Não recomendado para menos de 16 anos
Em Casa de Antiguidades, Cristóvão (Antonio Pitanga), um homem mais velho, começa a trabalhar em uma moderna fábrica de laticínios no sul do Brasil. Ele se sente distante, não se identificando com a cultural local e as pessoas, sofrendo com o preconceito dos moradores da cidade. Um dia, ele descobre uma casa abandonada repleta de objetos que o lembram de suas origens. Aos poucos, Cristóvão vai se instalando pela casa, reconectando-se com sua ancestralidade. Curiosamente, mais objetos começam a aparecer sem explicação, como se o lugar tivesse vida própria.
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3,5
Bom
Casa de Antiguidades
Forasteiro local
por Barbara Demerov
O primeiro longa-metragem de João Paulo Miranda Maria é a representação de questões problemáticas vistas em nosso país. O racismo, a intolerância e até mesmo o colonialismo fazem parte da narrativa de Casa de Antiguidades, que também é permeada por imagens que falam muito mais do que palavras. Através do poderoso personagem Cristóvão, interpretado de forma ilustre por Antônio Pitanga, o espectador é convidado a adentrar em um universo que não cabe em uma única época. Com isso, há uma mistura de elementos do passado e do futuro em um presente que, além de cruel, desvaloriza a humanidade das pessoas.Cristóvão é um "intruso" desde a primeira cena do longa. De uma Goiás acolhedora ao Sul impiedoso, o próprio protagonista se vê como uma figura ameaçadora a quem passa a conviver ao seu lado. Com poucos diálogos, Casa de Antiguidades vai moldando sua base a partir da introspecção de Cristóvão,
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1:43

Nacionalidades
Brasil,
França
Distribuidor
PANDORA FILMES
Ano de produção
2020
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
-
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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