O Farol
Média
3,5
595 notas

105 Críticas do usuário

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Lilia
Lilia

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0,5
Enviada em 27 de junho de 2022
Cenas bizarras, enredo óbvio, personagens caricaturadas. Talvez num curta metragem pudesse valer a pena.
Alexandre Miranda
Alexandre Miranda

1 seguidor 9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de agosto de 2024
Com atuações de tirar o fôlego, esse filme é uma obra prima do cinema. Com uma atmosfera real o diretor nos faz entrar no farol e viver uma experiência hostil no psíquico.
Bessamagaldieduardo
Bessamagaldieduardo

1 seguidor 18 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de novembro de 2020
Um inferno de uma viagem!
Um bom filme, o publico n se agradou do final, mas mesmo assim, é cinema na sua forma mais pura e insana. Fotografia complexa, atuações merecidíssimas do Oscar de Dafoe e Pattinson, uma espetacular viagem pra outro seculo, ambientado numa ilha onde mostra a descida da loucura dos faroleiros abandonados, um suspense/terror diferente de tudo que eu ja vi! Uma obra prima
Lisiane Paim
Lisiane Paim

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 25 de julho de 2024
Nunca tinha pensado nesse significado do farol como isolamento, reclusão pronfunda e alerta de perigo, para além do simbologia de rumo e direção. O filme é absurdamente desconfortável e nojento, pois é justamente assim que tem que ser para que consiga retratar com precisão as consequências deletérias da solidão.
Andrea Bortoli Franqueada Lojas - AF131
Andrea Bortoli Franqueada Lojas - AF131

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4,5
Enviada em 16 de junho de 2020
Filme excelente, muito bem feito, fotografia lindas, atuações extraordinárias , diálogos bem escritos, estória contada com uma narrativa inteligente. Espetacular! O filme denso. Com certeza não é para iniciantes na arte do cinema.
Deja Cardoso
Deja Cardoso

4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de janeiro de 2023
Um clássico em todos os sentidos, o cenário nos leva a fobia social da solidão de dois homens cercados pelo mar.
Mateus Inuy
Mateus Inuy

5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de março de 2020
O Farol ou The Lighthouse, é um filme de terror lançado em 2019 e distribuído no Brasil em 2020. O filme se passa no final do século 19, quando um novo selador chega em uma ilha remota e misteriosa para ajudar um velho faroleiro durante quatro semanas, porém, com o isolamento total da civilização acaba cada dia enlouquecendo cada vez mais os dois homens, tendo diversas alucinações, e fazendo o telespectador se perguntar o que é real e ilusão. O filme apresenta uma fotógrafa incrível em preto e branco, acompanhada de duas excelentes atuações e uma mixagem de som muito boa, fazendo você se sentir dentro do filme. O Willem Dafoe e o Robert Pattinson estão incríveis aqui. Não é um filme para quem está esperando sustos, mortes, etc, pois o terror aqui é psicológico. O que dá um aspecto maior de terror ao filme e vale destacar, são algumas cenas bizarras. Na minha opinião o único defeito do filme e ser um pouco previsível em algumas partes.
Erick Santos
Erick Santos

5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de setembro de 2020
Um dos melhores filmes que assisti na minha vida! A simbologia do filme é fácil de se decifrar e o filme não fica aquela chatice sem pé nem cabeça preto e branco Lynchiana. Mesmo que você não saque toda a mitologia do filme ao decorrer desse suspense, o desespero e inquietação do personagem representado pelo Robert Pattinson e as histórias do personagem interpretado pelo Willem Dafoe, prende o espectador do começo ao fim. A atuação surpreende. Esse, com certeza é um clássico Cult.
Regianna Dantas
Regianna Dantas

3 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 29 de julho de 2020
Eu acho que por mais que Pattinson faça filmes, diferenciado de bruxos como Potter ou Vampiros,ele ainda continua meio cru falta lhe carisma e se entregar de cara ao filme. Ele continua com a mesma visão de vampiro camuflado em outros personagem.
Batalha811
Batalha811

4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de maio de 2024
Caso queira pular para a conclusão final, tem um tópico exclusivamente pra isso.

Bom, esse é o típico filme onde são encontrados dois extremos de opinião: de quem achou uma completa bosta por ser lento e tedioso, e de quem baba ovo dele por ser conceitual e denso.
Em uma visão geral, O Farol é realmente um filme lento e muito tedioso, mas que consegue ser suprido pela tensão e sensação de perturbação que ele traz. É o típico filme que é tecnicamente irreparável, mas que em uma questão de gosto pessoal, não é pra todo mundo (assim como O Poderoso Chefão, Pulp Fiction, Parasita, etc.).
Indo por partes, eu vou separar minhas opiniões em alguns tópicos: Filmografia, Ritmo e Condução, História, e Subjetividade. Lembrando que tudo remete SOMENTE à minha opinião.

