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Ricardo L.
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3.227 críticas
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4,5
Enviada em 9 de maio de 2020
Excelente! Um filme de qualidade, com um roteiro de primeiríssima qualidade, inclusive foi indicado a Roteiro adaptado e super merecido, alem disso foi indicado a melhor Trilha sonora e vencedor ao óscar de melhor atriz coadjuvante na excepcional atuação de Regina King, temos ainda Barry Jenkis numa direção segura e eficaz e merecia ter sido indicado, mas... Se a Rua Beale Falasse um dos ótimos exemplares de 2018.
Excelente filme e roteiro. Denso sem ser chato, romântico sem ser superficial, forte contra o racismo, sem esconder os crimes dos negros. O racismo visto como condenação discriminada de negros menos simpáticos a polícia e o uso da justiça de forma vergonhosa. espero que leve alguns Oscars.
Tish está esperando um filho enquanto luta para livrar seu marido de uma acusação criminal injusta e de subtextos racistas, a tempo de tê-lo em casa para o nascimento de seu bebê.
mais um ganhador do Oscar, eu achei meio Cansativo demais, a história não é daquela que prende a atenção, principalmente do Meio para o fim, eu até que comecei achando que seria uma história empolgante mas me deixou foi com um pouco de sono⭐⭐⭐
Esse ano a questão racial sobretudo,vem ganhando seu destaque merecido na temporada de premiações e que rendeu a esse filme 3 indicações no principal prêmio do cinema.O filme é uma adaptação de um livro que foi adaptada pelo diretor Barry Jenkins que tem em seu currículo o incrível Moonlight que concorreu ao Oscar de 2019 e aqui ele tem um bom trabalho apesar de não ter nada de originalidade em seu conteúdo e talvez isso seja o ponto mais negativo como um todo.O filme trata o relacionamento do jovem casal que é separado pela injustiça e o forte racismo que acaba levando Fonny a cadeia por um crime que não cometeu e a rejeição do relacionamento vindo por parte da mãe dele.O diretor sabe mostrar muito bem editado e as vezes a evolução do conhecimento e interação entre os protagonista que deixa evidente o amor e a química dos dois que é benéfica ao filme,e paralelamente a questão da Sharon é muito bem vinda e a atuação da Regina King é de destaque não atoa está sendo indicada ao premio de melhor atriz coadjuvante,interpretando a uma personagem forte e que tem presença.os problemas começam a partir da falta de assunto as vezes deixada clara pelo diretor que acaba sem ter muito o que contar por vezes e a história genérica e formulaica atrapalham um pouco.
"Se a Rua Beale Falasse", filme escrito e dirigido por Barry Jenkins, tendo como base o livro de James Baldwin, é uma história de amor que se passa em momentos difíceis. O romance sobre o qual ele fala é um daqueles pelo qual vale a pena lutar. Ao mesmo tempo, estamos também diante de uma história sobre nunca deixar de acreditar, sobre resiliência e sobre não desistir.
No decorrer do longa, acompanharemos a batalha de Tish (Kiki Layne), uma jovem grávida de 19 anos, para livrar seu namorado Fonny (Stephan James), que tem 22 anos, de uma acusação injusta de estupro. Para tanto, ela tem que superar vários obstáculos. O principal deles é o contexto racista da época - e que foi fundamental para a prisão de Fonny, apesar do seu álibi e de toda a sua história pregressa mostrar ser impossível que ele tenha sido o autor do estupro.
Chama a atenção em "Se a Rua Beale Falasse" o tom do filme. Para falar sobre temas que são difíceis de serem digeridos (como a injustiça do sistema e o racismo), Barry Jenkins utiliza a poesia do amor. A construção do romance de Tish e Fonny nos sendo relatada em paralelo com a dureza da batalha da jovem é quase como se fosse uma tapa em luva de pelica no lado negativo do nosso mundo. É como se Barry Jenkins nos dissesse que onde há o amor, não há espaço para o ódio.
Como eu disse no início desta resenha crítica, Tish e Fonny nunca deixam de acreditar - mesmo diante de todas as dificuldades. Aqui, temos mais um ponto importante a ser ressaltado: a conjuntura familiar de Tish. A sua mãe (interpretada por Regina King, em performance vencedora do Oscar 2019 de Melhor Atriz Coadjuvante) representa todos os valores que enxergamos nela. E isso é um dos pontos mais admiráveis em "Se a Rua Beale Falasse".
Um filme em forma de poema, bem sensível, leve, representando as dificuldades de um casal negro, onde o namorado é preso injustamente. Preza mais pelas sensações do que nos atos em si. Bem devagar e por vezes entediante. Não entendi o porque das coisas.
Em termos de roteiro, a história é profunda, realista, trágica, bela e emocionante. Todas essas sensações são muito bem transmitidas pelos diálogos e pelo voice over. Alguns personagens são caricatos demais e algumas ideias são abandonadas no decorrer da trama. Também senti falta de mais momentos intensos, como o da notícia da gravidez, que exigisse mais entrega dos atores. Já na questão de direção, Jenkins surpreende de novo. Os movimentos de câmera, a mescla de tensão de um suspense com drama, a incrível trilha sonora muito bem utilizada, os Close UPS, os flashbacks contextualizantes... Tudo muito bem conduzido.
Só após assistir é que entendi o que alguns críticos disseram, que 'Rua Beale' é um filme do diretor de Moonlight que se parece muito mais com La La Land do que com o próprio Moonlight. Não perde a essência, no entanto, o que faz com que o filme consiga ser bonito e cruel ao mesmo tempo. Me que traz um sentimento de que ele tenha sido esnobado em muitas categorias do Oscar. O elenco é ótimo e nenhuma atuação compromete. Na minha visão o único defeito é que o filme foi perdendo um pouco da emoção com o passar dos minutos, não entregando o que se esperava.
SE A RUA BEALE FALASSE - Um filme ao qual podemos aplicar a expressão 'de cortar o coração'. Um belo libelo contra o racismo, utilizando uma linda história de amor como pano de fundo. Ou seria o oposto? De qualquer forma, apesar de algumas cenas arrastadas e pouco desenvolvimento de alguns personagens importantes, é profundo, bonito de se ver e ouvir, impecável na denúncia de que pouco mudou na sociedade americana desde aquela década de 1950, quando as manifestações racistas eram de ultrajante clareza. Uma obra imperfeita, porém de uma beleza de encher os olhos e martelar a mente.
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