Era uma Vez em... Hollywood
Média
3,9
1570 notas

218 Críticas do usuário

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Alan R.
Alan R.

4 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2021
Era una vez.... Está no top 5 dos melhores filmes do Tarantino. Um longa cheio de detalhes, e com tivessas referências ao cinema e a cultura da época, uma pena que muitas pessoas nem conhecem a história real claro que para os americanos o filme trás um significado bem maior, aquele final foi uma grande sacada é muito profundo. A melhor atuação do Brad Pitt! E o DiCaprio sempre fantástico!
Vi Gabriel
Vi Gabriel

5 seguidores 19 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de janeiro de 2020
Esse filme pode ser dizer que foi uma grande homenagem ao cinema, com a liberdade que Quentim Tarantino tem nós seus filmes, pode trazer um elenco de peso, que leva o filme, mesmo tendo um enredo bem simples, mas, ganha os espectador pelos detalhes. Leonardo di Caprio, foi incrível na cena em que ele um ator tentando dar o máximo pra ser reconhecido, foi impressionante todos os detalhes. Margo Robbie, na cena do cinema, ele conseguiu demonstrar todos os sentimentos de Sharon Tate. E Bradd Pitt na cena do massacre final, que não podia faltar em um obra de Tarantino
paulo alves
paulo alves

5 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 28 de novembro de 2019
Muito fraco e confuso o filme, achei que fosse contar a morte da sharon tate, ainda bem que nao gastei meu dinheiro , mas perdi meu tempo. Infelizmente foi o pior filme de Tarantino.
Emanuel Madeira
Emanuel Madeira

1 seguidor 16 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 16 de maio de 2021
Quem gosta do que faz, coloca gosto e dedicação dando o seu melhor em cada projeto, se superando trabalho após trabalho. Quando atinge a fama e cai no gosto do público, começa a construir sua marca registrada, com elementos próprios definidores de seu trabalho. Um símbolo, uma forma, gesto, imagem. Os melhores profissionais são percebidos de longe, definidos como o crème de la crème de sua área.

Quentin Tarantino iniciou seu trabalho cinematográfico não como um amador, mas como amante da sétima arte, quando ainda era empregado de uma loja de vídeo-locadora. O diretor foi coletando ao longo dos anos uma cinegrafia tão única, variada e fora dos padrões blockbuster de cinema norte-americano, que o colocou em um patamar onde tudo o que produzir terá mil olhos curiosos aguardando.

Agora, a quase trinta anos desde a premier de sua primeira 5ª Sinfonia Pulp Fiction, em seu nono longa Era uma vez em Hollywood... Quentin cria um pastiche nonsense, com muita crítica e rebeldia a uma indústria cinematográfica hollywoodiana, rápida e ávida por novidades, astros e gêneros da vez, fazendo autocrítica até a sua forma de fazer cinema. Por isso, posso afirmar que conseguiu, audaciosamente, criar um perfeito filme anti –Tarantino.

Diante da volta de tantos clássicos dos anos 80 as telonas, Tarantino rebobina os anos dourados, quando ir ao cinema era um passeio moderno, e mostra o outro lado da Meca do Cinema, do ponto de vista dos atores, e as diversas situações que passaram para se manter no cenário. E enquanto mostra este panorama, passeia em uma cinematográfica Hollywood que só existe em nossa imaginação.
Diretores renomados já usaram desta fórmula para construírem grandes clássicos: Scorcese tem a Invenção de Hugo Cabret, Woody Allen fez Café Society. A combinação de grandes diretores e metalinguagem é sempre reveladora nas mãos destes gênios.

Em seus últimos três longas, Tarantino segue o mesmo gênero, faroeste, com seu repertório forte em todos os quesitos técnicos, trilha sonora, enquadramento e fotografia. Menos neste. Sua fórmula foi demais, exagerou na dose, misturou o tom de seus filmes mais famosos, com ótimos diálogos, atores de primeira, mas faltou suas famosas cartas na manga, seus ases e suas canastras absurdas, típicas de Quentin Tarantino. A forma de filmagem escolhida pelo diretor deixa o filme com o tom muito básico, muito solar, querendo destacar o glamour hollywoodiano sem ter criado um clima para tanto. Há muita experimentação de roteiro e direção, revelando um diretor querendo se livrar de velhas formulas, transformando nossa experiência cinematográfica em tragédia.

