Média
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Baseado no livro de Roland Topor,esse suspense/terror psicológico,é muito aclamado por muitos,mas,eu não achei isso tudo não.
O filme é longo,arrastado e só nos últimos 30 minutos que vemos ação e passa a ficar interessante,apesar de não conseguir pescar tudo o que precisava para entendê -lo com maestria,conseguiu manter minha atenção até o fim que pra mim,foi surpreendente. .
O filme é longo,arrastado e só nos últimos 30 minutos que vemos ação e passa a ficar interessante,apesar de não conseguir pescar tudo o que precisava para entendê -lo com maestria,conseguiu manter minha atenção até o fim que pra mim,foi surpreendente. .
Trelkovsky (Polanski), polonês naturalizado francês passa a morar em um apartamento em Paris que pertenceu a uma mulher que tentou o suicídio.
Mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2021/03/filme-do-dia-o-inquilino-1976-roman.html
Mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2021/03/filme-do-dia-o-inquilino-1976-roman.html
Mais um filme aterrorizante de Roman Polanski, na linha de "O Bebê de Rosemary", que deixa o espectador confuso: o inquilino estaria tendo alucinações ou sendo vítima de uma trama macabra? Isabelle Adjani e Melvyn Douglas foram as "cerejas do bolo" do filme.
Roman Polanski sempre surpreende quando o assunto é terror e suspense, principalmente em apartamentos. Rs Nesse caso ele demonstra que pode ser bom atuando e ótimo dirigindo o filme. É um bom filme( embora um pouco arrastado) que nos deixa com uma pulga atrás da orelha do início ao fim.Assistindo sempre passa a impressão de que o protagonista é um hamster na roda como acontece em O bebê de Rosemary.
Mais um filme ridículo de Roman Polanski! Do começo para o meio, parece ser bom, do meio para o fim, é uma piada. O cara muda bruscamente o gênero do filme: de suspense para comédia.
O problema desse filme é o último terço. Caba ficando um pouco previsível, e chega a ser cômico o destino final da trama. Vale a pena assistir, pois os 2 primeiros terços são realmente muito tensos.
Esse filme é o irmão pobre de BEBÊ DE ROSEMARY, dirigido pelo mesmo diretor. Não atinge a excelência do filme anterior mas não deixa de ser interessante, principalmente a meia hora final, quando a demência do personagem se torna evidente, o levando a um estado degradante e pertubador. O filme deixa muitas perguntas em aberto, como a questão da reencarnação, a possessão e transferência do espírito, além de criar vínculos obscuros com a tradição antiga dos egípcios de mumificação, o que chega a incomodar, pois não há nenhuma explicação clara para o espectador leigo. Mesmo assim, o filme é interessante o suficiente para manter a atenção e a escolha do elenco incomum também é um acerto. A atuação de Polanski não é excepcional mas também não compromete o filme, mas sua direção é o must do filme. Ainda é um dos únicos filmes do diretor que não foram lançados no Brasil, nem mesmo em vhs, o que o torna conhecido apenas por aqueles que assistiram nas transmissões de madrugada da TV ou via importação.
A-M-E-I. Acho que todo mundo que gosta de um bom terror psicológico deveria assistir esse filme. É cheio de suspense e te faz ficar pensando por dias (achei o final chocante).
spoiler:
Amei o estilo do roteiro, que é basicamente: “um homem sorridente, tímido e simpático perde completamente sua personalidade devido a uma paranoia e se torna apenas um corpo vazio”.
Teve apenas uma coisa que eu não gostei: algumas cenas foram desnecessárias, isso me deixou com um pouco de tédio quando fui assistir. Mas, tirando isso, filme perfeito.
Teve apenas uma coisa que eu não gostei: algumas cenas foram desnecessárias, isso me deixou com um pouco de tédio quando fui assistir. Mas, tirando isso, filme perfeito.
Nos comentários, um monte de gente que não entendeu o filme... como os comentários feitos em Repulsion também...
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