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Oscar merecido. Uma fotografia linda, uma história bem narrada. A nossa história, a história da nossa antipatia, das nossas mentiras e dos nossos tempos de dúvida. Um filme para a eternidade.
Um filme teatral onde poderia ter sido mas emocionante, sendo que ganhou 6 óscar, atuações meia boca, mas mesmo assim ainda de o óscar de melhor ator a Robert Swaw, destaca a boa direção de Zinnerman, onde lhe rendeu o óscar de melhor diretor, melhor filme também, sendo que esses tantos de prêmios foram de certa forma exagerada.
Zinnemann adotou um academicismo beirando o teatral para formatar esta biografia de uma figura admirável, Santo Thomas More (Paul Scofield, sereno e implacável).
Chanceler católico, pautava-se por firmes convicções morais. Defendia a justiça armado com uma retórica argumentativa sólida. Sua integridade moral, nobreza de espírito e racionalidade não foram páreas à coerção de Henrique VIII (Robert Shaw, devorando cenários), em busca da anuência pública de More, que desaprovava o divórcio pretendido pelo monarca, verdadeira afronta aos princípios da Igreja.
Crença, consciência - em última instância, alma - prostituídas em nome de caprichos absolutistas do Rei? Opção inviável para More. spoiler: Pagou com a vida publicamente pela insubordinação. Jamais fora dobrado em seu íntimo. Vitória.
Chanceler católico, pautava-se por firmes convicções morais. Defendia a justiça armado com uma retórica argumentativa sólida. Sua integridade moral, nobreza de espírito e racionalidade não foram páreas à coerção de Henrique VIII (Robert Shaw, devorando cenários), em busca da anuência pública de More, que desaprovava o divórcio pretendido pelo monarca, verdadeira afronta aos princípios da Igreja.
Crença, consciência - em última instância, alma - prostituídas em nome de caprichos absolutistas do Rei? Opção inviável para More. spoiler: Pagou com a vida publicamente pela insubordinação. Jamais fora dobrado em seu íntimo. Vitória.
O filme ficou abaixo das minhas expectativas. Deve ser porque deixei me levar pelo impacto do título que ele ganhou aqui no Brasil. Filme arrastado do início ao fim. Esperava um drama mais denso.
bom filmeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!
Muito bom filme! Traz em sua essência a preservação de algo que não só na época como ainda hoje pouco se encontra: Caráter.
Não costumo assistir filmes antigos e fui realmente surpreendido em como uma narrativa simples, porém, cheia de verdades atuais pode tornar um filme de época “contemporâneo”.
Não costumo assistir filmes antigos e fui realmente surpreendido em como uma narrativa simples, porém, cheia de verdades atuais pode tornar um filme de época “contemporâneo”.
Thomas More (Scofield) substitui o ministro anterior, cardeal Wolsey (Welles), no governo de Henrique VIII (Hiller). Em conversa íntima com o próprio, que lhe indicaria, este recomenda que ele deveria ser um eclesiasta, ao que ele responde “como o senhor?”, numa clara alusão de que seus princípios éticos se encontravam bem acima dos de certos homens com grande poder eclesiástico, como o próprio cardeal.
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