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Borbawill
2 críticas
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3,0
Enviada em 7 de agosto de 2026
Cara é um bom filme, nada espetacular mas é bom, Tom Hanks mais uma vez com uma bela atuação salvando o filme, eu não assistiria novamente, só uma vez está de bom tamanho… uma nota 6,5/10
assistido em 2026: Gostei do filme, um faroeste moderno, mais elaborado, mais pensado, não é apenas tiroteio pra cá e pra lá. Uma boa atuação do Tom Hanks, como sempre, uma boa atuação da atriz mirim também. Gostei do roteiro um pouco diferente do que eu já vi, que é a história de ler jornais pelas cidades e cobrar uma moeda por isso. Até então nunca vi um filme que tinha isso, esse mesmo enredo. Não curti muito a cena da tempestade de areia, me pareceu um pouco fake. O Tom Hanks de olhos abertos, boca aberta, gritando em uma tempestade de areia no deserto não me convenceu. No final, a cena é bonita da menina sorrindo, pela primeira vez ela sorri no filme inteiro. No geral, é um bom filme, uma história bonita. Nota 3,5.spoiler:
Um homem devastado pela crueldade de uma guerra civil desumana encontra a oportunidade de redenção em uma garotinha estrangeira que é entregue a seus cuidados. Dali em diante, ele embarca em uma jornada especial, na qual se aproxima mais dela e cria laços estreitos que vão impactar e moldar ambos, redefinindo seus pensamentos e perspectivas de mundo. Juntos, os dois aprendem mais sobre o significado da vida e das relações sociais e desenvolvem afeição e um senso de parceria. Ela basicamente se torna filha dele e, enquanto obstáculos surgem para desafiá-los (como a diferença de idioma nativo), ele encontra um sentido e uma direção, e ela, cuidados e apoio. A guerra quase o derrotou, o deixou abalado, pois ele testemunhou muitas maldades e muito derramamento de sangue. Mas ao encontrar a garotinha e se ver ligado a ela, o protagonista encontra esperança e alento. Aliado a isso, está sua tarefa rotineira de espalhar notícias, auxiliado por ela. A guerra civil não o devorou, nem foi capaz de secar suas esperanças. Em sua jornada divulgando notícias, ele percebe que há uma chance de redenção e não a deixa escapar. Um filme sobre amizade, perseverança e sobre como alguém especial pode se unir a nós para que possamos voltar sorrir e para que possamos recomeçar, forjando novos laços.
Relatos do mundo é um faroeste dirigido por Paul Greengrass que também criou o roteiro ao lado de Luke Davies, e foi baseado no romance com o mesmo nome de Paulette Jiles. Vale lembrar que o filme recebeu 4 indicações ao oscar de 2021: melhor fotografia, melhor trilha sonora, melhor direção de arte e melhor som. Infelizmente não levou nenhuma estatueta. O filme é ambientado no ano de 1870, e gira em torno do Capitão Kyle Kidd (Tom Hanks), um viúvo que lutou em 2 guerras e agora trabalha de cidade em cidade lendo noticias de jornal para as pessoas. Kidd acaba aceitando levar Johanna (Helena Zengel), uma menina de 10 anos para os seus familiares. Aparentemente, a criança tem traços de imigrantes alemães, mas foi criada por muito tempo pela tribo Kiowa, e com isso tem comportamento hostil. A história de relatos do mundo é pouco explorada em faroestes convencionais, e aqui encontramos um prato cheio para ver a clara separação entre nortistas e sulistas e as suas consequências durante toda a jornada no filme. Embora que esse não seja o tema principal do filme, pois o roteiro prefere explorar os demônios que o nosso capitão viveu e também da pobre Johanna. A mensagem de que é necessário seguir em frente sem esquecer do seu passado é transmitido, não por Kidd e sim pela garota. Talvez o roteiro tenha pecado em não explorar tão profundamente o passado de Kidd e focar mais fortemente na jornada longa da procura do lar para a garota. Precisamos elogiar a incrível fotografia do filme na qual mostrou as lindas planícies norte-americana.
"Uma história cativante sobre conexão humana, com ótimas atuações e uma direção sensível." Relatos do Mundo (2020) segue Kidd (Tom Hanks), um veterano que viaja pelo Velho Oeste narrando eventos históricos, e Johanna (Helena Zengel), uma jovem criada por uma tribo Kiowa. Juntos, enfrentam perigos enquanto desenvolvem um laço que transcende diferenças culturais e geracionais em uma América dividida após a Guerra Civil. Com direção de Paul Greengrass, Relatos do Mundo mistura ação e introspecção. Tom Hanks e Helena Zengel entregam atuações emocionantes, enquanto a história explora temas de sobrevivência, identidade e conexão em tempos adversos. A relação entre os protagonistas é o coração do filme, enriquecido pela trilha sonora de James Newton Howard.
A sinopse do filme apresentando uma crítica é o suficiente para expressar a minha opinião! Muito bom! O que realmente chama a atenção é a interpretação de Helena Zengel. Uma rara imersão no mundo do silêncio! Incrível como é capaz de fazer o corpo falar!!!
As convenções do gênero estão presentes no filme, de modo que ele remete muito aos "westerns" clássicos, como Shane, ou mesmo os filmes de John Ford. A fotografia e cinematográfica são belas e bem executadas, com um apreço pelo figurino. Em questões de roteiro, há um forte elemento de redenção presente, a jornada do Capitão Kidd é cativante, é um homem bom, que se arrepende de decisões do passado e preferiu seguir de modo itinerante pelo Texas ao invés de encarar seus "demônios". Mas, a vida lhe força a lidar com um situação que ele não previa. O elenco é muito bom, Tom Hanks sempre carismático, passa confiança, afetuosidade e familiaridade a seu papel, parece alguém com quem nos importamos e queremos o melhor. A jovem Helena Zengel transmite um olhar de descoberta, espanto e adaptação, um personagem que nos importamos. A relação entre os dois é afetuosa e gera uma sensação de acolhimento. O filme tem algumas falhas, a ação é pouco entusiasmante, e a presença do Tom Hanks, involuntariamente ofusca um pouco os outros personagens, não por intenção do ator, mas pela forma com o roteiro foi construído. Contudo, os aspectos positivos do filme sobrepujam os negativos, de modo que o considero um bom filme de western, muito agradável de acompanhar.
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