Parasita
Média
4,4
2354 notas

380 Críticas do usuário

5
191 críticas
4
99 críticas
3
25 críticas
2
17 críticas
1
22 críticas
0
26 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2020
É evidente que Parasita é um filme que pode ser visto apenas como entretenimento – mas, convenhamos, seria um enorme desperdício tentar vê-lo de forma tão limitada – embora tenha personagens incrivelmente bem construídos, situações dramáticas, cômicas e de suspense envolventes, esta verdadeira obra-prima moderna do cinema dirigida e roteirizada por Bong Joon Ho (de Okja e O Expresso do Amanhã), é um trabalho que nos traz a máxima de que arte sempre é influenciada pela politica – e quando falo de politica, não me refiro a um lado especifico, mas justamente aos fatores sociais que compõe toda a trama.

Há uma critica social neste longa que começa já em seu primeiro enquadramento: a visão por uma janela, de uma casa, que é praticamente um porão, com meias secando em um pequeno varal, enquanto um dia ensolarado acontece lá fora, com o desempregado Ki-woo (Choi) tentando, sem muito sucesso, “roubar” o sinal de Wi-fi de seu vizinho – em uma sociedade moderna, até mesmo o acesso a internet parece ser algo privilegiado – algo que se estende sobre os familiares do rapaz ali presente, tanto seu pai, Ki-taek (Song), sua mãe Moon-gwang (Lee) e sua irmã Ki-jung (So-dam Park) – todos os integrantes da família Kim tem em comum o maior pesadelo de quem vive no mundo capitalista: o desemprego. Tendo que se virar como podem para sobreviver, como tentando dobrar caixas de pizza para uma pequena rede de fast-food, Ki-woo acaba tendo uma nova oportunidade: seu amigo e professor de inglês, Min (Seo-joon Park), lhe oferece uma vaga de emprego para ensinar uma adolescente de família rica (Jung) – mesmo ele não tendo diplomas e nem ter tido condições financeiras para terminar sua faculdade, acaba falsificando a documentação e aceita o serviço – despertando uma confiança enorme na mãe da garota, Yeon-kyo (Jo) – entretanto, quase que automaticamente, Ki-woo tem a ideia de trazer sua irmã, pai e mãe para trabalhar na casa da família Park, através de práticas pouco honestas, digamos assim.

De um primeiro ato até cômico, indo para um cinismo e ironias no segundo, o filme assume um tom totalmente surpreendente da metade para o final – contando ainda com o humor – o momento em que um determinado personagem usa um celular com uma foto prestes a ser enviada como se fosse uma arma é impagável – mas passando uma urgência e uma tensão que se alinha com o desespero que sua primorosa metáfora e critica social exigem – ainda que inserida com uma sutileza absurda em adoráveis linhas de diálogos, o roteiro do próprio diretor (em parceria com Jin Won Han) é inteligente para demonstrar as personalidades de cada um de seus personagens – realmente conseguindo justificar suas condutas – e, felizmente, sem cair em nenhum julgamento moral sobre quais quer um deles – apenas evidenciando o que suas origens interferiram em suas construções de caráter – sendo assim, a família Kim acaba por ser uma criação genial: enquanto que Ki-woo e sua irmã Ki-jung (a Jéssica da excelente So-dam Park) são exemplos de jovens promissores sem acesso a educação superior – ele sabe língua estrangeira e ela tem habilidades em informática – os pais representam um lado que se esforçou na vida em várias áreas, mas nunca conseguiu se firmar financeiramente – a mãe vivida em uma atuação cheia de cinismo e sinceridade por Hye-jin Jang e, em especial o pai, o Sr. Kim de Kang-ho Song, sem dúvidas, o personagem mais multifacetado e complexo da história – de um homem bondoso e esperto até ter consciência de que o sistema que o cerca não é manipulável para quem é menos favorecido – seu diálogo explicando ao filho que planos nunca dão certo – pelo simples fato do sistema não deixar funcionar – é um dos momentos que representam o poder desse ator – injustamente não indicado ao Oscar. O roteiro ainda é inteligente em usar a enorme pedra que Ki-woo ganha de seu amigo como uma representação de sua ambição e vontade de cumprir seu “plano” – tornando se algo que chega a ser usado contra ele, literalmente – uma metáfora genial, convenhamos.

