Parasita
Média
4,4
2354 notas

380 Críticas do usuário

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Daniel
Daniel

8 seguidores 67 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de dezembro de 2020
Bong Joon-ho se esforçou pra fazer uma obra prima dessa.É incrível como os filmes estrangeiros também tem chances de ser incríveis e fazerem as pessoas aplaudirem no cinema. Bong Joon-ho escolheu esse caminho para ter uma oportunidade de fazer sucesso e ser conhecido. Quase chorei com esse filme.
Otávio S.
Otávio S.

16 seguidores 103 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de maio de 2020
E um bom filme por ser Coreano.
Patrícia Nascimento
Patrícia Nascimento

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 24 de maio de 2020
Uma bosta! Se colocarem um coco e o filme do lado a bosta ganha.  "Crítica social" aaah pelo amor de Deus?!!!!!!!!
Fabrizio Roger Vigni
Fabrizio Roger Vigni

7 seguidores 61 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de maio de 2020
Da Coréia do Sul chega "Parasita", filme que não é exagero definir sensacional!
Uma família extremamente pobre, que mora em um cubículo abaixo do nível da rua e onde todo mundo é desempregado, tem a chance de subir na vida quando o filho mais novo começa a dar aulas de inglês para uma menina rica. Através de estratagemas e mentiras, um por um, todos os membros da família golpista conseguem emprego na casa do rico Mr. Park.
Tudo parece ir de vento em popa, mas imprevistos acontecem...
Filme que, através de uma visão um pouco caricatural, analisa as camadas sociais, descrevendo os ricos como ingênuos e simples enquanto os pobres são ardilosos, espertos e aproveitadores, capazes de qualquer coisa para ascender socialmente.
Transitando entre vários gêneros, sem ater-se a nenhum, o filme tem no extremo realismo um elemento importante que valoriza e enriquece cada cena. Roteiro linear, fotografia precisa, elemento surpresa e tensão sempre presentes fazem de "Parasita" um suspense que captura a atenção do espectador até o fim e que oferece pontos de reflexão para quando o filme acabar.
Entre os melhores filmes do ano. Imperdível!
Fernando Rocha
Fernando Rocha

1 seguidor 19 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de maio de 2020
Longe de ser o melhor filme, na minha opinião é apenas um bom filme sobre crítica social, nada mais que isso!
Raul de Albuquerque Goetzinger
Raul de Albuquerque Goetzinger

2 seguidores 10 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de maio de 2020
Ótimo filme para assistir, deixa você preso a ele o tempo todo. Recomendo muito.
Eli Holygod M.
Eli Holygod M.

2 seguidores 23 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 3 de maio de 2020
Minha opinião, o filme se não tivesse ganhado o Oscar eu NUNCA teria assistido, se eu NUNCA tivesse assistido, eu NUNCA teria perdido 132 minutos da minha assistindo a este LIXO de filme, se posso chamar isto de filme.
Daí vão falar que os filmes estrangeiros são diferentes de Hollywood, que temos que rever os conceitos, blá blá blá, que nada, de filmes estrangeiro melhor do que este LIXO, está cheio .
Até Tropa de Elite é melhor do que ISTO.
Queriam colocar um Filme estrangeiro para ganhar o Oscar de melhor filme, conseguiram, mas estão longe de serem autêntico com está politicagem da Academia.
Péssima escolha para tentarem fazer algo diferente de costume de todos os anos.
O pessoal da Academia do Oscar estão totalmente loucos e cheio de más intenções.
Ainda bem que eu nem perdi meu tempo em assistir o Oscar este ano.
Rivs
Rivs

9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de maio de 2020
Merecedor de suas vitórias no Oscar, Parasita entrega uma ótima crítica à sociedade acompanhado de um suspense muito bem feito e uma história cativante e bem roteirizada.
Iuri C
Iuri C

2 seguidores 12 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de abril de 2020
O que mais gostei nesse filme foi a forma como ele retrata a desigualdade social de uma maneira nada sútil. Trás um suspense gostoso de assistir e consegue nos prender do começo ao fim. Não acho que seja digno de um Oscar, mas a história é boa.
Luciano R
Luciano R

1 seguidor 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de abril de 2020
Um filme que explica tanta coisa.
Filme por filme, não achei melhor que Central do Brasil, Cidade de Deus, A Vida é Bela, Cinema Paradiso e tantos outros filmaços de língua não inglesa. Mas Parasita chegou lá onde nenhum outro antes! Não sem méritos cinematográficos. Mas a película coreana vai mais além.
FHC já disse que “ser pobre é muito mais divertido”. Tenho que concordar com ele. Enquanto uns torram dinheiro para escalar montanhas congeladas, mergulhar com tubarões ou se jogar de aviões, a aventura do pobre é menos glamourosa, mas igualmente emocionante. O objetivo ao final do dia é o mesmo: chegar em casa vivo (se houver uma casa, é claro).
O grande problema é que a guerra acaba moldando o guerreiro. Nietzsche dizia que “se olharmos muito para o buraco, ele acaba nos olhando de volta”. E é justamente esse convívio com a desgraça o que traz um perigo adicional na vida do pobre. Maior do que tubarões, hipotermia ou queda livre. De tanto ser forçado a viver como rato, tornar-se rato. Perigo e benção, cá entre nós. Pouquíssimas criaturas tem tanto talento para sobreviver em condições adversas.
Eu disse que o filme explica tanta coisa, a primeira delas é que a falta de dignidade desumaniza as pessoas. Quando somos tratados como números, objetos, meras engrenagens menores em um sistema que gira em torno de engrenagens principais (inatingíveis), deixamos de ser pessoas. Somos maquininhas mais ou menos inventivas e desvalorizadas ao sabor de cotações circunstanciais. Mas duas coisas nunca deixarão de ser verdade para o ser humano. Uma eu já disse: somos inventivos. A outra, não poderia ser mais implacável: a fome. E quando se unem, por um lado a fome e por outro lado a inventividade, surge a ação central de Parasita.
Incomoda ver, no decorrer da estória, que a consciência moral, o bom senso, a solidariedade vão sendo deixados de lado, (supostamente) em nome da sobrevivência. Até você perceber que não era por causa da sobrevivência. Simplesmente são os valores em voga. E essa frieza sociopata, com certeza, não foi herdada dos ratos lá do subsolo. Ela encontra muito mais eco na gélida mansão onde os patrões descartam pessoas de “categorias inferiores” como quem rasga um bilhete já lido.
Se é verdade, como sugeriu Marx, que “os valores dominantes da sociedade são os valores da classe dominante”, não é menos verdade que essa mesma classe dominante é que detém a maestria de exercer tais valores. Ninguém humilha, ameaça, constrange, abusa ou suga a energia de outrem com tanta sutileza e etiqueta quanto o rico. Todos esses verbos se resumem num substantivo: futilidade. Quem é o parasita, então?
Por outro lado, o pobre quando tenta ser fútil, acaba metendo os pés pelas mãos, ou se lambuza ou se suicida, porque o DNA da sarjeta insiste em persegui-lo. Por mais que se queira idealizar diferente, a verdade é que a sociedade se mantém estamental. Mobilidade social só é permitida ladeira abaixo. Os sonhos alimentados por uma ou outra exceção de sucesso acabam se revelando, quase sempre, em ilusão. Sonha-se, luta-se, peleja-se. Mas quando se abre os olhos, você ainda está lá, na toca do rato. Parasita nos mostra isso muito bem.
Depois, há quem diga que luta de classes não existe.
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