"Tensão psicológica, dilemas humanos e atuações marcantes em um ambiente claustrofóbico e tenso." Em um submarino nuclear, um técnico de sonar (François Civil) e sua tripulação enfrentam dilemas psicológicos e morais enquanto lidam com a iminência de um cataclismo nuclear. A história explora a tensão das relações humanas e os limites impostos pela hierarquia militar, com um ambiente claustrofóbico que provoca reflexões sobre escolhas e consequências. Antonin Baudry cria uma narrativa intensa e reflexiva, abordando dilemas humanos em um ambiente opressor. A claustrofobia do submarino serve como pano de fundo para questionamentos profundos sobre a natureza das escolhas e seus impactos.
Bons atores. História que lembra outros filmes. É o risco de iniciar-se um conflito nuclear em meio aos protocolos de segurança, passíveis de manipulação ou mesmo engodo. Tem bom ritmo. Toques de fantasia que não estragam a seriedade do tema. Só não tem, propriamente, originalidade.
Filme sensacional, sem qualquer clichê, recheado de emoção e afetuosidade humana. Prende atenção do início ao fim. Inacreditável é essa crítica do adorocinema, totalmente afastada da realidade. No alto de sua arrogância imensurável, o crítico julga um filme muito bem criado e produzido baseado em seus achismos e preconceitos pessoais. É por essas e outras que absolutamente ninguém decide assistir um filme dando valor a uma crítica deste site, que inclusive segue uma decadência sem fim, sendo substituído por sites de críticas realmente próximos da população comum. Crítica do site totalmente descartável. Assistam este filme!
Alerta lobo é um filme francês que foi dirigido e roteirizado por Antonin Baudry. É um filme de suspense submarino que tem lá seus bons momentos, mas também tem seus problemas. A trama conta a história de um jovem militar conhecido como “ouvido de ouro”, François Civil (Chanteraide) é um importante peça a bordo de um submarino francês. Em certo momento, esse jovem erra, comprometendo toda a segurança nacional e pondo a França em uma eminente guerra nuclear. A abordagem minimalista usada para o tema “guerra nuclear” até ajuda a deslocar os olhares de tais eventos para a Europa, colocando a França em uma suposta ameaça da Rússia. O filme errou em focar em apenas um único personagem que é o Chanteraide. Por ter esse “dom”, todos que antes confiavam em seu trabalho (quase sob humano) agora desconfiam da capacidade do mesmo. Com isso, o roteiro tenta ser criativo na necessidade (isso no segundo ato) de tentar fazer com que o protagonista der a volta por cima. Tal volta por cima chega a ser irritante. O mesmo continua a cometer “erros” perante os regimentos militares da França (e de qualquer país, imagino) e continua ganhando novas oportunidades de resolver o abacaxi que o mesmo criou. Outro problema que o roteiro não deixa claro é se o mesmo errou ou não, afinal de contas. As sequências de ações do filme são interessantes, o primeiro ato e o suspense do último é agradável, mas toda a construção do segundo ato e o confinamento em si, não são tão bons assim. Isto é, não gera nenhum (ou quase nenhum) desespero. O filme é mais do mesmo e com roteiro fraco e previsível.
Discordo da crítica, o autor parece não ter compreendido muito bem a lógica do filme. Primeiro, "Alerta Lobo" (e não "O Chamado do Lobo") é uma obra de ficção e não tem o dever de retratar algo possível de ocorrer apenas nos dias de hoje. Pode ser encarado de forma atemporal, o que não gera prejuízo aos acontecimentos do enredo. Em segundo lugar, a participação feminina não "serve apenas para dormir com o mocinho". A personagem teve um papel muito importante após se relacionar com o protagonista, pois se isso não tivesse acontecido ele seria autorizado a embarcar no submarino nuclear e isso mudaria todo o enredo. Por fim, a ideia de não se conhecer quem é o inimigo também faz parte da narrativa. O importante do filme é ver a frieza, a inteligência, as estratégias que poderiam ser tomadas entre um mesmo grupo, de modo a gerar o mínimo de dano possível a eles e, consequentemente, a todos. O filme exige atenção durante todo o tempo. É arrastado no início, muito técnico, mas depois segura o telespectador com momentos tensos. Não entendo francês, mas acho que notei um erro na legenda: quando o protagonista descreve sua profissão, afirma que sua capacidade de identificar sons e ruídos não tem nada a ver com o "Tom Perfeito" encontrado em alguns músicos. Isso se chama "Ouvido Absoluto".
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