O Diabo de Cada Dia
Média
4,1
606 notas

70 Críticas do usuário

5
22 críticas
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bezerra j
bezerra j

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de setembro de 2020
Melhor filme de 2020, na minha opinião!
Como os personagens se cruzam, é incrível...
Tom Hallond brilhou nesse filme, a trilha sonora sem palavra!!!
Recomendo muito, ( ps: cenas fortissimas)
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de setembro de 2020
. Na trama, um jovem recorre a religião para salvar uma das pessoas que mais ama. Contudo, a fé do rapaz acaba ultrapassando os níveis da razão, e o colocam em uma espiral de loucura.

o filme tem uma história um pouco confusa, mas mesmo sendo muito comprido ainda assim chamou minha atenção, acho que valeu a pena
Jackson A L
Jackson A L

13.704 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de outubro de 2020
Tem uma abordagem interessante e uma boa condução dos atos. A maneira como as histórias vão se cruzando através da "religiosidade" de que cada personagem carrega é muito bem explorada, ficando um pouco longo o filme, mas vale a pena assistir.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 13 de outubro de 2020
Baseado no livro escrito por Donald Ray Pollock (que atua como narrador do filme), “O Diabo de Cada Dia”, longa dirigido e co-escrito por Antonio Campos, aborda diversos personagens que lutam, cada um à sua maneira, com as suas imperfeições - ou, como preferir, com o lado negativo de sua existência que cada um deles tem que enfrentar a cada dia.

São várias linhas narrativas, que, em um momento (ou em múltiplos) de “O Diabo de Cada Dia”, irão se entrecruzar. O filme enfoca a história de pessoas que têm em comum entre si, além daquilo que destacamos no início da nossa resenha crítica, o aspecto trágico em suas vidas - seja ele na forma de perdas, da presença da violência (em todos os seus sentidos), ou da corrupção (também em todos os sentidos que essa palavra há de ter).

Querendo quebrar essa sina, temos Arvin (Tom Holland), um jovem órfão bem intencionado, que vive com a avó e o tio numa pequena cidade, e que ama a jovem (Eliza Scanlen) que foi criada com ele - e que também é órfã - como a uma irmã. Assim como o seu pai (Bill Skarsgård), ele tem um instinto de proteção muito grande com aqueles a quem ama - e é isso que o moverá no decorrer do filme.

“O Diabo de Cada Dia” é um filme que tem elementos muito interessantes, porém que falha na forma como o roteiro está estruturado. Como, por boa parte do tempo, as diversas histórias que compõem a trama não dialogam entre si, o filme só começa a fazer sentido quando essas tramas se cruzam. Os momentos finais do longa também são muito positivos. Por um momento, queremos que a realidade imaginada por Arvin seja verdadeira. Ele merecia isso, depois de tudo o que passou.
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 5 de outubro de 2020
O filme é excelente, com um roteiro muito bem traçado, não deixando em instante algum o expectador se perder nas idas e vindas do filme. Possui um boa direção, fotografia e trilha sonora, enfim tudo bem feito para contar a história da maldade que as pessoas tem dentro de si para matar o diabo de cada dia que temos diante de si. O único defeito do filme é o personagem do Robert Pattinson que não convence (aliás é muito convencido isso sim) como um pastor salafrário e o fato do filme inteiro ser narrado, o que por vezes torna-se um pouco cansativo. Mas não deixa de ser um grande filme com cenas impactantes e uma história perturbadora sobre o fanatismo das pessoas, escondendo a maldade que existe dentro de cada um. SUPER RECOMENDO!!!
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 27 de setembro de 2020
Um daqueles filmes que te faz pensar, O Diabo de Cada Dia, traz discussões muito importantes sobre fantismo religioso e outras questões da sociedade. É extremamente bem feito e atuado. Não é muito agradável de assistir, até por causa dos temas que aborda, mas não deixa de ser um filme muito necessário. Recomendo!
Artur V.
Artur V.

32 seguidores 167 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de maio de 2021
Ótimo filme. No entanto, não gostei da atuação (bem fraca) do Tom como protagonista, desconforme às demais.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 893 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de setembro de 2025
O diabo de cada dia contou com a direção e roteiro de Antonio Campos, baseado na obra de Donald Ray Pollock. O filme é ambientado no final da Segunda Guerra Mundial, e acompanhamos Willard (Bill Skarsgärd), um veterano de guerra que não consegue salvar a sua esposa com câncer e acaba deixado o seu pequeno filho órfão. Agora crescido, Arvin (Tom Holland), segue morando com sua avó, mas pode está na mira de um casal de serial killer que mata a quem eles oferecem carona. Com arcos e personagens bem desenvolvidos, a narrativa aos poucos vai conectando a história a ponto de iniciar o terceiro ato e percebemos com clareza a ligação de praticamente todo o elenco do filme. Com boa transição de tempo, com trocas de figurinos, o filme também mostra a mudança na categoria de fé religiosa. Sendo uma roupagem nova daquilo que seria “o pai nosso de cada dia”, agora “o diabo de cada dia” nos mostra a face crua, corrupta e suja do ser humano comum. Cada momento da história contada na trama tem o seu diabo, mas que os personagens se isentam da culpa, colocando a responsabilidade em Deus. O filme traz bons nome como Robert Pattinson e Jason Clarke.
Denise S.
Denise S.

13 seguidores 107 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de setembro de 2020
É sem dúvida uma ótima trama.
Bem elaborada, bem desenvolvida e a história consegue te manter preso do início ao fim.
Recomendo, vale muito a pena.
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 3 de outubro de 2020
Uma interessante fusão de Magnólia com Seven. Tem uns problemas aqui e ali, mas no geral o saldo é positivo. Ótimas atuações do elenco estrelado, com destaque óbvio para Tom Holland, que consegue se despir da sombra de seu papel mais famoso e entrega um trabalho bem sólido, desaparecendo em seu Arvin Russell. Narrativa um pouco atrapalhada e ritmo lento demais em algumas cenas, mas a força da trama central compensa. Enfim, não é nenhuma Obra-prima, mas é um neo-noir eficiente.
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