Cuba, 1983. Em uma pequena aldeia, Santa (Lola Amores) é designada para vigiar Andrés (Eduardo Martinez) dentro de sua casa. Bastante fiel aos ideais revolucionários pregados pelo governo de Fidel Castro, ela tem por objetivo impedir que Andrés, um escritor homossexual, deixe o local para conceder entrevistas aos convidados para o Fórum para a Paz. Durante a vigília de três dias, nasce entre eles uma amizade improvável, devido às crenças políticas distintas que possuem.
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4,0
Muito bom
Santa & Andrés
Ecos da ditadura
por Francisco Russo
Independente de opiniões políticas, fato é que Cuba é um ícone mundial. Berço da revolução socialista comandada por Fidel Castro em 1959, a ilha caribenha logo se tornou uma espécie de sonho idílico para os esquerdistas, pela possibilidade concreta de empregar seus ideais como forma de governo aliado ao espírito alegre e cooperativo da população. Se no campo ideológico sua posição sempre foi muito bem estabelecida, o lado obscuro ficou por conta dos abusos cometidos por este mesmo governo, típicos de uma ditadura longeva. É neste ambiente espinhoso que se aventura o diretor Carlos Lechuga em seu novo filme, Santa e Andrés, onde com extrema habilidade consegue ser político sem ser panfletário.
Situado em 1983, o longa acompanha uma situação um tanto quanto surreal: um
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Cine Ceará
Filme participante da 27° edição do Cine Ceará - Festival Ibero-americano de Cinema.
Nacionalidades
Colômbia,
França,
Cuba
Distribuidor
-
Ano de produção
2016
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Espanhol
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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