A Mula
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4,1
375 notas

63 Críticas do usuário

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fernandinho pessoa
fernandinho pessoa

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3,0
Enviada em 5 de maio de 2026
É um filme de bom enredo, porem peca na atuação de clint, atuação fraca, poderia ter deixado outro ator interpretar, elenco excelente para um filme bem abaixo da expectativa criada com tantos nomes bons no elenco. Mas o que esperar de um filme com Clint Eastwood, so drama. Uma nota ja esta de bom tamanho. A polícia com tanto para poder investigar e prender os grandes, vão e fazem um show pirotécnico pra prender uma mula de 90 anos com alguns tabletes de droga. Meu Deus 
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 889 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de outubro de 2025
A mula foi dirigido por Clint Eastwood e roteiro de Nick Schenk e Dave Holstein. Na trama acompanhamos um senho de quase 90 anos Earl (Clint Eastwood) com problemas econômicos e familiares, por conta de sua ausência diante do trabalho, aceita transportar drogas para um cartel mexicano em Illinois. Com o dinheiro fácil, Earl continua realizando suas entregas, mas desperta o interesse de agentes da Narcóticos Colin (Bradley Cooper) e Trevino (Michael Peña). Dirigindo e atuando de forma brilhante, o filme tem o espírito de Eastwood. Mostrando a sua mensagem de forma sincera e ao seu modo, o filme procura mostrar que os valores familiares estão acima de qualquer coisa. Seria um “epitáfio” do personagem principal (deveria ter amado mais). Além disso, a trama mostra o que é ultrapassado para o senhor de 90 anos, a critica com a geração atual que prefere ficar na praticidade do celular do que viver a vida ou saber se virar sozinho. A tecnologia é mostrada no filme como prejudicial. O roteiro do filme tem suas falhas como o núcleo dos detetives que não convence e só temos uma conexão plausível no final do filme. Algumas falas de Earl também podem ser vistas como problemáticas, pois fere as minorias, embora der para passar pano, pois isso serviu para existir esse choque de gerações diferentes. No mais, o elenco é bom, além dos já citados ainda temos a participação de Taissa Farmiga como neta de Earl, Alisson Eastwood como filha (vale lembrar que a atriz é filha de Eastwood) e a breve participação de Laurence Fishburne como um detetive chefe da operaçã lembrar que o filme foi baseado em fatos, inspirado num veterano da Segunda Guerra, Leo Sharp, que se tornou um grande entregador de drogas para o Cartel de Sinaloa na década de 1980.
Raphael Teixeira
Raphael Teixeira

3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de setembro de 2025
Incrivel como Clint Eastwood rouba a cena todas as vezes em que está contracenando com alguém, ele sem dúvidas é um dos melhores atores da historia do cinema. Nesse filme não é diferente, ele está perfeito, atuação comovente e extremamente convincente. O filme é a historia de Earl Stone, um ex combatente que passa sua aposentadoria cuidando de plantas e se confraternizando com velhos amigos, deixando sua familia em segundo plano sempre. Como o nome do filme já mostra, algumas situações levam Earl a ser uma ''mula'' do trafico e ele viverá dilemas reais e profundos nessas viagens.
O filme retrata muito bem a personalidade de Earl, o que ajuda a entender seus dilemas e seu modos operantes, as atuações também são muito boas, Bradley Cooper está nesse filme, o que ajuda nas boas atuações. O ponto baixo do filme é sem dúvidas o ritimo que é quase sempre estático em seus arcos. O roteiro poderia ser um pouco mais profundo nos diálogos, assuntos profundos são tratados de forma um pouco superficial, que acaba não cativando muito quem assiste, com essa historia dava pra fazer melhor. Mesmo assim, o filme consegue passar sua mensagem, com a belíssima atuação de Clint, como já destacado.
Esse filme te faz refletir sobre erros do passado e chama sua atenção sobre as escolhas do agora, além de apreciar um gênio do cinema em ação no auge dos seus 90 anos.
Wellington F.
Wellington F.

8 seguidores 15 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de setembro de 2025
Um bom filme com bom elenco. Clint Eastwood dispensa comentários, além dele outros bons como por exemplo Bradley Cooper. Chega a ser um pouco divertido.
Nelson Jr
Nelson Jr

