Média
4,4
2391 notas
5
192 críticas
4
99 críticas
3
25 críticas
2
19 críticas
1
22 críticas
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O filme não se limita a entreter, mas vai além, equilibrando com maestria o drama e a crítica social de maneira que torna a experiência cinematográfica ainda mais impactante. Cada cena tem um propósito claro, sem perder o ritmo ou o foco na mensagem que pretende passar.
A maneira como o longa explora as desigualdades sociais é fascinante, o simbolismo visual e a topografia executada na obra deixam qualquer um envolvido e admirado. A diferença entre as classes sociais é representada de forma clara e impactante, com obstáculos simbólicos que dividem constantemente a família rica da pobre. Esses obstáculos, que vão desde a geografia do cenário até os gestos e diálogos dos personagens, reforçam de forma perfeita o peso da desigualdade social, que os mantém “abaixo” da sociedade.
De um lado, temos a vida confortável e desconectada dos ricos, que vivem em um mundo de privilégios que não parecem ter fim. Do outro, está a luta constante e incessante da família pobre, que se vê obrigada a lutar para simplesmente sobreviver. Esse contraste é abordado com uma precisão quase cirúrgica, onde nada é por acaso. O filme revela, com uma clareza assustadora, como o sistema atual privilegia uma pequena parcela da população, enquanto ignora e marginaliza a grande maioria. Ao fazer isso, Parasita não só nos faz refletir sobre a desigualdade entre classes, mas também sobre as complexas dinâmicas sociais que sustentam esse sistema injusto.
A riqueza nos detalhes e a força da narrativa são as grandes responsáveis pelo sucesso de Parasita. Cada cena, cada diálogo, cada escolha de direção e de edição, parecem ter sido pensados para causar impacto. E, de fato, as diversas premiações que o filme recebeu são mais do que merecidas.
A maneira como o longa explora as desigualdades sociais é fascinante, o simbolismo visual e a topografia executada na obra deixam qualquer um envolvido e admirado. A diferença entre as classes sociais é representada de forma clara e impactante, com obstáculos simbólicos que dividem constantemente a família rica da pobre. Esses obstáculos, que vão desde a geografia do cenário até os gestos e diálogos dos personagens, reforçam de forma perfeita o peso da desigualdade social, que os mantém “abaixo” da sociedade.
De um lado, temos a vida confortável e desconectada dos ricos, que vivem em um mundo de privilégios que não parecem ter fim. Do outro, está a luta constante e incessante da família pobre, que se vê obrigada a lutar para simplesmente sobreviver. Esse contraste é abordado com uma precisão quase cirúrgica, onde nada é por acaso. O filme revela, com uma clareza assustadora, como o sistema atual privilegia uma pequena parcela da população, enquanto ignora e marginaliza a grande maioria. Ao fazer isso, Parasita não só nos faz refletir sobre a desigualdade entre classes, mas também sobre as complexas dinâmicas sociais que sustentam esse sistema injusto.
A riqueza nos detalhes e a força da narrativa são as grandes responsáveis pelo sucesso de Parasita. Cada cena, cada diálogo, cada escolha de direção e de edição, parecem ter sido pensados para causar impacto. E, de fato, as diversas premiações que o filme recebeu são mais do que merecidas.
Parasita é um daqueles filmes que te prendem do início ao fim com uma crítica social mordaz e necessária. A direção impecável de Bong Joon-ho expõe, sem rodeios, as desigualdades de classe, os privilégios e a luta pela sobrevivência em uma sociedade esmagadora. A narrativa é imprevisível, os personagens são humanos ao extremo, com camadas que provocam empatia e repulsa ao mesmo tempo. A tensão vai crescendo como uma bomba-relógio, e quando explode, deixa a gente atordoada. Só não leva 5 estrelas porque alguns detalhes poderiam ser menos caricatos, mas isso não tira o brilho da obra. Um tapa na cara de quem acha que classe social é só um detalhe.
Esperava mais do filme por conta dos prêmios e avaliações gerais.
O enredo é bom, bem elaborado e incomum.
As atuações são apenas medianas e as cenas de ação deixam a desejar.
As relações entre os personagens poderiam ser melhor exploradas, ficam vários "ses" no ar, parece ter faltado criatividade para o aprofundamento nessas relações.
Aqui uma observação que não influenciou na nota: assisti dublado PTBR e a dublagem foi bem medíocre 5/10.
Vale assistir pelo enredo incomum e é agradável no geral, mas longe de ser uma obra prima digna de oscar.