De fato, Parasita deixa bem claro que as atitudes da família Kim para ocupar cargos de trabalho na casa dos Parks é algo que irá lhes trazer consequências – exatamente por isso que, a partir da metade, o longa assume isso e, através da governanta vivida pela ótima Jeong-eun Lee, Bong Joon Ho deixa evidente que ao tentarem prejudicar alguém de sua mesma classe social, o sistema sempre encontra um meio de impedir que continuem – sendo assim, não leia este paragrafo até o fim, caso não tenha assistido o filme – tanto a governanta quanto seu marido representam perfeitamente um tipo de pessoa que acabam se deixando levar pela acomodação, não se importando em serem explorados pelos seus patrões em troca de pouco dinheiro – seu marido, vivido por Myeong-hoon Park, que mora escondido no banker secreto da casa dos Parks, é representado como um “fantasma”, como assim foi descrito pelo filho mais novo da família – é uma óbvia forma de mostrar como que o sistema é injusto com quem tenta investir com pouco para ter seu próprio negócio e é acometido por outra praga do capitalismo: as dividas. Toda essa construção justifica como os dois são extremamente fiéis ao Sr. Park – afinal, na convivência e visão deles, isso se mostra aceitável.

Sob esse aspecto ainda, o que pareceria até aí seria a visão de como os mais pobres tentam se agarrar as oportunidades que os mais ricos lhe dão – mas, nesse sentido, fica claro como Bong Joon Ho expõe quem são os verdadeiros parasitas da trama – embora honestos perante a sociedade, os integrantes da família Park se mostram, de fato, as criaturas mais repugnantes entre os personagens – por mais que a família Kim, sob um olhar mais simples, sejam golpistas, fica evidente como a família abastada expõe seus preconceitos contra as classes sociais menos favorecidas – enquanto que a mãe, vivida perfeitamente por Yeo-jeong Jo, se mostra uma pessoa paranoica, que não suporta nem a menor hipótese de sua família ser acometida por males que os pobres sofrem (como abuso sexual, exposição as drogas, doenças ou ensino escolar ruim), ela ainda se mostra inacreditavelmente ingênua em apenas aceitar as indicações de novos trabalhadores em sua casa apenas pelo status que Ki-woo lhe passa – algo que parte da elite tende a fazer – se estendendo até mesmo para a criação do filho pequeno, que acaba por ser mimado e não ter seus supostos traumas expostos ou tratados, apenas pela questão de boas aparências – exatamente por isso Jéssica consegue convencê-la de que é, de fato, uma especialista em comportamento de crianças – mas, ainda assim, Bong Joon Ho é inteligente o suficiente para retratar a filha adolescente deles como alguém que não suporta as pessoas de sua classe social, o que torna justificável ela se apaixonar por Ki-woo.

Entretanto, é através do Sr. Park de Sun-kyun Lee que o longa tem sua proposta totalmente revelada – de um homem aparentemente educado e cordial, ele, aos poucos, vai se revelando uma criatura fria e egoísta, que, assim como sua esposa – e veja que interessante como sua relação é de aparências: Park nem sequer chama sua própria mulher de esposa a maior parte do tempo – chamando-a de “mãe do meu filho” – curiosamente, algo que ela também faz com ele – a composição do ator ajuda a torna-lo em personagem que, basicamente, se construí junto da mudança de pensamento do Sr. Kim, que acaba por constatar, de forma dolorosa, como seu atual patrão é um homem que parece viver de status – que nem seu amor por filho e esposa soam reais – até mesmo a forma como faz sexo com a mulher – com o fetiche de tentar dizer coisas que pensavam que seu ex-motorista tinha feito no carro – mas, fica claro também como representam um setor da sociedade que saiu da pobreza e se esqueceu de suas raízes – “faz tanto tempo que não ando de metrô”, diz a esposa – e a cara de nojo que fazem apenas por considerarem o cheiro do Sr. Kim ruim já é, desde já, um símbolo de como os mais ricos esnobam os mais pobres.

O contraste dos estilos de vida das famílias fica escancarado quando um temporal toma conta da cidade – inundando o porão onde a família Kim vive – mas, para os Parks, apenas foi uma chuva que ajudou a deixar o seu dia mais bonito – e, ao mostrar pai, filho e filha correndo na chuva e descendo uma série de escadas, Joon Ho não só representa uma decida ao inferno, mas uma viagem até as condições precárias dos pobres – e, nesse sentido, é preciso ressaltar o trabalho técnico genial de Parasita – com um design de produção brilhante, tanto pelas construções das casas, tanto dos Kims quanto dos Parks, isso ainda serve mais do que apenas para mostrar as diferenças de acomodação e tamanho dos ambientes – assim como a vila em que os Kims vivem, construídas com detalhes, assemelhando-se a favelas que temos no Brasil – o que torna o filme algo ainda mais universal – e a fotografia se apresenta excelente, pela forma clara como expõe os ambientes – existe um detalhe tão grande em demonstrar isso, que, praticamente, o espectador se sente dentro das casas, por saber exatamente onde cada cômodo dos lugares se encontram – aliado a montagem promissora, que faz paralelos perfeitos entre os hábitos dos Kims, da governanta ou dos Parks, por exemplo – assim como durante a execução do plano de tirar os funcionários da residência.

