Os Fabelmans
Média
4,1
216 notas

23 Críticas do usuário

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Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2023
"The Fabelmans", novo filme de Steven Spielberg é  tão pessoal que é difícil de comentar ou avaliar, seu roteiro é um primor na construção de personagens, todos extremamente tridimensionais, quebrados, amorosos e carismáticos, talvez a construção ou acontecimentos, principalmente no núcleo de desenvolvimento de Sammy podem incomodar um pouco, porém, sendo os fatos baseados em lembranças de um dos maiores diretores do cinema de todos os tempos deixa os erros banais e dá um tom mágico a obra. A direção é calma, contida, com planos simples e ótimas tomadas, sempre buscando o lado emocional de seus personagens, a trilha sonora é fantástica, a fotografia muda conforme a localidade dos personagens e o ritmo é bom. Um dos pontos altos é a atuação, todos os personagens são bons, porém Michelle Willians está impecável, fazendo uma personagem angustiada e cheia de contravenções sentimentais, e a atriz consegue expressar todos os lados desse sentimento. 8/10
Arthur
Arthur

23 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de março de 2023
Os Fabelmans e sem noção de duvidas um dos melhores filmes de 2022. a maioria dos filmes que vejo hoje em dia não me passam nada. Acredito que hoje em dia falta o desejo de expressar seus mais profundos sentimentos em uma tela, coisa que o infame, Steven Spielberg conseguiu fazer com esplendor, nesse filme.
Desde de o começo do filme percebemos uma o quão magico o cinema é. E como ele pode despertar e revelar coisas que olhos sem nenhuma criatividade não conseguem ver.
Sammy (Gabriel LaBelle ) o protagonista e um pequeno rapaz que desde pequeno demostra um talento sem limites para o cinema. no começo do filme ele se recusa a ir ao cinema. Reclamando que as pessoas vão fica grande demais, mas depois ele sai com uma ideia que ninguém, felizmente, vai conseguir tirar de sua cabeça: a de se tornar cineasta.
Não posso deixar de falar da atuação primorosa de Michelle Williams como mitizi a mãe de Sammy.
o ponto alto para mim, foi a descoberta de de Jimmy quando ele percebe que os seus pais, não são apenas os seus pais, mas são pessoas com sentimentos e ideias diferentes da dele.
Esse filme em minha opinião e uma declaração de amor ao cinema .faz tempo que não sinto uma euforia de sensações, um misto de alegria felicidade e desespero.
Esse filme e impressionante
Rhenner B
Rhenner B

2 seguidores 39 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 29 de janeiro de 2023
Filme longo!. Chato e enfadonho. Gastou- se muito tempo para não se contar quase nada. Simplesmente um filme descartavel .
Chaja F.
Chaja F.

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5,0
Enviada em 22 de janeiro de 2023
MARAVILHOSO! FILMAÇOOO!
IMPERDÍVEL! SPIELBERG PROVA O QTO E PQ É UMA GÊNIO NO CINEMA! CONSTRUÇÃO LINDA! EMOÇÃO DO INÍCIO AO FINAL!
O bão do Marcelão
O bão do Marcelão

19 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de janeiro de 2023
UM FILME PARA REVISITAR MOMENTOS DE FAMÍLIA

Steven Spielberg é daqueles diretores e cineastas que vira e mexe, gosta de vir com alguma surpresa. E isso aparece em cada filme que dirigiu. Seja na temática das aventuras ou do drama, ele se mostra um craque.
Depois dos costumeiros ‘trailers’ de filmes recomendados para se assistir no grande circuito, Spielberg vem à telona como ele mesmo. Na mensagem, uma importante reflexão de frequentar os cinemas tradicionais – uma senha para o congraçamento e reunião de pessoas para bate-papo?
Com boa bagagem de vida, já é muito manjado o mundo das celebridades lançarem livros ou exibirem suas memórias no rolo do projetor. Spielberg sucumbiu a esta tentação.
“Os Fabelmans” é a materialização dos momentos vividos pelo diretor e sua família numa época que, ainda hoje, traz saudade a várias gerações: os anos 1950.
Sammy é o protagonista e se encanta (ou melhor, fica impactado) com a beleza que o cinema traz nas salas – aliás as grandes salas luxuosas com carpete e muitas cadeiras. Mas, particularmente, uma cena de acidente ferroviário não sai de sua cabeça.
Com o mote de que a vida imita a arte, Sammy procura recriar a mesma cena que viu na sala de cinema em casa. Ele tem um trem de brinquedo. E também uma pequena câmera nas suas mãos.
Inconscientemente, ele une o útil ao agradável. Tem o apoio da mãe, uma pianista que guarda um segredo que será revelado nas edições/cortes dos filmes caseiros de Sammy. Já o pai é ligado ao que hoje se consideraria os primórdios da informática.
Justamente será por motivo de assumir novos cargos que o pai e a família vão se mudar mais de uma vez. De New Jersey para a ensolarada Arizona. E, um pouco mais adiante, para a Califórnia.
Nesse salto, Sammy e todos vivem momentos felizes no primeiro pulo, em Phoenix. Porém, a Califórnia se traduzirá em desafios, superações, descobertas e, claro, mais quilos e quilos de celulose produzidos.
Aos poucos, temas como o antissemitismo, o avanço tecnológico nos equipamentos para se produzir filmes e relações estáveis (outras nem tanto) ganham forma.
Ah! Aliás uma dica: tente achar uma cena em que o sucesso “E.T – o Extraterrestre” é lembrado em “Os Fabelmans”.
Spielberg derrama seu diário íntimo e o compartilha com o espectador da poltrona em mais de duas horas. Ao contrário do que se imagina, não é um dramalhão carregado. A cada evolução de cena, mais surge a vontade do que vai acontecer em seguida.
Há trechos em que um filme está dentro de outro filme: coisas que poucos, como Spielberg, dominam. Isso beira a um milagre. Tecnicamente seria a sobreposição de realidades?!
Só fica a expectativa de quando o garoto formado no colegial e convidado para fazer o filme de sua turma vai tomar seu destino em suas mãos.
Mesmo numa aparição relâmpago, o colega de profissão de Steven Spielberg, David Lynch, faz uma atuação de John Ford firme e decisiva nos rumos de um garoto que sofreu “bullying”, quando não existia nem a palavra e nem o conceito.
Se Michelle Williams nunca ganhou o Oscar, seria um bom momento para tal. O mesmo seria válido para Spielberg, pois é uma vergonha que a Academia nunca o reconheceu como cineasta que tem talento para dar e vender. Ao menos, um gesto pelo conjunto da obra, já que “Os Fabelmans” não seria a justificativa ideal para arrebatar a estatueta. Não quer dizer também que não deixa de ter qualidade (ótima, por sinal). Coisas de “bullying” moderno e direcionado para adultos.
Anderson
Anderson