24 seguidores 235 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de maio de 2021
Um bom roteiro, uma história bem contada e muito bem dirigida e protagonizada pelo monstro Clint Eastwood , que é o maior patrimônio do filme , ele leva o filme nos ombros, só por isso  já vale a pena! ,está longe dos melhores filmes dele, mas é uma história interessante e  real , bela fotografia , elenco de peso , mas pouco utilizado.., um filme que fala sobre afeto ,culpa e responsabilidade .., tudo isso com um velho homem acariciando suas flores.
Sobrelivroselongas.com.br
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9 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de outubro de 2020
Com um elenco recheado de bons e renomados atores, como Clint Eastwood, Laurence Fishburne, Bradley Cooper, Andy Garcia e Michael Peña, a Mula utiliza a história do idoso de 90 anos, Leo Sharp, que transportava drogas para o cartel de Sinaloa e foi preso em 2013, como inspiração. Esse idoso é interpretado por Clint Eastwood, que também dirige o filme. Seu personagem, Earl Stone, é um veterano de guerra que dedica a maior parte de seu tempo à floricultura, acumulando prêmios e participações em eventos da área.

spoiler: Pode-se dizer que neste meio e entre os amigos, Earl é uma pessoa muito bem quista, mas fora dele, especialmente no meio familiar, ele é um fracasso. Seu relacionamento com a ex-mulher e com a filha é muito falho e quase inexistente, a ponto de o mesmo sequer comparecer ao casamento desta última. Claramente, sua prioridade sempre foi o trabalho e a família nunca foi muito sua preocupação. Após sofrer uma ordem de despejo e ter que se desfazer da atividade de floricultura, que estava indo mal das pernas por conta da concorrência “online”, Earl recebe ao acaso um convite para trabalhar transportando uma carga. Em sua primeira experiência na nova atividade, Stone percebe que esta é uma interessante forma de ganhar um bom dinheiro fazendo o que gosta, dirigir quilômetros sozinho, e utilizar este dinheiro para se manter próximo da neta, a única pessoa da família com quem mantém um bom relacionamento. Mesmo após perceber que a carga se tratava de droga, e seu chefe um narcotraficante, ele assume o novo papel e adapta-se facilmente à nova rotina e aos “colegas de trabalho”. Tata, apelido que ganha dos colegas do tráfico, vai ganhando o respeito do cartel e esbanjando jogo de cintura para lidar até com policiais desconfiados pelo caminho. O jogo de cintura não se limita ao trabalho. Apesar da avançada idade, o que não falta em Earl é vitalidade, em vários momentos ele surge dançando com mulheres, e até indo para cama com algumas garotas de programa. A história se desenrola com Earl avançando em sua rotina de trabalho enquanto, paralelamente, a polícia tenta chegar até o cartel. Quando sua ex-esposa adoece gravemente, Tata se vê com uma decisão muito difícil de tomar. Continuar seu trabalho e entregar a carga no tempo determinado, ou largar tudo e ir visitar a enferma? Assim, pela primeira vez em sua vida, ele resolve priorizar a família, mesmo sabendo que essa decisão poderia lhe custar a vida. Nesse momento, sua filha resolve dar uma nova chance ao pai e busca se reaproximar. Earl demonstra estar finalmente consciente de todo o descaso que teve com sua família e arrependido de suas atitudes. Ao voltar ao trabalho após o falecimento da ex-mulher, ele é ameaçado de morte pelos membros do cartel, devido ao seu atraso na missão. Neste momento, inclusive, a polícia consegue interceptar uma ligação que trata dessa ameaça, e a partir daí entra no encalço da “mula”. Algum tempo depois, conseguem encontra-lo na estrada e prendê-lo. No julgamento, Earl se declara culpado, recebendo uma pena de alguns anos de cadeia.


Embora a história que sirva de inspiração ao roteiro possibilite uma excelente narrativa, não é isso que se vê em A mula. O enredo é muito simples e explora mal a maioria das situações. Desde o convite que Earl recebe para o novo trabalho, até as “batidas policiais”, muitas pontas ficam soltas e sem uma construção lógica e adequada, como se surgissem ao acaso. O lado positivo fica com a importante mensagem de se valorizar e aproveitar a família, acima de tudo, inclusive do trabalho. Além disso, o filme conta com um elenco excelente, embora subaproveitado.

Também não se pode deixar de dizer que ver Clint Eastwood dirigindo e atuando aos seus 88 anos e em alto nível, é revigorante. Para quem admira seu trabalho e acompanha suas últimas atuações, A mula tem boas semelhanças com um de seus último filmes, Gran Torino, mas fica alguns degraus abaixo. Por fim, desde que a expectativa não seja elevada, é possível encarar The Mule como um bom passatempo de domingo e com uma bonita mensagem a ser transmitida.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.291 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de outubro de 2019
Como é bom vê o mestre Clint ainda em ação e muito bem por sinal, aos 89 anos de idade tendo uma excelente atuação e uma direção boa e isso talvez seja até uma falha do filme, pois Clint foca o filme todo nele e tira o brilha de um ótimo elenco que não aparace, nomes importantes como Bradley Cooper, Michael Peña, Andy Garcia, Laurence Fishburne e Dianne Wiest apenas estão ok. Outra falha aqui é o roteiro que tem decisões equivocadas e algumas vezes sem nexo, mas enfim...Temos um dos maiores nomes da história dos cinema ainda estrelando uma obra cinematográfica e bem por sinal.
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 13 de junho de 2019
Com idade avançada e colhendo os louros do descaso com a família, Earl Stone (Clint Eastwood) tem como único mérito reconhecido o fato de ser um excelente horticultor. Como tal feito não produz renda, Stone é visto como potencial funcionário para traficantes de drogas do estado de Illinois, levando-o a ser responsável pelo transporte de pequenas, mas importantes quantidades de entorpecentes para localidades distintas. Embora tenha sucesso nas obras do cartel, o idoso se torna alvo do agente Colin Bates (Bradley Cooper) e serve como chave para desbaratar um forte comércio ilegal em território norte-americano.