• Filmografia: O filme é esteticamente deslumbrante, sendo filmado em uma proporção completamente diferente do habitual e monocromático. Dado ao contexto histórico do filme, é uma escolha certeira, o clima mórbido e levemente incômodo é construído no primeiro minuto, com planos incomuns, que muita das vezes incomodam (no bom sentido) por não mostrar de fato o que queremos ver. Outro ponto que me pertubou foi o som ambiente do farol, que constantemente quebrava um silêncio agradável, como se algo horrível estivesse por vir, gerando um terror psicológico que prende e deixa a experiência imersiva. Particularmente, eu amo essa estética moribunda e seca, sem qualquer encanto em deixar algo apresentável ou bonito, as coisas são do jeito que são, a beleza está na construção da estética, não apenas no visual. De longe, é um dos filmes mais lindos e exóticos que eu já vi, facilmente memorável e reconhecível.

• Ritmo e Condução: Como citado anteriormente, o filme é lento, o que de início não deveria ser um problema, já que, com o tempo, o filme se mostra uma espécie de slice of life de um faroleiro e um zelador, que com a angústia da solidão de um local inóspito, são consumidos pela loucura. Entretanto, o filme é tedioso, pode ser facilmente resumido em 10 minutos. O começo é interessante pela apresentação dos personagens e do cenário, principalmente pela estética, existe vários mistérios e incógnitas estabelecidas desde o começo, mas que com o tempo, o ritmo extremamente arrastado faz com que perca o encanto e o brilho. Por outro lado, esse brilho e encanto voltam esporadicamente, fazendo como se o filme fosse um mar, ora calmo e lúcido, ora tempestuoso e confuso.

• História: De fato, a história é a mesma da sinopse, um faroleiro e um zelador vivendo rotineiramente enquanto se entregam à loucura. O filme se segue tão naturalmente que nem se sabe o que esperar pela frente. Os personagens são ambíguos, e mais uma vez, particularmente eu gosto disso, a dupla protagonista é frágil, errônea, babaca, bem humorada, com seus erros e acertos... Porém, toda via, ela não é cativante, ao mesmo tempo que são tão ricos e densos, parecem vazios. O filme trata como se o público conhecesse os personagens há eras, e "pula" todo o processo que os dois têm de se conhecerem, e consequentemente, ganhar empatia do público. Os dois, que inicialmente são personagens distintos, se tornam quase que a mesma pessoa (inclusive no nome). Provavelmente isso foi proposital, criado como um paralelo de que os personagens estão condenados ao mesmo destino.

• Subjetividade: De longe, a parte que eu mais detestei desse filme. Um filme pode ter vários sentidos, mas como diz o Gaveta, é essencial que ele tenha um sentido para a história. O Farol é composto por diversos subtextos e nuances simbólicas... Mas no fim, o que isso representa ni filme? Para onde isso leva? Em algumas ocasiões, se torna um filme surreal, onde o tempo e a realidade se misturam de modo que é impossível definir o que está acontecendo. O filme foca tanto em ser subjetivo que deixa de ser objetivo, seus mistérios não são respondidos, nem ao menos com uma pista, lacunas são abertas e não são concluídas, não de uma maneira para fazer o público pensar, pois não tem informação suficiente para formar um pensamento sobre o que poderia ter acontecido. Um ponto positivo para esses subtextos são as mentiras dos personagens, eles mentem, e no fim, a verdade e a mentira são uma coisa só, isso realmente leva o espectador a pensar sobre o que ele está vendo é real. Mas de resto, me parece um filme que tenta ser conceitual demais para pagar de cult, quando poderia diminuir os subtextos e ser mais objetivo, para atingir uma maior parcela de pessoas.

• Conclusão: Por fim, O Farol é um filme tecnicamente exímio, com atuações extraordinárias, e uma montagem e fotografia exemplares. Entretanto, tenta ser muito subjetivo e cult, perdendo primordialmente o sentido do filme, dando a impressão que falta algo.
Caso for ver esse filme, tenha a ciência de que ele é lento, arrastado, e cheio de metáforas e subtextos, e por outro lado, é visualmente magnífico e tão real que chega a ser desconfortável (em um bom sentido). Definitivamente não é um filme pra todo mundo, mas é recomendável em um exercício para sair da caixa ou ver algo fora do habitual.
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