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Ccine10
Com um humor negro e uma delicadeza tocante o roteiro da estreante Luísa Parnes consegue com uma rara precisão mostrar os efeitos do tempo na vida de um homem. [...] "Antes que eu me esqueça" é delicado, tocante e encontra um olhar otimista para um mau tão triste como o Alzheimer.
Cinepop
"Antes Que Eu Me Esqueça" é otimista, intenso e divertido, daqueles que preenchem lacunas de sentimentos em nós e que dificilmente vamos esquecer, afinal, existem muitas coisas que nem mesmo o tempo pode apagar, e uma delas com certeza é o sentimento de assistir a um bom filme.
Cineweb
Antes que eu me esqueça investiga esses fios tênues que unem as pessoas, sempre prestes a se romper, mas que resistem, e o resultado é um filme dolorosamente honesto – e aqui está sua grande virtude.
Preview
Eis que um diretor estreante, Tiago Arakilian, chega esbanjando frescor ao explorar um tema quase ignorado pelo cinema nacional: a velhice. E surpreende ao manter o alto astral mesmo quando o protagonista apresenta sinais de Alzheimer.
Estado de São Paulo
"Antes que Eu me Esqueça", dirigido por Tiago Arakilian, mostra, como seu protagonista, seus altos e baixos. Poderia ser bem melhor.
Folha de São Paulo
Se o tom predominantemente sexista, assim como o uso de clichês ligados ao envelhecimento, à família burguesa e aos subalternos decepciona, isso não chega a prejudicar o outro polo do filme: uma comovente e bem contada narrativa de relação entre pai e filho.
O Globo
Tiago Arakilian diz ter “priorizado a trama e não a linguagem” a fim de envolver o público. Ora, nem é preciso conhecer Hitchcock para saber que roteiros exigem um idioma audiovisual. O filme só ganha interesse nos momentos em que atores como José de Abreu e Danton Mello driblam aquele equívoco.
Veja
Os transtornos causados pelo Alzheimer, felizmente, ganham melhor tratamento como drama, a partir da metade da história ao desfecho lacrimoso.