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Nelson J
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1.978 críticas
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2,5
Enviada em 29 de março de 2020
Filme interessante sobre casal induzido a ir ver uma casa em um labirinto de casas iguais e lá passam suas vidas. Enigmático, mas eficaz, pois não havia como escapar.
Enquanto procuram pela casa ideal para que possam morar juntos, um casal se vê preso em um complicado labirinto feito de moradas idênticas entre si. Quando eles percebem que o local não é nada do que imaginavam, pode ser tarde demais.
O filme é muito Black mirror não deu para entender nada achei muito nada a ver já tinha lido algumas críticas negativas realmente não vale a pena ⭐
Tom e Gemma formam um casal,os dois estão em busca de uma nova casa,ao consultar um imobiliário eles acabam inda para um lugar chamado Yonder,o problema é que eles se vêem presos em um labirinto infinito de casas idênticas.É um filme com grande potencial,essa escolha por retratar o cotidiano e o modo de vida das pessoas tem uma questão bastante atual,porém ao meu ver Vivarium se encontra em um limbo narrativo,isso porque o filme não anda,parece uma ideia boa para um episodío de Black Mirror mas definitivamente não funciona como um filme.A direção é do Lorcan Finnegan e roteiro do Garret Shanley,os dois tem a ideia de passar uma história de ficção com principal objetivo críticas o estilo de vida da "Sociedade Modelo",casas bonitas arrumadas e uma família tradicional,onde os pais vivem e cuidam dos filhos,preparando-o para o mundo.Mas ao meu ver essa ideia não funcionam nas pouco mais de 1h30m de filme,primeiramente que é um longa que passa mais de uma hora parado,acompanhando esse ciclo de vida entediante que os protagonistas vivem,isso atrapalha muito a experiência,parece que o filme não tem mais a oferecer do que essa metáfora para críticar esses padrões.Podemos até teorizar a parte do garoto.Ele é um alienígena? ,talvez,mas qual o sentido disso?,estudar os humanos e suas vidas entediantes e supérfluas?.O diretor poderia aproveitar esse artificialismo dos cenários para usar á favor da história mas ele não o usa.Vivarium é um filme com potencial,mas sua mensagem não é suficiente para sustentar todo o filme,que é entediante e tão artificial quanto seus cenários.
Metáfora recheada de críticas socias sobre família de forma angustiante e muito reflexiva. Definitivamente não é um filme para todos. Faça essa consideração antes de iniciá-lo!
Um bom filme com uma forte crítica social em que a maioria das pessoas têm o sonho da casa própria e constituir família e que talvez alguns não tenham esse sonho,mas às vezes,vai no embalo da maioria. O filme era para ser claustrofóbico,porém não senti isso,pois a vontade deles de sair e descobrir o que há além,de certa forma,nos dá esperança. O menino (que brilhante atuação!) fez tudo se encaixar perfeitamente e eles tinham mantimentos para se manter,o quê mais eles poderiam querer? O spoiler: começo fecha com o final metaforicamente e um novo ciclo começa.
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Filme assustador, e confuso. Consegui entender o contexto, somente depois que li as explicações. A história é interessante, um suspense diferente, e inteligente demais pra mim
O filme é bom, complexo com uma crítica social foda sobre família e a padronização da sociedade, o final fica meio "inconclusivo" em aberto cabe a cada um tira da sua conclusão.
Viveiro está mais perto de um terror psicológico na qual foi dirigido por Lorcan Finnegan. O filme conta a história de um casal, Tom e Gemma (Jesse Eisenberg e Imogen Poots) que pretende compra uma casa. Ao visitar um condomínio, acaba se vendo preso em um labirinto de casas completamente iguais. O filme inicialmente trabalha com a ideia de que somos forçados a seguir e agir de determinadas formas perante a sociedade. Como foi o caso do casal protagonista do filme, na qual era apenas namorado, e estavam apenas visitando um lar ideal. Além disso, podemos ver isso de forma mais forte com a chegada de uma criança que ambos tiveram que cuidar. O horror não conta com sangue e nem sustos (talvez por isso a baixa indicação deste filme), mas por se tratar de um terror psicológicos, os protagonistas acabam sendo engolidos pelo exagero de perfeição de sua nova moradia e vida. A metáfora do animal, presente no título e também na impactante cena de abertura do filme, é mostrando quando Gemma é questionada pela criança “Para que serve as mães?” e já adulto, o mesmo responde” Prepara para vida e morrem”. O condomínio funciona com um criadouro para o animal. Até mesmo os gritos, da criança pedindo comida, como instinto primitivo é mostrado. O roteiro poderia ser desenvolvido melhor as metáforas, e explicado o que realmente o casal “criou”. Mas o filme funciona como um interessante passatempo.
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