Bons diálogos e ótimas atuações. Viggo Mortensen (Tony Lip) está sensacional, e destaque também à Linda Cardellini Personagem : Dolores, não a conhecia mas atuação elegante e convincente. Até os 40 minutos é lento, mas daí em diante os diálogos e nossas percepções dos personagens ficam mais intensas. Cerca 03 cenas inesperadas, que tornaram o filme mais cativante. Recomendo pela crítica social envolvida em torno da trama. Triste realidade de outrora...ou atual. Por se basear em fatos reais, talvez tenha sido um ótimo filme, não dá para cobrar mais de uma história que ocorreu de fato (mas caberiam alguns minutos a mais). Bom filme !
O cinema é a arte de contar histórias e isto pra mim é o que me motiva a assistir filmes, ainda mais quando são baseados em fatos reais. Green Book: O Guia, traz questões de extrema importância para todos nós, sendo assim assisti-lo, torna-se necessário, pois nos faz refletir o quanto é cruel o preconceito e a desigualdade social da forma exposta no longa. O prêmio de melhor filme em 2019 foi consequência de um roteiro bem elaborado, uma direção comandada brilhantemente por Peter Farrelly, juntamente com atuações magnificas de Viggo Mortensen (Tony Lip) e Mahershala Ali (Don Shirley), mantendo diálogos que interpretavam de fato a sequencia de cenas do filme, contracenando a cada momento com expressões e palavras que transmitiam veracidade nos acontecimentos. Um filme que emociona, alegra, mas que também enfurece, nos indigna, ou seja, transmite diversos sentimentos, mas passa uma lição pra nossa vida, a de que todos somos iguais, somos capazes e a cor de pele não defini nada do que somos, pois sempre devemos ser humanos e saber respeitar o próximo. Enfim, vale a pena assistir este baita filme.
Gosto de como o filme aborda o Viggo como uma pessoa calma e centrada. Ele representa uma pessoa com pouco estudo, mas que cumpre suas tarefas com disciplina e se mistura na sociedade branca dos anos 60. Seu patrão provisório, Mahershala, por outro lado, é uma pessoa com muito estudo, mas que não tem muito controle emocional. Sendo ainda uma pessoa negra, sofre um preconceito velado da sociedade, o que torna uma pessoa muito solitária e sempre na defensiva.
Não vi a relação de um negro patrão e seu motorista branco ser tão explorada no filme, mas sim a relação de duas pessoas de mundos diferentes. O filme é muito parecido com O Discurso do Rei. Pessoas diferentes, de sociedades diferentes, de classes diferentes que precisam passar um tempo juntos e descobrem que tem muito mais em comum do que imaginam e muito a ensinar de um para o outro.
Filme previsível, mas sem deixar aquele gosto amargo de tempo desperdiçado, por ser fácil e gostoso de assistir.
Uma obra-prima que valeu todos os prêmios em que ganhou. O filme aborda de uma forma objetiva o preconceito da época e que até hoje prevalece. "Colored people" como eram chamadas. Baseado em fatos reais, é um filme emocionante e comovente.
Filme emocionante com doses de drama. Dois mundos e duas classes se entrelaçam até acharem um ponto em comum, a amizade. Muito emocionante o desenrolar da história, junto com as reflexões que os diálogos trazem para o público. Adorei o filme, e ainda mais, por ser baseado numa história verídica, o que deixa o filme mais interessante.
Filmes que falam de vidas, de pessoas, comportamentos são os meus preferidos. Esse é muito interessante porque percebemos que uma vez que a pessoa pode ter conquistado sua situação de glória e riqueza, ela pode estar envolvida com conflitos que só podem ser resolvidos quando alguém as apresenta as verdades em que estão envolvidas. Mas para isso vir a acontecer precisa do diálogo. Ele surgiu onde menos se esperava, de um racista guiando para um negro. O preconceito no filme foi o alvo de tudo, mas podemos ver isso ocorrer em vários momentos de nossas vidas, seja por posição hierárquica, social, gênero e tantos outros.
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