Enfim, Parasita é um filme que vai além de qualquer senso barato de moralidade – ele apenas expõe as mazelas que nossa sociedade deixa em aberto, algo que a grande maioria da população mundial precisa lidar todos os dias – indo muito além dos problemas que os sul-coreanos passam – é um retrato extremamente criativo e impactante da desigualdade social – que, através de um arco dramático e uma rima visual em seu inicio e outra em sua última cena, exemplifica como o sistema capitalista é cruel – se no inicio víamos uma rua ensolarada através da janela da casa dos Kims, com eles tentando se conectar com Wi-fi, é extremamente triste e revelador que a visão se converta, ao fim, em uma nevasca, onde, agora, a precária comunicação por código morse é o único contato deles com um vislumbre de ter uma vida melhor – indicando um sonho inalcançável pelas condições sociais pouco justas do sistema.

Um filme arrebatador e genial, que o mundo todo precisa ver e ter consciência.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de dezembro de 2024
Uma crítica social profunda, inteligente e emocionante.
Parasita é uma obra inusitadamente brilhante que mistura comédia, drama e suspense para abordar as desigualdades sociais. A história acompanha a família Kim, que se infiltra na rica casa dos Park, revelando a disparidade entre classes sociais de forma brilhante e subversiva. A direção de Bong Joon-ho usa as casas das duas famílias como metáforas poderosas, e a fotografia e design de produção são excepcionais. As atuações são impecáveis, especialmente de Song Kang-ho, que traz uma humanidade complexa ao seu personagem. Parasita é uma crítica feroz e envolvente à sociedade moderna, desafiando o espectador a refletir.
Adam William
Adam William

8 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de outubro de 2019
Se fizermos o exercício de classificarmos as obras contemporâneas através dos gêneros primários do teatro – semelhante a separação realizada no Globo de Ouro, entre drama e comédia –, é certo que colocaríamos o sul-coreano Parasita no lado das comédias, apesar de todas as suas nuances que o tornam longe de ser algo convencional, seja lá em qual gênero ele se enquadre.

A obra de Bong Joon-ho nos introduz a família Kim e justifica seu título logo na sequência de abertura. Vivendo de forma indigente em uma casa que se assemelha a um porão que, além do pouco espaço e da sujeira e insetos, materializa a metáfora da família viver abaixo da sociedade, já que a casa aparenta estar em um nível inferior à rua em que moram, os membros da família demonstram que se viram como podem, seja ganhando dinheiro dobrando caixas de pizza para uma pizzaria local, seja utilizando qualquer wi-fi aberto que puderem encontrar. A oportunidade, entretanto, bate à porta quando Ki-Woo (Choi Woo-sik), o filho mais velho dos Kim, recebe a visita de um velho amigo (Park Seo-joon) que lhe oferece a chance de ser tutor de inglês para a filha de uma família rica.

O momento em que Ki-Woo chega à casa da elitizada família Park para a entrevista de emprego é ilustrado por um travelling que deixa claro a diferença que existe entre a vida das duas famílias. Enquanto os Kim esgueiram-se para viver em seu pequeno lar – facilmente encaixado no plano inicial –, os Park podem se dispersar por uma enorme casa, construída por um arquiteto renomado, tão grande que o plano médio utilizado por Joon-ho mal captura seu espaço. É também esta diferença de classes que molda a personalidade das duas famílias, pois enquanto que os ricos não precisam ter quaisquer preocupações mundanas e acabam soando demasiadamente ingênuos, os pobres parecem ter nascido com o dom da esperteza, já que não tarda para que toda a família Kim se instalem entre os Park, parasitando entre eles. Já a simetria entre a composição das famílias – pai, mãe, filho, filha – só evidencia mais ainda o distanciamento entre as realidades.

A construção dos núcleos funciona para que a suspensão de descrença do público não seja exigida em níveis extremos: apesar dos planos por vezes serem muito mirabolantes, são críveis devido a soberba dos Park. Por exemplo, se a matriarca da família demonstra certa reverência a figuras e produtos americanos, usar dos EUA para atestar suas mentiras torna-se prática comum – usam até mesmo nomes americanos para soarem mais confiáveis – e conforme a farsa se mantém através destes pequenos detalhes, só é necessário um para acender uma faísca entre ambos, já que trazem à tona certos preconceitos do patriarca Park (Lee Sun-kyun). Entretanto, o texto co-escrito pelo diretor e por Han Jin-won acerta ao não estabelecer nenhum dos personagens como “vilões” propriamente ditos, já que não há pessoas más em cena, apenas comportamentos condenáveis por parte deles – o próprio Sr. Park é tido como um bom homem pelo Sr. Kim (Song Kang-ho), algo que é afirmado mais de uma vez.

