Parasita
Média
4,4
2354 notas

380 Críticas do usuário

5
191 críticas
4
99 críticas
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25 críticas
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17 críticas
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Isabella Molari
Isabella Molari

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2020
Achei superstimado. Altamente clichê a história ,não curto filmes em que a história seja fraca. Era de se esperar que o próprio nome parasita mexe com a brincadeira da família se infiltrando? O Coringa e os outros que foram indicados eram simplesmente muitos bons. Achei o filme fraco. E ainda mais algo que vc espera. Uma família “pobre” querer viver no lugar de uma família “rica” e por isso eles acabam se infiltrando e querendo matar os caras. Se isso não é clichê não sei o que é. Usando o terror ,suspense , drama e comedia. Achei forçado demais. Um filme que me prendeu muito a atenção foi o Joker. Esse sim deveria ter ganho.
André Luis
André Luis

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 14 de abril de 2020
Filme começa muito mais ou menos é termina um lixo.
Não merece oscar de nada.
Tudo muito mau contado
Parece teatro escolar amador
Leo Cobiça
Leo Cobiça

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 8 de junho de 2020
Perdi 1:40 horas de sono, pois dormi por 20 minutos... brincadeira a parte, filme ruim, não é nada diferente aos outros que retratam as diferenças sociais, uma coisa difícil de acreditar é que os pobres conseguem enganar os ricos com facilidade, o que na realidade não é tão fácil... assisti ele após o Oscar esperando ver o motivo de ter vencido mas perdi tempo, se tivesse assistido antes teria mudado de canal após 10 minutos. Faça como eu assista e perca tempo, depois fique se perguntando porque não foi assistir desenho!
victor moraes representacao
victor moraes representacao

4 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 15 de fevereiro de 2020
Filme horrível...
Sem sentido nenhum o contexto do filme... Prendeu a minha atenção por eu ter ficado esperando o desenvolvimento do filme, mas nada...
AlesonRezende
AlesonRezende

4 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de janeiro de 2020
Um ótimo filme coreano!
Uma história surreal, mas muito bem escrita e dirigida.
Os personagens são muitos bons, cada um com sua característica individual.
Apesar deles serem quem são e fazerem o que fazem, não deixamos de sentir empatia por eles e torcer para que se deem bem.
Confesso que tem partes do filme que dá vontade de desviar o olhar ou "adiantar", por tanto constrangimento e vergonha alheia que sentimos.
A comédia, o drama e o suspense funcionaram muito bem. É uma mistura de emoções que sentimos em apenas 2 horas de filme.
Mas, de qualquer forma, me surpreendeu, superou minhas expectativas!
(Nota 8/10)
anti herói
anti herói

