Brightburn - Filho das Trevas: Críticas - Página 2
Brightburn - Filho das Trevas
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Daniel Novaes
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3,0
Enviada em 19 de outubro de 2019
Superman do mal... a ideia é boa mas o desenvolver nem tanto... não dá medo algum, não é demoníaco, é um "Et Mimado" que se for contrariado Mata... filme de ação maluco.
Um bom terror. É bem construído e executado. Só poderia ter mais explicações sobre a origem e um final exato, não aberto pra continuar. Mas é legal...e meio diferente do que estamos acostumados.
Superman inverso com gore e efeitos visuais. Filme envolvente, previsível e bem produzido. Uma história de terror interessante onde o mocinho faz o papel de vilão. Legal.
Gostei do filme, bom entretenimento que me prendeu do início ao fim. O único ponto negativo foi os efeitos especiais que em algumas cenas não ficaram tão bons, mas no geral, gostei bastante do filme.
Quando se une terror e herói, a gente espera uma abordagem interessante. A premissa de Brightburn - Filho das Trevas é essa, mas a execução deixa a desejar.
O filme não cumpre o que promete, se perdendo em um roteiro confuso e clichês batidos. O final é previsível e o filme se torna um show de violência sem sentido. Sinceramente, a experiência não vale o ingresso, nem a sessão em casa.
Diria que há várias maneiras de abordar este filme, sendo que a mais óbvia é que temos aqui a história de um anti-herói, ou seja, a versão sombria do Super Homem. spoiler: Tal como Clarck Kent, Brandon teria vindo de outro planeta ainda bebê, dentro de uma nave espacial que cai na terra, também no Kansas, em meio rural, sendo adotado por um casal sem filhos. Ele também tem super poderes, voa e usa capa.
Uma outra maneira, mais inteligente e menos óbvia, seria encarar o filme como uma alegoria da adolescência. spoiler: Aos 12 anos, exatamente na puberdade, quando a sexualidade aflora, o "bebezinho da mamãe", até então encarado pelos pais como uma "benção dos céus" e uma "resposta às suas orações", se torna um monstro.
A maioria dos adolescentes, em maior ou menor grau, acaba por desapontar e gerar preocupação em seus pais, que tem dificuldades em lidar com um ser que vai se tornando autônomo, independente, e vai pouco a pouco questionando e desafiando sua autoridade. Se partirmos do pressuposto que se trata de uma fábula (talvez até mesmo de fundo moral), todas as mortes e destruição causada por Brandon são apenas metáforas, licenças poéticas, que nos trazem a angústia dos adultos frente a esta fase complicada da vida, cheia de perguntas e com muito poucas respostas!
Quando uma criança alienígena cai no terreno de um casal da parte rural dos Estados Unidos, eles decidem criar o menino como seu filho. Porém, ao começar a descobrir seus poderes, ao invés de se tornar um herói para a humanidade, ele passa a aterrorizar a pequena cidade onde vive, se tornando uma força obscura na Terra.
não achei essas coisas todas não negócio é uma mistura de super-herói alienígena e assassino de terror mesmo não tem quase nada eu acho que esperava um pouco mais⭐⭐
Tori Breyer (Elizabeth Banks) e Kyle Breyer (David Denman) formam um modesto casal de fazendeiros que anseiam pelo primeiro filho. Relativamente frustrados pelo insucesso, eles são surpreendidos pela queda de um objeto nas mediações da propriedade onde moram. Trata-se de um artefato oriundo do espaço contendo um bebê, que por sua vez é criado pelos Breyer como filho adotivo. Os problemas começam a surgir quando Brandon Breyer (Jackson A. Dunn) descobre poderes sobre-humanos, colocando em direção daquele que seria seu objetivo original: aterrorizar a Terra.
O conceito por trás do longa BRIGHTBURN - FILHO DAS TREVAS tem por objetivo subverter a narrativa criada por Jerry Siegel e Joe Shuster para o saudoso Super-Homem, mostrando do que seria capaz um ser dotado de poderes usados unicamente para o mal. Essa ideia até começa bem, pois coloca o jovem em um drama social envolvendo principalmente bullying, realçando as complicações em lidar com essa temática e suas reais consequências, entretanto, se perde ao longo do filme por não se decidir entre um filme slasher ou drama.
A direção pragmática e o roteiro que insiste em situações comuns tendem a agradar aqueles que curtem um filme com sistemática de terror sem inovações efetivas, deixando o gore (bem escasso, diga-se de passagem) servir de leve atrativo. Elizabeth Banks é a única que se esforça para entregar alguma coisa interessante, sendo seu papel de mãe que enfrenta tudo e todos para defender seu primogênito flui bem até o final, que não surpreende, mas entrega um ponto ligeiramente fora da curva.
Brightburn- Filho das trevas é um filme de terror que contou com a direção de David Yarovesky e o roteiro ficou com Brian Gunn e Mark Gunn. O filme conta a história de Brandon Breyer (Jackson A. Dunn), um adolescente que acabou sendo adotado pelo casal Tori e Kyle (Elizabeth Banks e David Denman). Porém, o que na verdade aconteceu, foi que há alguns anos atrás, um objeto caiu na Terra, carregando uma forma de vida, que seria o Breyer. A medida em que os anos vão se passando e o garoto vai tomando conhecimento de seus poderes e origem, o mesmo começa a ser uma ameaça para todos ao seu redor. O interessante desse filme é a sua premissa e o fato do terror se fazer em um filme de super-herói. Está clara a aproximação da figura de Breyer como um super-homem do mal. O roteiro inicialmente funciona bem e com elementos que se assemelham a outros filmes de super-heróis já parte para o seu desenvolvimento (é preciso fazer isso, pois o filme é curto). O roteiro derrapa no momento que falta uma continuidade narrativa em diversas cenas, em especial as de violência. Chega a ser decepcionante, que após uma boa premissa, poderia se atrever a se aprofundar bem mais no personagem. Mas podemos dizer que atingiram o objetivo de criar uma áurea para o personagem: mascara, tom vermelho e desprezo emocional.
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