E é logo quando a obra parece perder o fôlego por permanecer neste lugar comum e a curiosidade de como Joon-ho pode concluir sua trama de forma coerente surge, que há um plot twist que transforma Parasita como um todo. O filme de comédia dá lugar a outra obra e o diretor pega seu público pela garganta, pois torna-se impossível imaginar quais os desdobramentos de um certo acontecimento. Joon-ho demonstra um preciso controle de câmera ao fazer com que o público, antes tão à vontade, seja preso em planos claustrofóbicos, incômodos e cheios de adrenalina. A partir daí, com o choque entre os núcleos ganhando contornos mais sombrios, o diretor cria planos contrastantes, que explicitam as aflições dos menos afortunados diante das “preocupações” dos Park, algo bem elaborado pela exemplar montagem de Yang Jin-mo, ágil nos momentos certos.

Conforme se aproxima do final, Parasita coloca a luta de classes cada vez mais no centro da trama, trazendo um clímax à altura para o conflito de lados tão extremos. Com isso, a obra de Bong Joon-ho que começara como uma indiscutível comédia migra para outros gêneros, sem abrir mão de ser um entretenimento provocativo, ácido e impactante. E embora tende a explicar-se demais ao final, sua conclusão dolorosa cabe perfeitamente ao discurso da obra.
Diego B.
Diego B.

18 seguidores 5 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 7 de janeiro de 2020
Filme muito ruim. É bem dirigido... e só. História cheia de esteriótipos e clichês. Parece uma mistura de comédia pastelão com fimes de terror lado B.
Mauro A
Mauro A

16 seguidores 99 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2020
Primeiramente, achei ese filme cansativo e sonolento, se tivesse 40 minutos a menos daria para aguentar. A história segue um tom de comédia, para nos vinte minutos finais terminar naquela tragédia sanguinolenta, muito paradoxo. Não me impressionou em nada, por isso, sem muito o que comentar.
Iracema J
Iracema J

9 seguidores 48 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de novembro de 2019
Filme sul coreano magistral com temática universal sobre diferença de classes com dose de humor irônico e momentos de suspense e reflexão. Os personagens são tão vivos que estendemos as mãos a eles, ainda que mantenhamos reserva, principalmente na cena do picnic na casa, onde se aplica o velho ditado que quando os gatos saem os ratos fazem a festa. No entanto é comovente o fato de que existe uma vida sofrida que transcede a farsa e a picaretagem aplicada pelos empregados na casa que os acolhe ao mesmo tempo em que presenciamos brigas entre os empregados de quem se sai melhor como golpista. Cho Yeo- jeong, a dona da casa, está comovente como a crédula e ingênua rica que faz de tudo pelo bem estar da sua família sem pensar nas consequências, as vezes sua credulidade é tão absurda que queremos dar uns cascudos na criatura. Lee Jung-eun como a a primeira governanta tem presença forte em cena, talvez seja a melhor interpretação do filme embora seu personagem seja um dos que mais causem pena e repulsa. Todos os atores trabalham em equipe com resultados surpreendentes. A direção de Joon-ho Bong é segura e incrivelmente correta como trata seus personagens. Filme memorável e diferente do senso comum da maioria dos filmes modernos, a atmosfera é variável assim como as reações emocionais que fluem como água. Soberbo!
KarenSurian
KarenSurian

2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 16 de fevereiro de 2020
Trama original porém pouco envolvente.
Retrata a falta de escrúpulos que se justifica para sair da miséria. Não recomendo!
DJ A.
DJ A.

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 16 de janeiro de 2020
A única coisa surpreendente neste filme é ele ter recebido tantas críticas positivas, e estar concorrendo ao OSCAR. Bem dirigido e bem fotografado, só. Enredo inverossímil que parece ter sido escrito por uma criança de 6 anos. Atores fraquíssimos, um filme que começa como uma comédia pastelão e termina como um dramalhão mexicano. Duas horas de vida perdidas.
VANESSA M
VANESSA M

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 25 de janeiro de 2020
O filme aborda o tema desigualdade social de uma forma completamente bizarra, a família pobre tem uma ambição doentia e faz atrocidades pra tentar viver como ricos, no fim do filme ainda deixam uma mensagem de meritocracia, que condiz menos ainda com a realidade. Não entendo porquê o filme está concorrendo em tantas categorias, mas se é pelo tema é muito ruim, se é apenas pela misture de varios gêneros no mesmo filme não merecia estar entre os indicados.
LeloMigueis .
LeloMigueis .

5 seguidores 29 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de janeiro de 2020
Ritmo alucinante sem parecer video clip. Trama incrível, entrega de bandeja alguns fatos para surpreender com outro. Assim como um ilusionista que faz você achar que sacou o truque e te surpreende com um outro inesperado. Atuações muito boas, personagens carismáticos, e uma coisa que achei incrível o filme consegue fazer você torcer para todos e para ninguém... você não elege nem um vilão, nem um herói.
Muito acima da média.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa