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Maria Eduarda Maia
5 críticas
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2,0
Enviada em 23 de outubro de 2023
Crítica social foda. Apesar de abordar temas interessantes, o filme peca pelo óbvio e, ainda com o plot twist, é entediante e não inova no decorrer dos acontecimentos.
O diretor foi extremamente inteligente e perspicaz ao conseguir colocar num único filme, de forma leve e até humorada, sem deixar de lado a profundidade, os dilemas da humanidade, a diferença de classes sociais, a política, os papéis de gênero, o preconceito de raça, cor e a indiferença para com os deficientes, assim como o tratamento que dispensamos aos animais (achamos normal matá-los), além da crítica ao vil metal e ao formato das relações amorosas e sociais. Também expõe com muita sutileza o universo, desconhecido para muitos, da vida de modelos. Tudo isso com o encaixe perfeito dos atores e seus papéis. Merece o Oscar de melhor tudo!
A ideia do filme parece ser fazer uma crítica à alta sociedade e ao capitalismo e tem algumas cenas bastante grotescas para ilustrar isso. Não havia necessidade de ser um filme tão grande. Ele se tornou mais interessante apenas quando as pessoas ficaram presas na ilha. Ali houve uma inversão de papéis para mostrar que, independente da classe de origem, o poder molda as ações da pessoa (de forma negativa). Não gosto de finais abertos, então para mim o filme também terminou mal.
Mais de duas horas perdidas, mais um pra galeria, os piores filmes da minha vida. Fotografia muito boa mas o filme deixa muito a desejar... me senti enganado enquanto consumidor de filmes. Horrível, simplesmente. Poderiam ao menos ter explorado mais o talento de Whoody Harrelson.
Triângulo da Tristeza entrou para a lista dos meus filmes preferidos. O filme começa com uma pegada meio drama de casal, depois se desenrola para algo totalmente inesperado. Simplesmente o filme aborda uma diversidade de questões de forma muitas vezes sutil, mas muitas vezes de forma escancarada. O filme é magnífico, é digno de ser assistido pelo menos umas 3 vezes para conseguir captar simplesmente tudo. Cada piada, cada fala, cada frase de efeito, cada interação e aparição de todo personagem significa algo. Incrível.
O filme traz uma crítica, um ensaio sobre o mundo dos detentores de capital e os que querem e pensam que podem chegar ao poder que estes magnatas têm.
Passando por personagens bilionários, excêntricos ou pacatos, porém todos tem em comum a fortuna, neles que estão focadas as alfinetada e críticas mais ácidas ao longo da trama. Porém os protagonistas (se assim podemos dizer) o jovem casal, não são parte desse mundo, porém almejam ser, desfrutar desse meio e gozar do poder que eles oferecem.
O filme mescla desde artifícios sutis embutido em nossa sociedade como a preocupação em mostrar o que não é nas redes sociais, ou até mesmo a subserviência e exploração que os trabalhadores sofrem, até artifícios mais pesados e escatológicos para representar de forma incisiva a podridão moral dos milionários.
No que tange ao ritmo da duração, considero um pouco massante, começa com uma postura mais intimista, depois engata numa fase mais cômica e ácida, porém sem muito dinamismo, e aí talvez more o seu principal defeito. Porém encerra em sua melhor forma, com inclusão de novos personagens, elvando a atenção, trazendo mais reflexões, mas sem ser sisudo.
Confesso que esperava uma comédia mais boba, ou menos ácida e inteligente, me surpreendi positivamente.
Este é um filme excelente. Trata-se de um humor ácido, onde a centralidade da critica aponta para desigualdade social como uma realidade ainda não superafa. De fato, “o homem é bom, a sociedade que o corrompe.” Além disso, o filme nos faz questionar para onde nos levou o marxismo, visto que a sociedade continua capitalista, pautada em egocentrismo e individualismo. Por fim, como é bom rir diante de algumas práticas da alta sociedade..
Crítica ou reflexão social com diálogos pobres, citações bizarras que levem a imaginar um Titanic que afunda pelos vômitos dos passageiros ou a ironia dos fabricantes de armas fornecerem para os piratas que os atacarão. Muito longe de um Monty Python.
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