Eu nem gostos de filmes de drama, mas a história de Otto fez-me parar e me emocionar, principalmente porque eu me vi no ranzinza que é o personagem (risos). A história no geral é bem amarrada e cuida dos detalhes que acrescenta à trama, desenvolvendo e explicando as relações dos personagens. Eu, particularmente, não gosto de filmes que retomam a cenas do passado, pois fazem isso apenas para enrolar e, de fato, esse, logo no início, volta ao passado quando ainda não há necessidade. Mas, à medida que o filme se desenrola, nós acabamos gostando desses flashbacks para entendermos as relações do Otto com os demais personagens. São como as peças que faltam no quebra-cabeças, e, por isso, não desvalorizei o uso desse recurso. O filme também é muito imersivo, e nós conseguimos acompanhar toda a transformação, ou, na verdade, externalização do verdadeiro ser personagem (tentando escrever sem spoilers). Um ponto que é principal na história é o luto do personagem principal. Várias coisas acontecem à sua volta, mas, no fim, tudo se remete à forma como ele lida com esse estado emocional, ou melhor, como ele não consegue lidar. O filme usa isso para explorar em nós, espectadores, uma mistura de vários sentimentos ao longo da cena, e, muitos deles, simultaneamente. Por fim, talvez eu, que sou do direito, só tenha ficado com "uma pulga atrás da orelha" quanto à resolução da disputa jurídica com a imobiliária. Talvez isso merecesse um melhor desfecho e, assim, satisfar-me-ia mais. Mas, de modo geral, recomendo muito o filme e, provavelmente, vou assisti-lo mais uma vez. Certamente está no Top 20 dos filmes que mais gostei.
O título do filme no Brasil teve uma tradução infeliz. Teve um enredo que pegou do inicio ao fim. É um filme que traz comédia e drama nas doses certas. Com certeza uma dos melhores filmes do Tom Hanks pra mim. O final confesso que fiquei surpreso apesar dos indícios. Vale a pena assistir num sábado a noite!
Subestimei esse filme por achar que fosse uma comédia estilo sessão da tarde. E o próprio titulo na tradução para português, passa essa impressão. É uma mistura em proporções bem dosadas de drama e comédia, sobre a vida e o destino das pessoas. A história que cada um traz consigo. É sobre enxergar as pessoas para além da casca. Tom Hanks ótimo em sua atuação, e principalmente Mariana Treviño como a vizinha Marissol. Uma história muito bem escrita, muito bem amarrada, que vai sendo revelada aos poucos. Ponto fraco para atuação na cena da influencer na frente da casa da vizinha do Otto.
O filme é bom até certo ponto. Em sua classificação ele consta como comédia, pra mim está mais pra drama do que comédia, tudo bem um filme não precisa necessariamente ser classificado com um único gênero, inclusive aqui ele é classificado como comédia e comédia dramática, mas o meu ponto é que a tentativa de narrativa engraçada é muito ruim e as coisas tratadas ao mesmo tempo não se encaixam. Fora esse contexto, a provocação de suspense e linha do tempo pode confundir, acho até que a intenção é essa, mas chega ao fim sem provocar grandes reflexões, falha como comédia, falha com a mensagem, acerta no suspense, acerta no entreter.
O filme traz uma abordagem um pouco forçada em relação aos vizinhos, uma mudança extremamente drástica de comportamento que me pareceu muito exagerada. O filme tem sim pontos positivos, porem é um filme médio na minha opinião.
Filme bem legalzinho e bonitinho, tem uma história e final bem emocionante, mas pra mim não é um dos melhores filmes do Tom Hanks. Eu gostei de seu personagem, Otto Anderson, teve um excelente desenvolvimento no decorrer do filme, mas eu acho que o roteiro teve algumas falhas e incoerências. Forrest Gump ainda é meu filme favorito com Tom Hanks, mas esse aqui até que é legal e é bom pra assistir numa tarde.
Uma história bem humana, que mescla o humor com drama de forma sensível e plausível. Tom Hanks conduz a trama com muita eficiência, mesmo sendo rabugento, não sem motivos, possui muito carisma.
"Tom Hanks emociona em um filme sobre luto, solidão e a beleza das segundas chances." Otto (Tom Hanks) é um viúvo rabugento que, após perder a esposa, encontra nova esperança ao interagir com seus vizinhos. Com uma trama simples, O Pior Vizinho do Mundo é uma reflexão sobre luto e recomeços. Tom Hanks brilha ao dar vida a Otto, um homem em conflito com sua solidão e o mundo ao seu redor. A mistura de humor e drama é tocante, com a história abordando a importância das relações e da conexão humana. A direção de Marc Forster acerta no tom e no ritmo, transformando o longa em algo genuíno.
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