Meu Corpo é Político
Média
3,1
publicações
  • Cineweb
  • Papo de Cinema
  • Ccine10
  • Folha de São Paulo
  • O Globo
  • Veja

Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.

críticas da imprensa

Cineweb

por Neusa Barbosa

A história de cada uma das personagens é ouvida, vista, vivida na tela, com total simplicidade – qualquer um pode ver, entender. Não há mistério, apenas a realidade da identidade, do cotidiano de cada uma delas, procurando viver seu tempo, sua história.

A crítica completa está disponível no site Cineweb

Papo de Cinema

por Marcelo Müller

Política não se faz apenas nos parlamentos e congressos. A evidenciada neste filme é legítima, urgente e diariamente afrontada por asseclas do conservadorismo. Por isso mesmo, vital.

A crítica completa está disponível no site Papo de Cinema

Ccine10

por Kadu Silva

Alice Riff de forma muito respeitosa e inteligente não vitimiza as personagens, apenas retrata cada uma dentro de seu contexto social, suas lutas e conquistas diárias. O grande problema do formato escolhido pela cineasta é que [...] o teor naturalista dos acontecimentos soou falso.

A crítica completa está disponível no site Ccine10

Folha de São Paulo

por Alexandre Agabiti Fernandez

O aspecto reivindicativo - em relação a direitos e à própria diversidade sexual - nunca surge associado à aspereza. O tom do filme é engajado sem ser agressivo, dentro da proposta de respeito às diferenças que norteia o filme.

A crítica completa está disponível no site Folha de São Paulo

O Globo

por Daniel Schenker

A cineasta Alice Riff se afasta de um formato tradicional de documentário ao abrir mão de entrevistas e acompanhar os personagens, voltados, em seus cotidianos, para a luta por tratamento digno.

A crítica completa está disponível no site O Globo

Veja

por Miguel Barbieri Jr.

Do quarteto, chama mais a atenção a edificante trajetória de Paula Beatriz, professora e diretora de uma escola pública no Capão Redondo. Os outros três, incluindo a cantora funk Linn da Quebrada, ganham perfis repetitivos e, muitas vezes, a descontração parece encenada.

A crítica completa está disponível no site Veja
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