3 seguidores 13 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2020
Filme que ganhou atenção mundial, Parasita surpreendeu a todos ganhando 4 Oscars em cima de favoritos como 1717, de Sam Mendes, e O Irlandês, de Mario Scorcese, e toda essa repercussão não foi a toa: Parasita é o reflexo dos cenários políticos marcados pela miséria e desigualdade e a visibilidade de problemas que não são vistos, principalmente em um país como a Coréia do Sul que sempre é mostrada como um país desenvolvido, tecnológico e sem nenhum tipo de problema social (o que foi combatido pelo filme de Bong Joon-ho.).
Como todo filme que mostra o contraste da humanidade e o conflito que essas contradições deixam no cenário político, econômico e social, Parasita é a ponte entre a família Kim e a família Park; a primeira vivendo em um porão de uma casa em um bairro de classe baixa e a segunda em uma grande mansão em um bairro de elite. Além de ter várias cenas em que focam no ambiente dos dois lugares, com o objetivo de focar nos detalhes possíveis, o filme tem outra maneira de mostrar como a desigualdade é presente no país: Os sobrenomes das duas famílias, Kim e Park, são dois dos três mais populares em comuns nas duas coréias, junto com “Lee”, mostrando também que a contradição entre um Kim e um Park é tão comum quanto a presenças desses sobrenomes na Coréia do Sul, sem contar o fato de que o sobrenome Kim é mais comum do que o Park (21% contra 9% entre os sul-coreanos).
Esse contraste da realidade presente não só na Coréia do Sul, mas em todo o mundo, acaba passando despercebido pelos Kim logo após todos os membros da família estarem empregados em alguma função na mansão dos Parks, pensando e agindo como se eles fossem parte da segunda família. A falta de consciência de classe de um grupo que já se sente privilegiado e pertencente a uma elite que sempre os oprimiu é presente nos Kim quando Choong-sook afirma que “não é necessitada” para Moon-gwang, a antiga governanta dos Park, quando encontra seu marido preso no porão.
Existe a discussão se o termo “parasita” é direcionado para aqueles que vivem no porão e que entram de forma ilícita na casa dos que vivem na mansão, ou se é direcionada para os que vivem na mansão e que exploraram e retiram os recursos dos que vivem no porão. Na verdade, o termo “parasita” acaba sendo direcionado para ambos quando seu significado seja a relação entre as duas famílias, independente de quem parasite quem, e, ao mesmo tempo, o termo significa aquilo que retirou a vida de membros de ambos as famílias e que casou tristeza para todos: a ganância, o egoísmo, a vaidade e o preconceito. Portanto, existe um leque de significados para determinar o que, realmente, possa ser o tal “parasita”, o que faz com o que o filme tenha um leque de interpretações, cujo é um requisito para um grande filme e uma grande obra de arte.
Toda a aventura que ocorreu pelos Kim começou com a chegada de um dos amigos de Ki-woo, Min, carregando um talismã, preciosidade comum na cultura de alguns países asiáticos que gera sorte e lucro para as famílias. È nítido a importância desse objeto para o entender o filme pois todos os acontecimentos ou falas que acontecem devido a ele são parte de uma construção lenta do contexto social do filme. O primeiro é o comentário feito por Choong-sook após Min traz a rocha, onde a matriarca afirma: “Seria melhor se fosse comida”, mostrando que as necessidades básicas materiais são mais importantes do que a religiosidade em momentos de extrema miséria. O segundo é quando Ki-woo desce o porão da mansão dos Park para entregar o objeto para Moon-gwang e seu marido, Geun-sae, como presente e pedido de desculpas, mas acaba recendo uma golpe do objeto que quase o mata. E, por fim, o terceiro momento é quando a rocha é devolvida para o rio onde foi achado, ou seja, voltou para seu lugar de origem assim como a família Kim voltou para a miséria depois dos acontecimentos da festa de Dae-Song. Em nenhum desses momentos o talismã é mostrado como preciosidade carregada de esperança e sorte que pode livrar alguém da pobreza e da miséria, mas apenas um objeto que só é utilizado ou visto como algo material, e o fato dessa rocha não ter nenhum tipo de simbologia religiosa ou espiritual é porque a desigualdade e a pobreza não são problemas espirituais, mas problemas reais e físicos, até porque já dizia Kim Ki-taek: “É por isso que as pessoas não devem ter planos. Sem plano, nada pode dar errado”.
Fernando Bail
Fernando Bail

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2020
Não entendi porque este filme é tão super valorizado. História bem forçada e surreal. Final bastante descasado com a história... fiquei bem chocado com o que o sr. Kim faz no final. Decepcionante.
prr4691 .
prr4691 .

7 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 13 de fevereiro de 2020
Não vou assistir pq já vi que não é filme e sim uma mera propaganda esquerdopata, seguindo a pauta marxista de Hollywood com as mortadelas "doadas" pelos "democratas, filminho Trash, vitimismo puro, seguindo a risca a propaganda socialixo, o antigo decálogo de Lennin (guerra de classes) aff ainda tem parasitas que crêem nessa utopia? Vá estudar, ralar, poupar, investir, multiplicar, vendes, deixem de mímimi, parem de depender do estado mortadelas podres!! Karl Marx foi um vagabundo que deixou os filhos passar fome, traiu a esposa com a empregada, um psicopata vitimista, tenho nojo desses fiolminhos, só ganhou pq lacrou... Não existe um bicho pra gostar mais de dinheiro igual comunista, principalmente se for dinheiro dos outros, hipócritas!
Rochely Cymbalij Imthurn
Rochely Cymbalij Imthurn

1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 15 de fevereiro de 2020
Ruim e só. Quer ver sangue? Tem. Vitimismo? Claro que tem. Poesia na desgraça, opa! tem de sobra! Glamourização da falta de caráter? Certamente. Quando li que era um filme que tratava a desigualdade me interessei, mas perdi meu tempo. Mais do mesmo. Mensagem vazia. Densidade 0.
Michella S.
Michella S.

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2020
Filme muito ruim, chato, dramático e confuso Não acredito que ganhou como melhor filme, sai frustrada.
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