A cineasta Irene Lusztig cruza os Estados Unidos registrando leituras de cartas enviadas à icônica revista feminista "Ms." nas décadas de 1970 e 1980. Frequentemente sem se identificar, mulheres encaminhavam à redação da publicação desabafos bastante pessoais, inquietações, incômodos sociais, críticas a correntes do movimento e até gritos de socorro. Relatos, comentários e perguntas que ganham vozes de mulheres de outro tempo, mas que continuam vivenciando muitas das coisas compartilhadas pelas remetentes.
Classificação indicativa a definir por http://www.culturadigital.br/classind
5,0
Obra-prima
Um Abraço, na Sororidade
Dear sisters
por Taiani Mendes
O tempo não é progressivo para elas. De que maneira outra explicar como cartas escritas nos anos 1970 continuam exprimindo inquietações femininas do século XXI? Irretocável filme de Irene Lusztig, Um Abraço, na Sororidade estabelece uma ponte sensível entre as mulheres dessas duas épocas, gerando de forma natural risos e lágrimas por meio da acepção do feminismo como obra em construção e constante ampliação. O que incomoda é o entendimento de que o caminho até um estado de notável evolução do status da mulher na sociedade só vai ficando mais longo, pois novas demandas felizmente não deixam de surgir e problemas diagnosticados há cerca de quatro décadas continuam presentes.Comandando equipe composta majoritariamente por profissionais do sexo feminino, Irene cruzou os Estados Unidos com uma proposta com ares de máquina do tempo. Pegou inúmeras cartas enviadas por mulheres à popular revista
Ler a crítica
2:54


Festival de Curitiba
Filme exibido na mostra Outros Olhares da 7ª edição do Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba.
Nacionalidade
EUA
Distribuidor
-
Ano de produção
2018
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Inglês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-