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Vitor Araujo
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618 críticas
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2,5
Enviada em 30 de janeiro de 2020
Homenagem marcante do cinema dos anos 70, entrelaçando com os momentos históricos da época. Uma fábula contada no estilo Tarantino. Mesmo assim, uma história muito arrastada, lenta e por vezes desnecessária. Interessante, porém podia ser melhor.
Se existe uma pessoa suspeita para falar sobre Quentin Tarantino sou EU, portanto vamos lá. Esse não é o melhor filme de Tarantino, porém o roteiro baseado numa história real, porém adaptado é impecável, muito bom mesmo. Leonardo de Caprio está muito bem em seu personagem, mas Brad Pitt rouba todas as cenas. Quem amo Tarantino não pode perder e deleitar-se com mais um filmaço.
Tarantino é um filho de uma égua! O nono filme dele (que ele chamou de penúltimo), não é pra ser levado a sério e por isso é bom. Que delícia ver Leo e Brad juntos, ídolos da juventude, completamente maduros artisticamente. Leo se despiu de toda vaidade pra viver Rick Dalton e falo, sem medo: Não fosse o Joaquin Phoenix, Leo ganharia o Oscar porque está simplesmente ma-ra-vi-lho-so!
Brad, nem se fala. Mereceu o Oscar de coadjuvante e ainda provou que dos altos de seus 56 anos, ainda dá um caldo bacana. GATO com G maiúsculo. Ele honrou a profissão dos dublês que agora querem que sua categoria, apareça no Oscar.
Os únicos senões do filme são a aparição de Bruce Lee (achei desnecessário) e a melancolia que eu senti no final, por conta da história de Sharon Tate.
Quem dera que pudéssemos refazer as coisas, né Tarantino?
Eu vou manter abaixo a crítica original, mas digo que após ver uma segunda vez, com um pouco mais de conhecimento sobre a época, aumentei a nota. É fantástico. Ainda não gosto de como Bruce Lee foi tratado, mas por outro lado, que final satisfatório. Era uma vez... difere de outros filmes do Tarantino. Não é uma história cheia de ação e violência. Não é o melhor filme de Tarantino, mas talvez seja o filme que ele sempre tenha sonhado em fazer. Uma homenagem à uma Hollywood a qual ele é apaixonado, uma mistura de realidade e ficção. Dicaprio traz a melhor performance o filme, elevando as cenas em que atua. Pitt tem o melhor personagem, um anti herói divertido e durão. Robbie interpreta Sharon Tate. Embora, em primeiro momento, as cenas dela pareçam pouco importantes, elas homenageam Tate, mostrando como era promissora a carreira da atriz. Tarantino errou feio na retratação de Bruce Lee, que é mostrado no filme como uma pessoa arrogante e que provoca brigas, o contrário do que se sabe sobre ele. No desenrolar do filme não vemos uma missão clara para os personagens, não sabemos exatamente o que devemos torcer para acontecer, mas isso não chega a ser um problema, uma vez que nos sentimos tão confortáveis vendo a história desses personagens. Porém, para um filme de 2h40, talvez isso tenha tornado um pouco cansativa a experiência. Mas isso é corrigido com o final. Quando os eventos derradeiros chegam, é exatamente o que...não esperávamos. spoiler: Tarantino reescreve a história de uma maneira brilhante e com seu estilo. Nessa história temos um final feliz pra Sharon Tate, temos os vilões psicopatas mortos de uma maneira que deixa óbvio é o diretor do filme e, como não tivemos alguém levando tiro nos órgãos genitais, tivemos alguém tendo seus órgãos genitais devorados por um cachorro.
Diferente de tudo que já vimos do Tarantino e ao mesmo tempo com a cara do Tarantino.
Definitivamente não é meu tipo de filme, mas Era uma vez em Hollywood tem um trabalho técnico e de produção tão bem feito que se torna mágico. Acho que é o filme do Tarantino que foi melhor produzido (não o mais legal pro meu gosto pessoal haha). Me senti vendo algo realmente antigo, desde a ambientação até aos pequenos detalhes. Não conheço a história da Sharon, então me senti um pouco perdido, a duração também me incomodou um pouco. Vale um destaque pra Margot Robbie que estava sensacional e com uma simplicidade impressionante na atuação. Brad Pitt e Leonardo Dicaprio estão maravilhosos. Ah e o final, perfeito pra quem quer Tarantino hahaha
Considero o pior filme de Quentin Tarantino. Tipicamente perceptível que ele usou todas as fórmulas para agradar a Academia na sua sede de Oscar, afinal, nunca ganhou como melhor diretor ou melhor filme! Me entristece vê-lo usando sua genialidade para esse objetivo, logo ele que sempre foi despretensioso quanto a fazer filmes para premição. Não irei pagar de cult da mesma forma que não vou dizer que é genial só porque é o Tarantino. Acredito muito na subjetividade de se gostar ou não, longe do coletivo. É um belíssimo tiro no pé e o que salva é a atuação do Brad Pitt. O resto eu prefiro "desver" ou pelo menos tentar.
Um filme gostoso de assistir, apesar do roteiro ser lento.., a direção de arte desse filme é o ponto forte ! fantástica! Se passa no final da década de 60.., Um roteiro simples , elenco muito bom , um filme de época onde mistura alguns eventos reais , com ficção., alterando o rumo da história , e isso é bem interessante! Não faz parte dos melhores de Tarantino, bem longe disso..., a história é arrastada e pouca coisa acontece.., apenas no final , que o filme fica mais interessante., mas ainda assim é muito bom!
Os filmes de Tarantino sempre deixam a sua marca. Era uma vez em Hollywood não é diferente. Brad Pitt está em umas de suas melhores atuações na carreira, DiCaprio também foi muito bem. Roteiro de primeira, trilha sonora muito boa e com uma direção de arte sensacional.
Los Angeles, 1969. Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) é um ator de TV que, juntamente com seu dublê, está decidido a fazer o nome em Hollywood. Para tanto, ele conhece muitas pessoas influentes na indústria cinematográfica, o que os acaba levando aos assassinatos realizados por Charles Manson na época, entre eles o da atriz Sharon Tate (Margot Robbie), que na época estava grávida do diretor Roman Polanski (Rafal Zawierucha).
Ótimo filme mas também esperar o quê de um filme de Quentin Tarantino com Brad Pitt e Leonardo DiCaprio só poderia vir coisa boa ótimas atuações com uma história que prendeu minha atenção do começo até o fim realmente muito bom, recomendo⭐⭐⭐⭐
Tarantino mais uma vez não decepciona, nos da um grande filme. DiCaprio esta fenomenal como sempre, a trilha sonora é perfeita, e a fotografia é bem simétrica. Por mais que a história vá para alguns caminhos um pouco desinteressantes, Era Uma Vez em Hollywood mostra-se ser um baita filme, não é o melhor de Tarantino, mas tem muita ação é divertido e é ótimo.
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