Morro do Vidigal, no Rio de Janeiro, 1977. Neno, Tiana (Kizi Vaz) e Bituca, um bandido foragido, iniciaram um complexo triângulo amoroso em uma situação inusitada: enquanto desenrolam a relação, os moradores da comunidade carente acabam de ser surpreendidos pela prefeitura do Rio de Janeiro, que decidiu desapropriar arbitrariamente os barracos do local, alegando risco de deslizamento. A verdade, porém, é outra: a real intenção do governo é construir um grande hotel de luxo.
Classificação indicativa a definir por http://www.culturadigital.br/classind.
1,5
Ruim
Bandeira de Retalhos
Cinema possível
por Francisco Russo
É impossível analisar Bandeira de Retalhos sem levar em conta a conjuntura em que foi produzido. Ausente do cinema há mais de quatro décadas, o diretor Sergio Ricardo foi convidado a retornar pelas mãos de Cavi Borges, produtor especializado em filmes de baixo orçamento. Da gaveta logo saiu Bandeira de Retalhos, texto escrito pelo próprio diretor baseado em um acontecimento verídico ocorrido em 1977, quando a prefeitura do Rio de Janeiro tentou retirar moradores do Vidigal para a construção de um hotel de luxo. O projeto logo foi encampado pela ONG Nós do Morro, que já havia estrelado com sucesso uma versão teatral do mesmo texto, não só a partir da escalação do elenco mas também em todo tipo de trabalho necessário para que o filme, enfim, acontecesse.
Diante deste contexto, é até mesmo óbvio que o longa-metragem não foi produzido nas condições ideais. Trata-se de um cinema possível, fei
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Festival de Tiradentes
A obra faz parte da seleção oficial da 21ª Mostra de Cinema de Tiradentes.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
-
Ano de produção
2017
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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