Infelizmente, para o público em geral, os fatos abordados e os personagens reais ali retratados exigem um certo conhecimento. Acho surreal assistir a um filme que, para entender seu sarcasmo, se faz necessário conhecer as referências. Nas artes plásticas é até interessante ter prévio conhecimento do assunto para apreciar uma obra. Na sétima arte passa a ser vertigem.
Mas Tarantino não se importa com nada disso, aliás, marola o filme todo, estende o que quer dizer, filmando para si mesmo, valorizando cenários, prolongando a construção dos personagens, em cenas muito contemplativas, sem... fazer... nenhuma... questão... em.. mostrar... sua... assinatura.

Deixando a última pipoca do pote para o final, apesar de todos os prós, contras, ações e cortes, Tarantino trouxe a tela, com uma visão peculiar, sua carta de amor ao Cinema.

É o melhor filme de Tarantino? Não é, mas consegue ser uma tentativa bem-sucedida, quando o diretor sai de seu modo operante, e demonstra outras habilidades.

O Cinema, afinal, também é feito de boas histórias.
Mauro A
Mauro A

4 seguidores 32 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de agosto de 2019
Seria um filmaço se quarenta minutos fossem cortados. Tarantino às vezes peca por colocar cenas longas nos seus filmes e que nos leva a pensar: “Para quê isso tudo?”. No mais, o filme é interessante porque mostra a realidade de Hollywood, ou seja, ator preocupado com sua carreira, como vemos com Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) e seus momentos de desespero quando erra o texto. Tarantino tem uma pegada interessante que é justamente mudar o que foi a realidade e dar um final feliz, como foi em “Bastardos Inglórios” onde mostra a derrota do nazismo dentro de um cinema em chamas. Da mesma forma, neste, ele dá outro destino para os membros da seita do Charles Manson.
Luciana
Luciana

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 18 de setembro de 2021
Chato. N sei como tem tanta avaliacao boa Tentando entender ainda. N creio q valha a pena perder tempo com esse roteiro
Gabriel Santos
Gabriel Santos

5 seguidores 38 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de novembro de 2020
Salvo pelos protagonistas, é um filme esquecível e que conta uma história importante, mas que dificilmente traria algo além do que foi mostrado.
Claiton B
Claiton B

5 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de março de 2020
Magnifico, final simplesmente espetacular, pode parecer monótono de mais no começo, mas vale muito apena.
Marcos W
Marcos W

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de setembro de 2019
Fui atraído pelo filme pela sinopse que dava a entender que contaria sobre o assassinato de uma atriz famosa nos anos 70. Mas bastou assistir para ver que era um engodo. Então se for assistir para ver esse caso real você vai se decepcionar. O filme não trata disso. Isso foi apenas um truque, ou chamariz para o filme. No entanto o filme é ruim de forma alguma. É o filme mais curioso que já vi na vida. E por que?
Porque sinceramente o filme não tem absolutamente nenhuma história. Toda a história poderia ser resumida em duas ou três frases: Era uma vez um ator de faroeste com carreira em franca decadência que vivia acompanhado de seu fiél amigo e dublê de suas cenas perigosas. E o que acontece com eles? Basicamente nada. Nada é bem desenvolvido ali. Não há grandes dramas, romance, nada. Mas apesar disso tem algo de muito bom ali: os protagonistas. Leonardo di Caprio está fabuloso no papel do ator de filmes faroestes. Aliás o filme é quase todo preenchido com cenas dos filmes de seu personagem. Apesar de ser um filme enorme e contado bem vagarosamente (já que não havia quase nada para contar) , o final até tem algumas cenas divertidas com certa dose de ação e violência. Porém não é um filme ruim. Mas é um filme para quem gosta dos dois protagonistas: Leonardo e Brad Pitt. É um filme de atores e não de história. Apesar disso eu gostei. Mas não recomendo para quem não curta o Leonardo di Caprio, por que o filme é absolutamente centrado em seu personagem. E verdade sem dita, ele arrasa. Tem uma das melhores interpretações que já vi. E Brad apesar da limitação do personagem sem história também se destaca bastante, principalmente nas cenas finais.
Thainá F
Thainá F

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 29 de agosto de 2019
O filme não tem nem pé e nem cabeça. Muita história, poucas cenas... Difícil de compreender o que acontece. Obrigada, mas não. Próximo...
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