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Rafael Willian
1 crítica
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3,5
Enviada em 29 de março de 2020
A menina não existe, é um delírio dele ,quando esteve na casa do centésimo andar o único modo de sobrevivência era o canibalismo ao encontrar a menina no 300 andar essa estava limpa e saudável ele já morto encontra o velho ,a sobremesa chega até o topo mas a mensagem não tem sentido a cena em que o chefe da administração briga pelo fio de cabelo na sobremesa e a administração demite os responsáveis ou seja todos nós ocupamos um andar nesse poço .
A plataforma é assustadora. Acho que essa é a melhor descrição que posso fazer.
Isso me lembra um pouco o filme "O Cubo". Essa prisão surreal entra na sua cabeça, mesmo quando você está apenas assistindo. E a atuação ajuda a definir o tom deste filme. Todo mundo está enlouquecendo e eles têm esse espírito... sinistro... envolvendo-os. Sobrevivendo a todo custo.
A maioria das pessoas acharia este um filme difícil de assistir. Não só porque é gráfico, mas porque também é bastante... ocioso. O único cenário é esta prisão e o que nos move é a necessidade de saber o que vai acontecer.
O desenvolvimento do personagem é bom. Sua descida ao abismo é marcante e entristecedora.
Um filme incrível, com profunda crítica social. Realmente não foi feito para ser assistido e sim para ser digerido, analisado, dissecado. spoiler: O final não diminui em nada o peso social da obra, entendo como uma representação do fim incerto daqueles que tentam desmembrar um sistema perverso.
Este filme é como uma obra de arte, um quadro pintado para criticar a sociedade atual e todo sistema político, econômico, social, religioso...️piramidal! Não é qualquer um que pode interpretá-lo e entender o diálogo, muito menos redirecionar suas críticas na vida e na sociedade. Não é um filme para se divertir, mas sim para refletir... quem pode mudar esse sistema? Quem tenta mudar chega ao fundo do poço e não tem como mais voltar... DEUS NOS LIVRE!
Instigante, perturbador, sombrio, entretanto necessário. Coincidentemente, a atual emergência sanitária que passamos com a crise do Coronavírus reflete de fato em O Poço, pois a desigualdade social que existe no mundo capitalista que vivemos, é escancarada de forma subliminar e nos resta entender essa mensagem.Trata-se de um filme em que o principal objetivo é refletirmos, principalmente no sentido da solidariedade. Instiga-nos a realizar em nós mesmos, uma busca diária por esse gesto, que por inúmeras vezes passa despercebido. Portanto, sem dúvidas é fundamental ter compaixão com o próximo. O longa traz um ambiente sombrio, no qual o objetivo maior é a sobrevivência e pra isso a solidariedade deve existir, ou deveria, contudo ao menos em O Poço, isto simplesmente não acontece. O diretor Galder Gaztelu-Urrutia consegue destacar de forma precisa cada etapa do filme, fazendo com que o espectador, de fato sinta na pele o que os personagens estão transmitindo na tela e isto é extremamente perturbador. Uma mensagem ao menos enigmática é transmitida no final, contendo um desfecho amenizador para o peso do filme, pois sua leveza pode ser transformadora para quem captá-la. Filme muito bom, vale a pena assistir.
Sinceramente odiei esse filme. Sem início e sem final. Perdi tempo. Não indico. Queria entender como eles foram parar ali e o final que tbm ficou a desejar. Se quiser perder tempo esse filme é a opção.
Nao é filme de entretenimiento, é filme de estudo. Exige um certo repertório. É aparentemente muito simples o roteiro era pra ser uma peça de teatro. Quase passei mal assistindo de tao pesado, mas possui uma crítica crua da humanidade em todos os aspectos, sendo unilateral, criticando tanto o capitalismo quanto o socialismo, por exemplo. Masterpiece!
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