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Ricardo L.
63.294 seguidores
3.227 críticas
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3,0
Enviada em 7 de junho de 2023
O monstro sagrado Tom Hanks estrela esse filme, sendo o mesmo um Ramake de um sucesso e aqui infelizmente mesmo tendo Hanks na frente não consegue ter a mesma força do original, mas mesmo assim vale a pena vê, principalmente por ter hanks.
O filme é intediante de início r ao decorrer da história que começa a ficar menos pior e no final melhora. se esse filme fosse com um ator aleatório ninguem falaria desse filme
Não me arrependo de ter assistido. Mas logo será esquecido. Uma história simples e interessante sobre o que fazemos com o que a vida nos dá e que ela sempre pode nos surpreender.
Com Tom Hanks pode pegar a pipoca e assistir a vontade que com ele não tem tempo ruim. Sempre será um bom filme. Brilhante e criativo, apesar de tratar-se de um remake sueco, gostei bastante. Acho que todos conhecemos alguma pessoa tão rabugenta quanto (isso se não formos nós mesmos). Aprendemos que a alegria pode estar nas coisas mais simples da vida. Vale muito!
Que escolha de título em português mais infeliz! Chamemo-lo, portanto de "Um homem chamado Otto". É estrelado por Tom Hanks? Então já se sabe que existe uma probabilidade imensa de ser uma historiazinha romântica, com alguns momentos engraçados e que terminará muito bem. Por outro lado, também já se sabe que poderá ser muito fácil e agradável de se ver. Conclui-se, ao fim, que todas as expectativas se concretizaram e que se passaram 2h06min de tempo muito bem gasto. As várias vezes em que Otto tenta o suicídio, claro que sem sucesso pois Otto é o Tom Hanks, são ótimas de se ver. A vizinha mexicana que passa a morar em frente à casa dele é interpretada com muita espontaneidade e comicidade. Você já se pegou rindo e com lágrimas nos olhos? Pois é.
Comprei o ingresso, sem muito entusiasmo. Nem reparei que tom Hanks é o protagonista. Boa surpresa, mas... Sou viúva de um grande amor e, sinceramente, a personagem, a trama não me pareceram verossímeis. Parece que todos os clichês foram reunidos, amarrados, com linhas de diversas cores. Cenas previsíveis, humor com piada fácil, exageros... Não esperava muito. Não cheguei a me decepcionar. De resto, vai um 3,0, em respeito a Tom Hanks.
Parece um clichê batido (a escolha do nome em português foi infeliz por passar essa impressão), mas é um filme tocante, que aborda temas delicados com muita leveza.
O roteiro é bem construído e surpreende em alguns momentos. A atuação de Tom Hanks e a da atriz que faz o papel da vizinha figuram como pontos altos do longa-metragem.
É o tipo de produção que não vai te impressionar por detalhes técnicos, originalidade e sutilezas, mas, de alguma forma, vai te fazer sair do cinema desejoso de ser uma pessoa melhor do que quando entrou.
Para quem assistiu o original sueco, de 2016, esse filme se torna clichê e repetitivo, com uma direção preguiçosa e previsível. Para quem não assistiu, torna-se uma sessão da tarde, ainda clichê e previsível. Fora a ótima atuação de Mariana Treviño e do próprio Tom Hanks que se esforça para ser mau, mas não convence, o filme conta a história de Otto, uma pessoa desiludida com a vida e em constante mau humor, após algumas tragédias. A chegada da família de Marisol muda a sua rotina e o faz revelar o seu verdadeiro lado, apesar de continuar rabugento. É possível dar algumas risadas e aprender com a mensagem, mas a direção fica a desejar e transforma o filme em algo facilmente descartável.
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