

Ao final da obra, mais um encontro entre os extremos cíclicos da obra. Dois homens amargurados pela perda de suas respectivas irmãs. Nenhum inocente, mas um mais mal intencionado do que o outro, se reencontram no primeiro lugar onde foram conectados em suas vidas. Dessa vez, pela mesma motivação, mas com propósitos intensamente distintos.

Com um chegando para matar e o outro tentando apenas viver, fazendo tudo a seu alcance para isso, mais um conjunto falho de escolhas e atitudes pessoais é conectado nesse conjunto de histórias em que, aparentemente, não há nenhuma ligação, e com certeza, não há nenhum benefício.

Uma energia crescente que não se desenha uma linha reta, o filme amarra as peças de um quebra-cabeça em uma única linha formando um círculo muito bem montado, conectando cada peça da maneira a se encontrarem da forma mais feroz e imperceptível possível.

Assassinando o maniqueísmo e nos apresentando uma visão puramente baseada no prazer e nas falhas de seu fanatismo, seja ele mundano ou religioso, em nenhum deles na trama de O Diabo de Cada Dia, qualquer um de seus personagens pode ter um selo de “boa pessoa” atribuído a si em nenhum de seus dias.
Interligado #.
Interligado #.

6 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de setembro de 2020
O filme é bom. Deixa uma necessidade de pensar além, por causa do final aberto. No longa, o mal sempre está a espreita. Ele chega de várias formas e tenta corromper o "homem" (aqui utilizado no sentido de ser humano). Na busca inalcançável pelo bem, muitas vezes se busca a fé, no filme representada de várias formas. Mas o paradoxo fica por conta dessa fonte de bem também carregar o mal. Enxergamos a força do determinismo nas escolhas e como fica arraigada nossas experiência com o mal naqueles que nos são próximos. Até a força dá má sorte se destaca na película. Não adianta ser bom, ingênuo, forte, crédulo: não há como escapar. Na busca do bem, o protagonista se afunda no lado escuro. Contudo, quem pode julgar que suas escolhas são más? Ele é mais forte que o pai. Enfrenta seus medos por acreditar naqueles que são família para ele. O final, aberto: nos deixa a sensação de que algo bom pode acontecer? Claro que não, o próprio personagem tem devanios com uma vida em que seus atos são perdoados. Ele sabe que é delírio. Dança com o determinismo ao pensar em ir a guerra como seu pai. Declina. Não tem rumo. A partir dali será página em branco. Não sabe se será morto pelo estranho que lhe oferece carona. Ele descansa, pois sabe que foi além do pai, mesmo moldado por seus ensinamentos. Se virá algo bom ou ruim. Não importa mais.
Gil Nascimento
Gil Nascimento

7 seguidores 48 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de janeiro de 2021
Um filme com um elenco de peso, contando com os nomes de Tom Holland, Robert Pattinson, Bill Skarsgard, Sebastian Stan, dentre outros. Esse longa tem o tempo preciso para desenvolver a obra, possuindo três núcleos que vão se cruzar em algum momento, o diretor tem um timing preciso para desenvolver cada uma das histórias, que tem em comum um enredo enraizado em fé e na corrupção humana, para alguns a trama pode aparentar ser uma crítica a instituições religiosas e ao cristianismo como um todo, mas o filme não se limita e nem tenta isso.

O que o filme demonstra é como a fé muitas vezes cega em momentos de desespero podem levar a pessoa a cometer barbáries, como assassinar o cachorro do filho na tentativa de curar a esposa de câncer ou de assassinar a própria esposa crendo que possui poderes de ressureição, ou de utilizar a poder de chefe religioso para coagir adolescentes e assim abusar sexualmente delas.

Com atuações convincentes e maravilhosamente efetuadas, principalmente por Robert Pattinson e Tom Holland e uma direção bem conduzida e com seu ritmo que condiz em como é a vida no interior, esse é sem sombra de dúvidas um dos melhores filmes de 2020.
Lucas_sampaio_surf
Lucas_sampaio_surf

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 29 de setembro de 2020
Filme idiota demaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiíiiiiiiiiiiis
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