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Sidney M.
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1.082 críticas
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3,0
Enviada em 20 de outubro de 2018
Para quem espera ação, pode esquecer, aqui é um filme de drama. Não achei ruim não, é bem dirigido. O problema foi a longa duração, poderia ter um 30 minutos a menos. Mas da para assistir se tiver tempo e nada para fazer.
Filme muito duro, mas necessário. Uma visão de um país ultra civilizado na forma de lidar com o terrorismo. Sua população ainda deu sustentação ao primeiro ministro, mesmo com graves falhas de segurança. Merece ser visto.
O dia 22 de julho de 2011 entrou para a história da Noruega por um motivo muito, muito trágico: esta é a data em que o nacionalista Anders Behring Breivik escolheu para perpetrar seus ataques terroristas. Anti-islâmico e fundamentalista cristão, o criminoso matou 76 pessoas, compondo uma tragédia que agora chega à sétima arte pelas lentes de Paul Greengrass - confira acima o impactante trailer de 22 July, baseado na história de Breivik e nas consequências de seus atos.
já tinha assistido o filme utoya onde você tem uma perspectiva de estar sendo perseguido pelo terrorista dentro da Ilha e após assistir esse filme me interessei muito por essa história e ao assistir essa versão feita pela Netflix pude ter uma nova visão do ocorrido neste dia tão trágico para a história da Noruega⭐⭐⭐
Roteiro muito bem feito. Mostra o julgamento de um militante de ultra-direita que realizou dois atentados na Noruega. O maior deles foi contra um acampamento de jovens de um partido de esquerda norueguês. O filme mostra como o Estado democrático de Direitos nunca deve sucumbir ao fascismo.
É um bom filme que retrata o ataque terrorista de 2011 em Oslo realizado por um fanático político e também conta a história de Viljar, que sobreviveu ao ataque. Como já disseram, poderia ter muito bem uns 20 minutos a menos sem comprometer o filme. E já aproveitando, independente se você é de direita ou esquerda, já que os comentários aqui do filme seguiram para outra linha, não tenha políticos de estimação, eles não estão nem aí para você.
Um filme que retrata o atentado de 22 de julho de 2011, na Noruega.
O empresário (isso o filme, deixou de mencionar), Anders Behring Breivik, e "líder" de uma facção de extrema-direita, realiza um atentado terrorista na cidade de Oslo e na ilha de Utoya, que culminou na morte de 76 pessoas, dentre elas 68 crianças, que estavam em um retiro, na ilha de Utoya. Com o viés, de atacar a ideologia markesista e mandar uma mensagem de cunho nacionalista para o povo.
O filme é de certa forma, é fiel, em sua narrativa, e no decorrer dela, a história fica dividida a maior parte do tempo, entre a recuperação de Sveinn (vítima em Utoya) e o terrorista Anders, maquinando para finalizar o seu plano junto a suprema corte.
Para ser bem sincero, o filme peca muito no tempo gasto na recuperação de Sveinn. Tudo bem, que é de certa forma, algo inspirador e motivador, a força e a coragem de Sveinn. Porém, o filme é sobre o atentado e o julgamento de Anders, que ao meu ver, se focasse mais em construir esse lado da história, o filme ficaria muito mais atraente. Poderia, também ter investido nas reações da população, em relação ao atentado. Mais a ideia do diretor, foi focar, demasiadamente, na recuperação de Sveinn. Que até no início, soube bem expressar a dor e angústia, Todavia, ao enrolar essa situação, o filme acabou se tornando monótono, visto que o filme tem mais de 2hrs de duração.
Só não dei cinco porque vou terminar de assistir agora (estava cansada e dormi ontem). Eu fiquei nervosa com a situação, pelas famílias envolvidas e por saber que é CASO REAL, me deixa mais envolvida ainda. sigam @assistanetflix
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