Boy Erased: Uma Verdade Anulada: Recentes críticas
Boy Erased: Uma Verdade Anulada
Média
3,9
144 notas
16 Críticas do usuário
5
2 críticas
4
7 críticas
3
2 críticas
2
1 crítica
1
3 críticas
0
1 crítica
Organizar por
Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Gabriela Santos
24 seguidores
452 críticas
Seguir usuário
5,0
Enviada em 28 de janeiro de 2025
Baseado em fatos reais, o filme é um relato forte e comovente de um drama familiar pautado na ignorância e nos exageros de uma idolatria religiosa. O elenco entrega cenas comoventes e traz à tona um tema que, infelizmente, nunca deixou de ser atual.
Jared (Hedges), filho de um pastor batista bastante conservador, Marshall (Crowe) é levado por esse e sua mãe, Nancy (Kidman) a uma instituição que pretensamente promoveria a cura de homossexuais. Vitimas de maus tratos e humilhações, como outros jovens lá internaos, Jared sente-se inicialmente grandemente culpado de seu próprio desejo. Aos poucos, no entanto, começará a se rebelar e não a fazer o “jogo duplo” que a maior parte dos internos efetua, para poder sobreviver emocionalmente.
mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2024/08/filme-do-dia-boy-erased-uma-verdade.html
Certamente já assistimos vários filmes sobre a mesma temática, alguns até muito melhores e mais envolventes do que este, como por exemplo ‘They/Them - O Acampamento’, de 2022, dirigido por John Logan, roteirista de ‘Gladiador’, ‘O Aviador’ e ‘007 - Operação Skyfall’ e protagonizado por Kevin Bacon. O diferencial está exatamente no fato de que, por ser infinitamente mais sutil e menos explícita, a violência cotidiana, em relação aos LGBTQIA+ que "precisam" ser submetidos a esta "terapia", parece bastante mais factível e mais real. spoiler: Excetuando a "surra de Bíblia" aplicada ao personagem Cameron, única vítima fatal deste filme (que se suicida, por não aguentar a pressão), a violência é muito mais "simbólica", mais verbal e psicológica, menos física, do que no filme de John Logan. Naquele caso, até porque todo o contexto é muito mais truculento, nos é oferecido um desfecho libertador, no sentido de que existe a vingança, a revanche, de todos aqueles que foram agredidos e silenciados. Focado na obsessão de uma sociedade doente, construída em grande parte sobre o Fundamentalismo, que não tolera "desvios", o discurso de 'Boy Erased' é religioso, da primeira à última cena. Se houvesse um único personagem não cristão em cena, toda a construção do filme desmoronaria, como um castelo de cartas quando uma delas é retirada. O enredo não se sustenta sem a premissa de que tanto os que atuam quanto os que assistem são cristãos. Um dos motores que impulsionam o enredo, que é o conflito entre o filho gay universitário e o pai pastor, não foi bem construído. Parece absolutamente superficial e desnecessário, já que o filho é maior de idade, logo, tem todas as condições, inclusive legais, de tomar as próprias decisões.spoiler: Inclusive, diante deste fato (a maioridade) parece absurdo precisar haver uma intervenção da mãe (mais uma grande atuação de Nicole Kidman), no sentido de ir retirá-lo da terapia, onde ele é mantido quase que em cárcere privado.
spoiler: Ao final do filme, baseado em fatos reais, nos é revelado por um narrador, que este tipo de "terapia" ainda existe em 36 Estados dos EUA e que aproximadamente 700.000 pessoas já foram submetidas a esta experiência.
Definitivamente, é mais um terror do que um drama. Demonstra a miopia intelectual de grande parte de uma nação que, paradoxalmente, se diz cristã, embora dê muito mais ênfase ao Levítico (Antigo Testamento) do que aos Evangelhos, ao amor, à aceitação e ao perdão, que são a tônica da doutrina deixada por Jesus.
Mais um filme, que incentiva o homossexualismo. E passa a mensagem de que pessoas que conhecem a palavra de Deus, são preconceituosas e ignorantes. Não admiro nenhuma forma de violência, mas não concordo que essa escolha anti-natural é normal, ou da vontade de Deus. Esse filme passa mensagem errada de que todos os cristãos são radicais e extremistas. Há sim religiões que infelizmente agem dessa forma, mas não são todas. O filme generaliza demais.
O filme baseado em fatos reais conta a história de um drama familiar em que um pastor da igreja batista bastante conservador e sua esposa recatada e zelosa pelos afazeres do lar recebem a notícia de que seu único filho pode ser gay e portanto buscam um tratamento para a possível e incabível cura do homossexualismo. Com uma bela direção e roteiro, o filme conta contudo com um impecável elenco. Russel Crowe com todo seu talento desenvolve o personagem mais complexo. Mas, para variar quem rouba a cena é Nicole Kidman. A atriz vive uma personagem que é aparentemente fria, mas que ao longo do filme mostra o lado mãe que através de pequenos atos, demonstra todo seu amor e afeto pelo filho, apostando tudo para comprovar isso. A dinâmica entre a atriz e Hedges gera algumas sequências realmente tocantes, fazendo lágrimas escorrem sem ser piegas. Tema muito atual tornando-se um filme imperdível e super recomendado para todo público, principalmente os conservadores.
Nunca assisti um filme tão porcaria como esse. Ridículo. É uma lavagem mental sem sentido que determinadas igrejas costumam fazer em cima dos mais fraco. Um lixo de filme.
Uma história forte e extremamente necessária de ser contada. Mt triste que tudo isso ainda aconteça nos dias de hoje. Atuação brilhante de Lucas Hedges. Talvez a melhor de sua carreira até agora. Um dos melhores filmes com a temática lgbt que eu já vi. Muito bem produzido e todos os atores estão mt bem, até os coadjuvantes mais novinhos. Muito legal de ver o Flea, baixista do RHCP atuando rs.
Infelizmente é mais um filme, que incentiva o homossexualismo. E passa a mensagem de que pessoas que conhecem a palavra de Deus, são preconceituosas e ignorantes. Não admiro nenhuma forma de violência, mas não concordo que essa escolha anti-natural é normal, ou da vontade de Deus.
Excelente filme que expõe o drama de adolescentes descobrindo a homossexualidade, a polemica dos pais em encarar como se fosse uma doença, um desvio de carater como se fosse apenas uma questão de escolha. Recomendo!
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade