Viveiro
Média
1,9
319 notas

165 Críticas do usuário

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2 seguidores 69 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 5 de abril de 2025
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Viveiro (2019) – O filme mais sem sentido que eu já assisti na minha vida

Sinceramente, eu tô aqui até agora tentando entender o que foi que eu assisti. Viveiro é o tipo de filme que começa estranho, continua esquisito, termina confuso e te deixa com a sensação de que você perdeu 1h40 da sua vida que nunca mais vai voltar. É um filme que se esforça tanto pra parecer “conceitual” e “profundo”, que esquece o mais importante: fazer sentido!

A história parece uma daquelas fanfics de terror mal escritas que a gente encontra em fórum de internet: um casal vai visitar uma casa pra comprar, aí do nada ficam presos num bairro que é tudo igual e não conseguem sair. Legal, premissa boa até. Mas aí o roteiro começa a desandar de um jeito absurdo. Nada se explica, tudo é aleatório, e a narrativa vai empurrando umas situações bizarras só pra chocar — tipo entregar um BEBÊ DE UMA CAIXA! Um bebê? Como assim? E o pior: o bebê vira uma CRIANÇA DEMÔNIO que grita, imita voz, parece um ET, e deixa todo mundo maluco. É tipo um Tamagotchi do inferno.

E o filme se leva tão a sério… Nossa. Dá raiva. Eles acham que estão fazendo uma crítica social foda, quando na real só jogaram um monte de bizarrice junto com uma atmosfera desconfortável e chamaram isso de “arte”. Isso aí não é arte, isso é tortura psicológica pro espectador. E não no bom sentido.

O roteiro é parado, repetitivo, e os personagens são tão passivos que você começa a torcer pro ETzinho acabar com eles logo só pra você ser libertado desse filme. Eles ficam presos naquela casa, naquele ciclo infinito, e nada se resolve. É só angústia, esquisitice e vazio. No final, parece que o filme te deu um tapa na cara e sussurrou: “perdeu seu tempo, trouxa”.

E o final? Sem alma, sem explicação, sem sentido. Você termina o filme e fica tipo: “e aí? Era só isso? Pra quê tudo isso, então?” Não tem resposta. É só frustração. É como se tivesse faltado roteiro, e aí o diretor disse: “ah, deixa assim mesmo, o povo vai achar que é arte.”

E o pior: o filme ainda tenta te deixar mal com trilha sonora tensa e um clima opressivo o tempo todo, mas nada disso funciona porque você não se importa com nada. É um vazio emocional do começo ao fim. Nem medo dá, nem raiva direito. Só cansaço.

Nota: 1/10 – e esse 1 é só porque teve câmera ligada. De resto, era melhor ter assistido pintura secando.


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Alexsantos180177
Alexsantos180177

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 26 de julho de 2024
Estou até agora sem acreditar q assisti a essa porcaria. Inexplicável! Esdrúxulo. Digno de pena. Merda!
Stephanie Rehfeld
Stephanie Rehfeld

