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Debora RIbeiro
1 seguidor
13 críticas
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5,0
Enviada em 11 de outubro de 2020
Ótimo filme , baseado em uma história real ,no ano de 1962 nos EUA, da trajetória e o conviviu de dois rapazes , ao longa revela um pouco de como era a época, das questões raciais e sociais . Um filme que pode te fazer rir e chorar.
gostei muito, merecido o título de melhor filme pelo oscar em determinada edição, muito bom, um filme que não é cansativo, ótima trilha sonora, o filme tem algumas cenas engraçadas, é transmite boas mensagens, e aborda de modo interessante o racismo, Gostei Muito.
Esse é aquele filme que você aprende uma lição do início ao fim, que te faz pensar e ver que um filme que é passado na década de 60 tem tantas semelhanças com o ano que estamos ... Preconceito não é brincadeira , e esse filme nos mostra que até mesmo nas pequenas ações o preconceito e a intolerância podem estar presentes , mesmo que a gente não perceba ... Confesso que me deu uma dor no coração , e me deu vontade de chorar do início ao fim ... Uma bela obra prima !
Um raro caso em que o filme merecidamente levou o Oscar de melhor filme. Green Book é uma espécie de Conduzindo Miss Daisy às avessas. Perfeita atuação de Vigo Mortensen que valeu o prêmio de melhor ator coadjuvante a Mahershala Ali? O enredo é perfeito mostrando a dura realidade do racismo dos EUA nos anos 60 e a improvável amizade pura e desinteressada entre um negro e um branco. Filme top!
Filme fenomenal. Retrata perfeitamente a questão da segregação racial nos EUA, com leveza e de forma cômica, não deixando de trazer diversas reflexões.
Excelente filme, direção, direção de arte, fotografia, figurino, sem falar da excelente interpretação dos protagonistas, filme mostra de forma inteligente uma outra faceta do racismo.
Green Book foi uma produção vencedora do Oscar de melhor filme e por isso, chamou bastante minha atenção e fez crescer as minhas expectativas quanto ao filme. Quando o assisti, me dei conta que a narrativa se tratava de uma história baseada no forte racismo americano do século XX, que deixa fortes rastros nos dias de hoje. Entretanto, o que mais me indignou no filme não foi os racismos sofridos pelo pianista da trama, e sim, que o pianista é o coadjuvante da história, e que na realidade, uma história focada no RACISMO é contada através do personagem principal, o motorista, que é BRANCO. O filme é ótimo, com excelentes atuações dos atores, o que rendeu o Oscar de melhor ator coadjuvante para Mahershala Ali, um enredo bem amarrado com pitadas de comédia e drama nos momentos certos do filme, mas infelizmente não foi perfeito, pois na minha opinião, conta a história pelo olhar errado, fazendo com que diversas vezes o protagonista desempenhe o papel de "white savior".
Não acho que foi merecedor de ganhar o Oscar de melhor filme, realmente esperava de tudo menos uma história rasa com abordagens e argumentos igualmente rasos.
Problemático. O filme teria tudo pra girar em torno de uma ideia genial tendo centro o "green book" mas preferiram fazer essa coisa de "o negro em cada cidade do sul e o branco salvador salvando ele em cada cidade". Só você sendo um poço de superficialidade ou sendo um famoso branco tilele que usa sandalha e estuda na uerj pra gostar de uma porra dessa.
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