RIP para o ator "principal" que faleceu há pouco tempo.
O enredo é bom, bem elaborado e incomum.
As atuações são apenas medianas e as cenas de ação deixam a desejar.
As relações entre os personagens poderiam ser melhor exploradas, ficam vários "ses" no ar, parece ter faltado criatividade para o aprofundamento nessas relações.
Aqui uma observação que não influenciou na nota: assisti dublado PTBR e a dublagem foi bem medíocre 5/10.
Vale assistir pelo enredo incomum e é agradável no geral, mas longe de ser uma obra prima digna de oscar.
RIP para o ator "principal" que faleceu há pouco tempo.
Uma crítica social profunda, inteligente e emocionante.
Parasita é uma obra inusitadamente brilhante que mistura comédia, drama e suspense para abordar as desigualdades sociais. A história acompanha a família Kim, que se infiltra na rica casa dos Park, revelando a disparidade entre classes sociais de forma brilhante e subversiva. A direção de Bong Joon-ho usa as casas das duas famílias como metáforas poderosas, e a fotografia e design de produção são excepcionais. As atuações são impecáveis, especialmente de Song Kang-ho, que traz uma humanidade complexa ao seu personagem. Parasita é uma crítica feroz e envolvente à sociedade moderna, desafiando o espectador a refletir.
Parasita é uma obra inusitadamente brilhante que mistura comédia, drama e suspense para abordar as desigualdades sociais. A história acompanha a família Kim, que se infiltra na rica casa dos Park, revelando a disparidade entre classes sociais de forma brilhante e subversiva. A direção de Bong Joon-ho usa as casas das duas famílias como metáforas poderosas, e a fotografia e design de produção são excepcionais. As atuações são impecáveis, especialmente de Song Kang-ho, que traz uma humanidade complexa ao seu personagem. Parasita é uma crítica feroz e envolvente à sociedade moderna, desafiando o espectador a refletir.
Excelente filme, ótimo roteiro e ótimas referências. Filmes com muitos detalhes, nos faz refletir sobre as classes sociais.
Mano eu amei esse filme, pois retrata a realidade dos moradores daquela região, e o plotwest desse filme
"Parasita" é uma obra cinematográfica inovadora que desafia as expectativas do público, surpreendendo com suas reviravoltas e uma narrativa audaciosa. Embora o roteiro apresente momentos de fragilidade e absurdos que podem parecer inverossímeis, a direção de Bong Joon-ho é primorosa, elevando a experiência visual e emocional do filme. A abordagem da desigualdade social entre as duas famílias é incisiva, ilustrando a ganância e a soberba de maneira impactante. No entanto, a escalada de eventos culmina em um final que pode parecer exagerado, distorcendo a linha entre realidade e ficção. Apesar de suas inconsistências, "Parasita" se destaca como uma crítica poderosa e provocativa à sociedade contemporânea.
A partir do contato de um amigo que está se afastando para estudos, o jovem Kim (Woo-sik), é contratado como professor de inglês de uma garota de família abastada, Park Da-hye (Ji-so). Após ganhar confiança da mãe da garota, Park Yeon-kyo (Yeo-jeong), Kim, aos poucos, consegue emplacar toda a sua família, que vive de bicos e sempre em dificuldade financeira, como motorista, o pai (Kang-ho), governanta, a mãe (Hye-jin), e instrutora de artes e psicóloga a irmã (So-dam), para o filho caçula do casal, o inquieto Park Da-song (Hyu-jun).
mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2024/10/filme-do-dia-parasita-2019-bong-joon-ho.html
mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2024/10/filme-do-dia-parasita-2019-bong-joon-ho.html
muito bom suprieendente e muito bom de assistir com certeza um bom pra assistir e ver uma família inteira entrando na casa de outro 藍
QUE OBRA-PRIMA, MEUS AMIGOS! Filme excelente, aborda um assunto delicado e relevante: a desigualdade social e como isso impacta a vida dos envoltos. A malícia do pobre e a ingenuidade do rico. Tudo isso abordado de forma leve ao mesmo tempo agonizante, com um tom de comédia e em contrapartida suspense. Tragicômico não seria o termo, mas é algo desse tipo. Uma obra-prima de fato, com uma crítica excelente para refletir. Indico assistir com mais alguém para que haja um debate em seguida, porque realmente é um filme impecável no quesito reflexão, conscientização e atenção para como as coisas podem ser interpretadas dependendo do momento em que sua vida está.
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