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Evandro H
11 críticas
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5,0
Enviada em 28 de março de 2026
Melhor filme de Tarantino, Pulp Fiction ficou em segundo, pra quem sabe o que era a Sharon, Manson e o que aconteceu.....Tarantino foi mestre demais nesse filme extremo, só pra quem entende de cinema mesmo. Perfeito.
O filme é a essência de uma produção de Tarantino, repleta de referências brilhantes que enriquecem a experiência. O roteiro é impecável, trabalhado nos mínimos detalhes, e as atuações são simplesmente magníficas. Uma verdadeira obra-prima do cinema.
A trama é empolgante, com ação, drama e um toque certo de humor. A ótima ambientação e caracterização nos faz dar um passeio pela Los Angeles daquela época. O elenco todo é excelente e vale ressaltar que os personagens vividos por DiCaprio e Pitt são fictícios, mas foram inseridos numa tragédia real.
Quentin Tarantino revela-se mesmo um grande cinéfilo. Este filme faz uma grande referência ao cinema dos anos 60 a partir da história de um ator de filmes de ação em fase decadente e seu leal dublê, recontando o crime de Charles Mason, se acontecesse de outra maneira (como refez a morte de Hitler em Bastardos Inglórios). É muito interessante ir descobrindo os filmes e séries que são citados nos diálogos e cenários por todo o filme. E, ao contrário das obras sanguinárias deste diretor, aqui existe muito bom humor e uma produção caprichada nos figurinos e objetos de época. Imperdível.
Sem dúvida um dos melhores roteiros do Quentin Tarantino. Ele criou um pano de fundo narrativo para fazer uma homenagem a atriz Sharon Tati. E também, ao mesmo tempo, brinca com o destino mudando radicalmente a verdadeira história trágica em uma bela história. Sensacional. Recomendo aqueles que não entenderam o filme a pesquisar sobre o assassinato da atriz Sharon Tati. Então depois assista ao filme e verá a obra prima do Tarantino.
Elenco excepcional, atuações impecáveis, direção perfeita. Não há nada de errado no filme. A nota baixa na avaliação tanto do Adoro Cinema quanto do Google se deve à miséria intelectual dessa geração, a geração com o QI mais baixo de toda história humana, a primeira geração comprovadamente a ter o QI mais baixo que o das gerações anteriores. São pessoas incapazes de compreender que esse conto é baseado numa história real, numa tragédia, e que a forma como o filme foi desenvolvido teve a intenção de torná-lo leve e que o final trágico para os assassinos é como um grito de justiça até hoje contido em Hollywood. Afinal de contas, quem não gostaria de fazer na vida real com Charles Manson e sua turma de assassinos o que Brad Pitt e Leonardo Dicaprio fizeram na ficção? É isso que essa geração Velozes e Furiosos, Jogos Vorazes e Crepúsculo não consegue compreender.
Se Tarantino fosse fazer filmes para o mainstream ele não seria Tarantino. Ele disse: hoje não, essa noite não, nas minhas mãos não, porque Sharon Tate vive e terá uma noite que não teve, um novo amigo e boa conversa. Viva Sharon Tate. Ele mais uma vez foi genial. Metalinguagem total e metafórica homenagem. É assim que eu vejo o filme e não sei se foi o que o diretor quis dizer. Ah não sei quem foi Sharon Tate, não sei quem foi Charles Manson. Lamento.
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