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Ruy Domingues Lima
1 crítica
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1,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2020
Sendo justo, o filme tem dois méritos:
A atuação de Adam Sandler, e a capacidade dos diretores de transferirem o sentimento de perseguição e ansiedade para o expectador. É interessante como, através de um ritmo frenético, conseguimos sentir "na pele" a sensação de angustia, ansiedade e sufocamento pelo qual passa o protagonista. Neste ponto achei a experiência interessante
De resto, o filme é horrível: roteiro fraco, mal desenvolvido, muitas cenas desnecessárias e final ruim. Faz sentirmos a sensação de termos perdido tempo da vida. Não recomendo.
Resumidamente: O pior filme que eu já assisti. O filme é estressante, depressivo, sem lógica nenhuma. Duas horas de agonia total, só tragédia, para no final, o ator principal levar um tiro na cara e fim. Eu nunca gostei de filme sem final, mas esse superou todos. Um conselho: O filme não agrega em nada, então não perca seu tempo assistindo.
A história do filme muito interessante, mostra bem a vida do dia a dia de pessoas que enrola os outros kkkk, filme te prende totalmente, porém o final não teve pé nem cabeça... Só cagaram o final...
A atuação de Sandler está muito boa, a história te prende do começo ao fim, mas é o tipico filme que ao final você coloca as mãos a cabeça e pensa puta merda duas horas perdidas.
Há excelentes filmes baratos, esse é barato e péssimo! Um enredo vergonhoso para uma empresa como a Netflix, um final horrível e sem explicação. spoiler: Não sei qual foi a intenção do escritor em contar a história de um joalheiro que só se prejudica na vida familiar, amorosa, traído, surrado, roubado e ainda morto.
Outros acontecimentos chamam mais atenção do que o ponto principal "joia" (título do filme).
Até entendo a proposta do filme, que é causar incômodo, stress, irritação e angústia ao telespectador, assim como o próprio Howard. Mas é um filme relativamente longo para suportar tanto. Desta vez, Sandler sai do boa praça bobalhão para viver um empresário falido, mas sem deixar de lado seu jeito "Sandler" de ser. Eu gostei mesmo foi do final: quando acaba a tortura!
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