Morte no Nilo
Média
3,7
275 notas

18 Críticas do usuário

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Fábio Henrique C.
Fábio Henrique C.

3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de abril de 2022
Não costumo fazer críticas severas a filmes, mas como fã de Agatha, preciso dizer o que achei da adaptação de "Morte no Nilo" e vale frisar bem a palavra ADAPTAÇÃO pois é o que a obra é e por isso reserva-se ao direito de fazer suas mudanças quando achar necessário.
Como filme de romance policial ele é ótimo. Os elementos principais do crime que estão no livro, estão no filme e a sua conclusão em si também é deveras semelhante. O restante das mudanças é totalmente justificadas e até assertivas ao meu ver para uma obra de cinema, que precisa ser mais dinâmica que um livro.
Mas o que me desagrada demais é esse Hercule Poirot e foi o que me fez diminuir muito o quanto gostei do filme. Um Poirot totalmente "diferente" com um final que se justifica apenas porque a direção do filme quer passar uma mensagem: Uma mensagem de ego. Uma mensagem para os fãs de Agatha que diz: Esse é o MEU Poirot e não o da autora e com ele eu faço o que quiser, inclusive spoiler: tirar-lhe o bigode
. Um personagem que diga-se de passagem a própria autora matou em seu livro para que ele não fosse modificado após a sua morte, como acontece com as versões de Sherlock ressuscitado das cataratas de Reichenbach.
E apenas por esse ponto, esse filme para mim passa de excelente pra mediano, mesmo com a Gal Gadot no elenco que me agrada muito.
Poirot não é um personagem que precisa de camadas complexas para se sustentar ou de um arco de redenção digno de um herói para nos cativar. Ele é o que ele é. Inteligente como nenhum outro, extravagante como só ele. spoiler: E Poirot sem bigode para mim é um ultraje.
cosmopomitha
cosmopomitha

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 11 de fevereiro de 2022
Filmes são adaptações e não necessariamente precisam ser iguais à obra original. Mas a minha percepção foi: não me senti sendo transportada à década de 30 (época em que se passa a história). Os personagens pareciam cosplayers com roupa de época numa festa, mas num cenário modernizado. Não gostei. Outra coisa foi o baile inicial… o pessoal parecia estar dançando “Lambada - a dança proibida”! WTF? Não senti que os demais personagens, além dos principais, tiveram o devido desenvolvimento. Outro ponto: Poirot sentimental? Oi? Sem contar que o ator que fez o Poirot não conseguiu segurar o sotaque belga o tempo todo. Enfim, não senti carisma nem conexão entre os personagens e algumas alterações que foram feitas, com relação à história original, podiam ter sido melhor trabalhadas.
Vinicius
Vinicius

7 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de março de 2024
As cenas são muito bonitas e bem cuidadas, o enredo, a trama dos assassinatos não tem lógica nenhuma é sem noção.
Luizfcosta017
Luizfcosta017

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de fevereiro de 2022
O livro "Morte no nilo" é um classico, com muitos personagens e um otimo misterio.
Poirot é um detetive incrivel, e com Kenneth Branagh dando vida no cinema, fica melhor ainda.
Otimo filme, muitas mudanças da obra original oque é um ponto ruim, mas estou ansioso para mais um filme com Kenneth Branagh como Hercule Poirot.
Danilo Escobar
Danilo Escobar

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de abril de 2022
Achei um filme ok, nem perto do que foi o primeiro mas é interessante, consegue te prender e tem um desfecho agradável, vale a pena assistir.
weltony s.
weltony s.

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de abril de 2022
No início achei muito bobinho, isso incomodou. Ficou muito visível os efeitos da computação gráfica, achei bem tosco.
Mas confirme a trama se desenvolve, o filme torna-se interessante.

No fim, compensa pela boa atuação do protagonista. Vale a diversão, mas não espere grande coisa.
Leandro Marques
Leandro Marques

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2022
Quando falamos em adaptações de livros para o cinema sempre surge àquela dúvida, às vezes até certa angústia. Esse sentimento é redobrado quando falamos de histórias tão complexas e genuinamente simples como as da Rainha do Crime. Muitas dessas histórias cumpriram o seu papel no cinema de forma satisfatória. Mas o cinema moderno necessita de novas adaptações das engenhosas tramas de Agatha Christie. É nesse contexto que Kenneth Branagh assumiu o difícil desafio.
Pois bem, iniciado em ‘Assassinato no expresso oriente’, o novo ‘Agathaverso’ surpreendeu com nomes de peso no elenco, boas atuações e bom ritmo. Claro que isso precisava ser continuado. O grande destaque de hoje são as continuações, ninguém gostaria de ver um novo estilo de Poirot quando Branagh conseguiu imprimir uma personalidade única e fiel ao personagem. O fato de o ator ser mais novo que Hercule também o possibilita viver situações diferenciadas em que podemos ver o detetive. Além disso, ele não só faz muito bem o belga como dirige de maneira genuína os dois longas.
Claro que nem tudo são flores e um roteiro de suspense que não gira em torno da ação pode parecer arrastado, no entanto o livro original demora a iniciar e isso é uma característica da Rainha do crime, Poirot vive situações inusitadas, engraçadas, e isso que dá brilho ao charmoso bigodudo. Todavia, um bom leitor de mistério sabe que esses momentos são fundamentais a trama.
Em ‘Morte no Nilo’ temos uma nova versão do suspense, algumas mudanças são feitas nos personagens e na trama, nada que influencie os pontos chave da obra original, aliás, acredito que algumas alterações chegam a melhorar o mistério. Isso porque tudo acontece de forma quase que aleatória para que aqueles personagens estejam no mesmo navio, Branagh resolve isso de forma simples, estão todos ali por causa do casamento de Linnet Doyle. A ricaça chama a atenção do início ao fim, Gal Gadot é a representação perfeita de Linnet. Em contraste, a família Otterbourn tem a origem modificada para músicos, o que casa bem melhor com a matriarca alcóolatra do original. Marie Van Schuyler cai bem melhor de comunista reclamona do que o inexistente no filme Mr. Ferguson, e ainda sua relação com a enfermeira Bowers é explicada por um romance surpreendente. Cornelia se torna desnecessária. Por fim, Coronel Race não existe e em seu lugar temos novamente Bouc que gera uma boa continuidade do primeiro longa. O enredo que envolve o coronel é abafado, originalmente ele procura um assassino que nos confunde a todo o momento na leitura, mas a verdade é que essa parte sempre foi desnecessária e o diretor entende isso, daí então acrescenta um caso amoroso entre Bouc e Rosalie que faz o mesmo papel da mãe e filho, os Allerton, que viajam juntos ao Egito e nada tem haver com os personagens centrais da história.
As mudanças deixaram a obra mais coesa e objetiva, de forma que mantêm os pontos chave para o mistério. É preciso entender que a adaptação tem que dar ao espectador as mesmas sensações que sente aquele que lê o livro, mas no cinema, e para isso nem sempre será possível manter-se fiel a cada linha das 288 páginas de ‘Morte no Nilo’.
Branagh acertou nessa continuação e abriu caminho para desenvolver muito mais Poirot e o universo de Agatha Christie, enquanto leitor assíduo confesso que me surpreendi, dei muitas risadas e estou ansioso para mais!
Leandro Marques
Lucas Benevides
Lucas Benevides

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 16 de julho de 2022
Final nem um pouco surpreendente. Sem emoção e sonolento. Só nao dei 1 estrela pq pelo menos o visual deslumbrante do Egito salva.
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