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de julho de 2025
É um filme para assitir sem a visão literal do que aparece na tela, pois não é possível entender de forma objetiva, como se fosse um filme de ação. Se não entender pelas entrelinhas, que são bem claras, realmente não faz sentido nenhum só analisando as cenas. A mensagem começa com os filhotes de passarinho no ninho que, pela sobrevivência, um deles acaba jogando outros dois filhotes para fora, que caem e morrem e ainda assim a mãe continua alimentando o filhote sobrevivente no ninho, mostrando que a natureza pode ser cruel no ponto de vista humano. Isso porque a criança vê os filhotes mortos no chão e fica chateada, e diz para a professora (que é a atriz principal) que aquilo não é justo. A mulher responde que aquilo acontece, que é da natureza, mas é possível ver que ela também fica incomodada com aquilo. Isso revela a ideia de que, quando nos tornamos adultos, temos a noção da natureza das coisas, mas que nos sentimos desconfortáveis com as situações que nos impõem algo na vida, como naturais, como o filme passa a explicar logo em seguida. Quando um casal decide formar uma família, adquirir um lar, o filme simboliza a ideia (que é controversa, mas é apenas um ponto de vista do filme) que cada um desse casal abdica da sua vida anterior, passando a viver em um looping, com uma vida de rotina enfadonha e que chega a ser sufocante, mesmo que segura e confortável. Quando o homem passa a cavar o buraco (que na verdade é o próprio buraco), ele se assusta ao encontrar um corpo, após cavar por vários anos, pois ele sabe que aquele é o destino dele também. Tanto que os anos passam e eles continuam contando como se fossem dias, com a mesma aparência, o que revela o fato de que o tempo passa e, com a rotina, não percebemos as mudanças em nós mesmos e o quanto o tempo passou, ou negamos a aceitar isso. A chegada da criança é algo inesperado, estranho, e eles vêem a criança como algo sobrenatural, de forma negativa e até mesmo monstruosa. É uma visão que o filme quer passar de não aceitação da rotina sufocante, dos padrões repetidos e da imposição para cuidar de alguém, que grita quando está com fome e tem necessidades e caprichos, e que irrita ao repetir o que os pais fazem e dizem, com a negação e mesmo nojo pelos pais, vez que a mulher repete: Não sou sua mãe! Quando a mulher decide confrontar o filho, acertando com a picareta após a morte do homem, ela vai em uma imersão psicológica, por finalmente confrontar a situação, e começa a ver cenas de seus pais ou de outros casais que passam pelo mesmo dilema da rotina, com uma mulher sentada à mesa angustiada com uma criança e um homem que se matou na banheira. Depois, ela retorna para a sua mesma casa, para a rotina, sem escapatória, sem solução, com o filho que ela rejeita, sem o marido, e pergunta para o filho: O que uma mãe faz? E ele responde que ela deve criar o filho. Ela continua: E depois? E o filho responde: Depois ela morre. Ela então morre e as suas últimas palavras para o filho são: Não sou sua mãe! Como alguém não acha essa cena demais?! É um último suspiro de negação da realidade, uma tentativa de não se perder já estando perdida, de não aceitar que o seu papel na vida é somente criar alguém e morrer, que é algo muito além disso apenas! E no final, o filho consegue sair do condomínio de casas, no carro dos pais, após enterrar os pais no jardim. Com olhos de literalidade, não há como entender, pois o carro não tinha gasolina quando o casal tentou sair por várias vezes do condomínio e nunca conseguiu, mesmo a pé, mas isso revela que o casal estava estagnado de tal forma na rotina, que não conseguiu se desvencilhar da casa, e assim os dois foram enterrados lá pelo filho. O filho então inicia a sua vida no mundo, fora do alcance daquela rotina, mas.... Ele acaba trabalhando na imobiliária que vende as casas no condomínio! No lugar do antigo vendedor, que era idoso e morre com a chegada do jovem, passando o seu crachá para ele! O filme mostra uma visão de que as pessoas são descartáveis, por isso ele, jovem, coloca o vendedor idoso em uma saco que fica bem pequeno e o guarda dentro de uma gaveta! O filme passa a visão do papel das pessoas na sociedade, como se fosse natural, mas evidenciando a crueldade subentendida no papel de cada um, nas relações familiares, de trabalho e etarismo, como se fossem naturais. Será?
Christianne Lima
Christianne Lima

5 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 30 de novembro de 2024
Filme longo e lento, mostra a rotina de um casal que se vê preso em um condomínio residenciais onde só podem interagir com sua própria casa e as demais aparentemente estão vazias.

Se veem criando um bebê que cresce muito rápido e tem uma personalidade estranha, até que em certo momento do filme ele parece ser um alienígena aprendendo como ser humano observado seus pais de criação e ele lembra muito o corretor que os levou até lá.

No fim o filme se perde, não explica se ele era um alienígena ou não e se a crítica é mesmo sobre o estilo de vida tão sonhado tradicional ou sobre aliens estudando os humanos por algum motivo maior.

Não recomendo.
William Grando
William Grando

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 8 de maio de 2023
Uma porcaria. Filme sem pé nem cabeça, não explica nada, mal mostra do que se trata o lugar que eles estão, é aquele tipo de filme que tu fica só imaginando o que pode ser. Nao percam tempo assistindo.


spoiler: O filme é basicamente um casal que vai ver uma casa em um condomínio, ficam presos nesse condomínio, começam a ter que criar uma criança q eles não sabem quem é nem o que é. Dai ao longo do filme nada acontece e no fim eles morrem por estarem doentes
.

Se é para ficar somente imaginando, especulando, eu vou ler um livro então..
Ivanilson Aguilar
Ivanilson Aguilar

9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de dezembro de 2020
Tem uma boa premissa, as atuações e cenas são satisfatórias.
Pecou um pouco no suspense que poderia ter sido melhor, mas ainda sim é uma boa pegada para os amantes de ficção científica.
Raabe Dayse
Raabe Dayse

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 17 de novembro de 2022
Amei, nota zero.
Andre Polidoro
Andre Polidoro

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 16 de outubro de 2022
Para ser ruim precisa melhorar.

Uma perda de tempo.

Horrível.

Uma vergonha isso ser chamado de filme, a muito não via algo tão ruim. Quase pedi para ficar cego
Cláudia v.
Cláudia v.

11 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 29 de março de 2023
Lixo de filme; perdi meu tempo assistindo essa tragedia de história. Infelizmente minha esperança nao permite sair de um filme pela metade... agora aprendi a ver classificação antes de assistir um filme.
Criss R
Criss R

10 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 9 de setembro de 2024
Quero de volta o tempo que perdi assistindo essa porcaria. Que filme HORRÍVEL. Cenas sem pé nem cabeça e super desnecessárias, enredo péssimo. Depois de 5 minutos de filme ele já começa a ficar ruim. Não souberam desenvolver nada a ideia proposta.
Pensei que o final ia salvar, mas me enganei, foi ruim do começo ao fim mesmo.
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