20 seguidores 190 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de janeiro de 2023
Nenhuma novidade. Spielberg é sinônimo de diversão sem abrir mão da qualidade. Nesta sua mal disfarçada autobiografia a simplicidade é a tônica, o que faz sobressair todo o deslumbramento, que se manteve intacto com o passar do tempo, com que foi tomado quando criança pela projeção de imagens em movimento . Esse mesmo deslumbramento assalta-nos a nós espectadores enquanto acompanhamos a historia do menino que, em meio a conflitos familiares e pessoais, entrega-se à sua paixão. A trilha sonora de John Williams emoldura com perfeição a fotografia de Janusz Kaminski. Soa como se fosse um brinde: David Lynch exigiu ficar uma semana fantasiado de John Ford como condição para interpretar o famoso diretor. Cenas lindas e emotivas, como a em que se abstrai do mundo enquanto encosta a câmara ligada ao ouvido ou a em que se observa no espelho filmando enquanto na realidade está inerte ao que se passa à sua frente, mostram o poder do cinema em sua vida. E, como consequência, nas nossas.
Nabokova
Nabokova

16 seguidores 112 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de janeiro de 2023
Fraquíssimo para um Spielberg. Roteiro vazio de novidades. Parece q ele escreveu 40 anos atrás (qdo o cinema ainda não tinha lançado dezenas de obras-primas), engavetou, e filmou sem revisar. Mais parado q ver Dallas ou ler Amor de Perdição. Não tem nem emoção. Duvido alguém chorar com isso, e é uma coisa q ele sabe fazer. Mas ele foi cagar justo na sua autobiografia. Bom pra ver na Sessão da Tarde, só que pelo tamanho gigante não dá. Inclusive o final nem parece final, parece q foi só pros comerciais ou é uma série. Não é ruim, é ruim pro gênio Spielberg. E meio bobo.
Reni V
Reni V

3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de janeiro de 2023
Um bom filme, mas o início a história se passa muito lentamente, o que o torna cansativo. mas no geral gostei.
Wenil Nascimento
Wenil Nascimento

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de janeiro de 2023
Steven Spielberg é um dos maiores cineastas da história. É prazeroso acompanhar sua obra. Os Fabelmans é uma grave coletânea de referências a ela, que se confunde com a história da evolução do que há de melhor no cinema. É interessante lembrar da incrível experiência com Avatar 2, e agora vivenciar outro ótimo momento na frente de uma tela de cinema. Serve para validar algo: a beleza do cinema está nessa riqueza de possibilidades de formas de encantar.
Metalinguagem à parte, o filme conta com grandes atuações, uma direção que transmite os sentimentos de forma mágica, um dos melhores roteiros recentes e a música. Acima de tudo, a música.
Referências, sentimentos, nostalgia e amor. A música representa tudo isso no filme, sutilmente. Em toda a trajetória de sua carreira ela se destacou, geralmente fruto de parceria com John Williams. Aqui, esse lado do escritor-observador-personagem fica bem explicado no amor da mãe pianista. Coragem de se abrir tanto. Mais do que uma obra de arte, Os Fabelmans é uma obra de coragem.
Mauro A
Mauro A

16 seguidores 99 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 13 de janeiro de 2023
Tipo de filme de sessão da tarde. Mas, pelo menos, assim como Woody Allen, Spielberg tem o prazer de fazer um filme autobiografico e expor seu complexo de Peter Pan. Duas horas e meia de filme é demais! Parece que o diretor se entusiasmou ao contar sua história e passou dos limites.
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