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Guilherme M.
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154 críticas
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4,0
Enviada em 14 de fevereiro de 2020
Poderia ser mais curto, mas ainda sim é um bom filme, a cena inicial é chocante, e o desenrolar da história aborda vários, assuntos, gostei. Nota:7/10.
Eu estava interessado em saber a motivação do ataque mas o que vi foi um filme fraco e mal produzido com orçamento de boteco. Perdi DUAS horas da minha vida com um filme que tenta forçar um drama e um romance em um ataque terrorista. O filme se arrasta numa narrativa cansativa e tediosa, minha dica é pesquise na Wikipedia sobre o ocorrido e não perca seu tempo. O filme enfatiza que é uma ataque de extrema direita, muito tendencioso viu Netflix, eu poderia dizer que é de extrema esquerda, resumindo o papel aceita tudo.
Preciso saber se a narrativa é 100% autêntica. Também existem terroristas de extrema esquerda. A Netflix lançou o filme com um viés tendencioso como influenciadora e formadora de opinião contra a direita. Também tenta formar opinião na questão da migração. Quero deixar como sugestão que assistam os filmes que contam os crimes da extrema esquerda. E quero deixar bem claro aos críticos de plantão que não concordo com nenhum tipo de atitude extrema e atos de terrorismo, é apenas uma análise reflexiva sobre o filme.
Só não dei cinco porque vou terminar de assistir agora (estava cansada e dormi ontem). Eu fiquei nervosa com a situação, pelas famílias envolvidas e por saber que é CASO REAL, me deixa mais envolvida ainda. sigam @assistanetflix
Os filhote pagaram por seus pais laranjas podres...deveria haver mais desses justiceiros ...ele não era louco sabia dos planos da elite mundial...e esses políticos são tudo coniventes...acorda aí...longe dele ser fanático por games...a coisa é bem outra....
Um filme que retrata o atentado de 22 de julho de 2011, na Noruega.
O empresário (isso o filme, deixou de mencionar), Anders Behring Breivik, e "líder" de uma facção de extrema-direita, realiza um atentado terrorista na cidade de Oslo e na ilha de Utoya, que culminou na morte de 76 pessoas, dentre elas 68 crianças, que estavam em um retiro, na ilha de Utoya. Com o viés, de atacar a ideologia markesista e mandar uma mensagem de cunho nacionalista para o povo.
O filme é de certa forma, é fiel, em sua narrativa, e no decorrer dela, a história fica dividida a maior parte do tempo, entre a recuperação de Sveinn (vítima em Utoya) e o terrorista Anders, maquinando para finalizar o seu plano junto a suprema corte.
Para ser bem sincero, o filme peca muito no tempo gasto na recuperação de Sveinn. Tudo bem, que é de certa forma, algo inspirador e motivador, a força e a coragem de Sveinn. Porém, o filme é sobre o atentado e o julgamento de Anders, que ao meu ver, se focasse mais em construir esse lado da história, o filme ficaria muito mais atraente. Poderia, também ter investido nas reações da população, em relação ao atentado. Mais a ideia do diretor, foi focar, demasiadamente, na recuperação de Sveinn. Que até no início, soube bem expressar a dor e angústia, Todavia, ao enrolar essa situação, o filme acabou se tornando monótono, visto que o filme tem mais de 2hrs de duração.
Para quem espera ação, pode esquecer, aqui é um filme de drama. Não achei ruim não, é bem dirigido. O problema foi a longa duração, poderia ter um 30 minutos a menos. Mas da para assistir se tiver tempo e nada para fazer.
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