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Luciano Silva
1 crítica
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1,0
Enviada em 3 de abril de 2020
Um dos piores filmes que já assisti. Para quem quer perder tempo com um filme sem pé e sem cabeça assistam esse, muito parecido com o filme O CUBO, horrível, sem conteúdo, esperei até o final para ver se acontecia algo que explicasse o porquê deles estarem ali, mas para minha decepo final conseguiu ser pior que o início e meio kkkkkkk
É um filme muito bom que traz alusão ao capitalismo e socialismo. A primeira parte seria o capitalismo e a segunda parte refere-se à tentativa de aplicação do socialismo, que também não é bem sucedida, já que muitas pessoas acabam morrendo. São apontadas as falhas de ideologias econômicas, políticas e sociais. É perceptível também muitas simbologias bíblicas aplicadas a cada andar. Quanto ao final...acho que deixou a desejar, já que não teve um encerramento e ficou aberto a interpretações.
Gostei do filme, entendi a questão social e religiosa q abordam , q nos diz muito da realidade dessa sociedade q vivemos.... Adorei o q eles disseram sobre os 3 tipos de pessoas q existem , pq o sistema faz c q a ganância das pessoas torne o mundo exatamente isso... Mas achei o final uma bosta acho q todo fime espanhol tem esse defeito, eles deveriam colocar mais uns 30 min de filme pra elaborar um final melhor... Entendi q eles quiseram deixar a interpretação de cada um, mas se eles vieram trazer uma msg, mesmo q seja pra refletirmos, eles poderiam deixar uma msg completa, pra ter mais sentido kkkk.... N custava nada ja q a produção do filme foi tão escassa ..樂
O Poço é um verdadeiro mistério. Não se sabe quem criou. nem o porquê. Qual o processo de seleção para entrada, nem muito menos o processo de saída. Se há realmente a possibilidade de saída.
A princípio o objetivo de estar no poço é se alimentar, o que poderia ser muito fácil. Mas o que poderia ser restrito a comida, é abrangido a coragem, atitude, empatia, proatividade, fé, ganância, dentre outras coisas boas e ruins.
Então, vemos que O Poço fala sobre sociedade. Uma sociedade que em algum momento foi instituída, que vigora e que sem menos perceber você já está inserido nela.
Uma sociedade que os com mais poder, conhecimento, tecnologia, ditam as regras e muitas vezes agem como Deus.E vemos a divisão de classes onde, se você não está no topo da pirâmide, seu futuro é incerto.
Onde a classe acima não se importa com a de baixo, e que a debaixo sempre almeja a de cima. Elas não deveriam se misturar, porque cada uma deve cumprir seu papel de superioridade ou inferioridade que o seu status lhe proporciona. Querer fugir desse papel é inesperado, ousado, revolucionário. audacioso e sobretudo perigoso, praticamente mortal.
E que se fazer diante disso? Ser egoísta e usufruir o máximo o possível, sem pensar no amanhã! É justamente esta atitude egoísta que faz com que O Poço seja um inferno, onde se você não mata para viver, você pode acabar morto.
Sobre o inferno, O Poço tem 333 níveis, comportando duas pessoas em cada, geralmente desconhecidos entre si. Ou seja, 666 pessoas - o número da “besta”, do demônio, como algumas culturas acreditam.
Um problema que seria resolvido se a distribuição igualitária de comida fosse realizada. Na verdade a igualdade de direitos seria a solução para praticamente toda a humanidade, fosse ela fictícia ou não.
Além da questão central, o filme também aborda questões sobre fé, machismo, racismo, religião. Algumas mais em entrelinhas do que outras, mas abordadas como males presentes nas atuais sociedades doentes.
A mensagem final do filme pode ser por esperança: as futuras gerações, saberão melhor do que as atuais como agir durante as adversidades. Mas ela também sobre a falência da sistema: nenhum sistema é perfeito, todos são passíveis de erro. Ou mais, pode ser sobre a união: juntos, os mais fracos, podem se tornar mais fortes e promover a real mudança. E talvez a mensagem final seja tudo isso e mais um pouco, ou qualquer outra coisa.
A cena final pode ser considerada vaga por alguns. Não se sabe ao certo o que vai acontecer, e há um desejo de ver a continuidade. Novamente, há margem para muitas interpretações: nem tudo na vida é do jeito que você quer; cada um tem seu papel e seu propósito no mundo; independente do que aconteça, a vida simplesmente tem que continuar; o passado ficou para trás. E pensando aqui uma das que considero mais interessante é: você colhe aquilo que planta, mesmo que no momento da colheita você não esteja presente.
Filme intrigante é surpreendente, faz uma dura crítica ao sistema. Qualquer semelhança com a realidade é uma mera coincidência, retrata a realidade que estamos vivenciando. Como Diria Freud “mal estar na civilização”.
Filme sem qualquer atrativo, se a ideia de mostrar a desigualdade social foi o ponto Central, ok, conseguiu. Mas não há qq inicio, meio e fim. Sem roteiro definido, personagens vazios, canibalismo, nada a ver.. Uma verdadeira porcaria..
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