Nos anos 1970 um grupo de mulheres rompeu barreiras ao pegar em armas e liderar tropas rebeldes da Frente Sandinista de Libertação Nacional para mudar a Nicarágua. A Revolução Sandinista de 1979 foi possível por causa delas, que ainda tiveram certo espaço no inovador processo de idealização e construção do novo país, mas cada vez mais foram perdendo poder e sendo apagadas da história pelos companheiros de guerrilha.
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4,0
Muito bom
¡Las Sandinistas!
Lutar como uma garota
por Taiani Mendes
¡Las Sandinistas! dedica-se a contar a história das nicaraguenses que fizeram da Frente Sandinista de Liberación Nacional a guerrilha mais feminina já vista. Criada dez anos antes, a FSLN cresceu enormemente na década seguinte, reunindo cada vez mais mulheres dispostas a entrar na luta armada para libertar o país da ditadura do clã Somoza. Dirigido por Jenny Murray, o documentário apresenta esses fatos, investiga as razões e revela que nem tudo era igualitário como parecia, promovendo uma justa homenagem às guerreiras e duras críticas aos esquerdomachos e à intromissão dos Estados Unidos na política do país da América Central.
Símbolo feminino mais forte da Revolução Sandinista, Dora Maria era uma jovem com menos de 25 anos quando teve participação decisiva na ocupaçã
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1:21



Festival de São Paulo
Selecionado para a 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.
Nacionalidade
EUA
Distribuidor
-
Ano de produção
2017
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Espanhol
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-