Enquanto diretor, é comum que Clint Eastwood vise um olhar menos romântico sobre problemas de seus personagens e mais pontual para que o público compre certas ideias. Nesta produção, que também protagoniza, o lendário astro constrói um personagem que falha em fugir dos problemas que cria para se flagelar em situações ainda piores, quase sempre usando artifícios omissos (e implícitos) como desculpa para suas escolhas. A própria decisão de transportar drogas, esquivando habilmente das autoridades e conhecidos, mostra a índole do sujeito que já vinha de longa data. Não que isso represente problema efetivo para o filme, mas a proposta fica mais difícil de ser encarada como drama (mérito?!).

O bom elenco que tem na lista os excelentes Dianne Wiest, Laurence Fishburne, Michael Peña, Andy Garcia e Bradley Cooper servem como ótimos atrativos para a produção, mesmo que seus papéis sejam pouco explorados para ter realmente grande relevância.

É fato que Eastwood acumula em seu currículo cinematográfico grandes participações em obras da 7ª arte. Independente da função, o cara às vezes oscila no resultado final mais pela sujeição ao sucesso do que pela falta de competência. No caso deste A MULA, há um clássico estado de exacerbo ao tratar temas diversos deixados em segundo plano, algo que nem sempre fica evidente diante da temática social deixada às sombras. A percepção de tal elemento poderá representar a satisfação ou descontentamento com a obra, portanto, o resultado final está mais condicionado à bagagem de quem assiste.

Está longe de ser um filme ruim, mas pode ser desacreditado pelos motivos errados.
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de junho de 2019
O título A Mula, do filme dirigido por Clint Eastwood, é auto-explicativo. A história do longa é centrada na figura de Earl Stone (Eastwood), um horticultor e veterano da Guerra da Coréia, que, aos 90 anos, passa por uma grave crise financeira. Com um perfil que facilmente passaria longe do radar da polícia, afinal nunca sofreu uma multa na vida, Stone é recrutado para trabalhar como mula (pessoa que transporta uma determinada quantidade de drogas para os carteis), dirigindo pelas estradas dos Estados Unidos, em troca de grandes quantias de dinheiro.

Apesar deste ser o elemento principal de A Mula, a verdade é que o eixo principal do roteiro escrito por Nick Schenk (com base no artigo escrito por Sam Dolnick) está na figura de Earl e na sutileza como Clint Eastwood aborda as questões pessoais que a personagem vive. Earl é um homem solitário (por escolha própria), que trata com amor seu hobby pelo cultivo e criação de orquídeas; ao mesmo tempo em que trata com desprezo sua ex-esposa Mary (Dianne Wiest) e a filha Iris (Alison Eastwood).

O filme aborda muito além da mudança de padrão de vida que Earl passa a experimentar quando se torna uma mula do tráfico. A obra toca nas transformações pessoais pelas quais Earl vai passando no decorrer do longa. spoiler: O interessante é perceber que, mesmo ciente dos seus erros e de seus defeitos, Earl não tenta modificar a si mesmo. Ele compreende o que fez de errado e encontra, na relação com a neta Ginny (Taissa Farmiga), a chance não de reconstruir o que já está quebrado, mas sim de recuperar o tempo perdido e poder fazer diferente quando uma nova chance se apresenta a ele.


Por isso mesmo, o elemento dominante de A Mula é seu diretor e ator principal Clint Eastwood, o qual é um dos representantes mais marcantes da Hollywood à moda antiga na atualidade. O que Clint emula, a credibilidade que ele possui, é repassada para Earl Stone. E, mesmo diante de uma personagem cheia de imperfeições, passamos a admirar e a torcer por ele. O senso de justiça e de honra pessoal que Earl – e Clint, por tabela – nos passam é ainda mais digno de admiração.
clayton s
clayton s

1 seguidor 7 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de junho de 2019
Realmente nada especial, esperava mais como todos imagino eu, mas é fraco em todos os sentidos dificil dizer isso pra um filme do Clint mas, é isso...fraco mas dá pra assistir
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